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Tarauacá

Tarauacá é uma cidade do Acre, mas como o Acre não existe, esta cidade também não existe. Portanto tudo o que for descrito daqui em diante é mero trabalho dedutivo de especulação.

HistóriaEditar

 
Panorama de um dia normal em Tarauacá. Só um pouco seco, pois o telhado das casas ainda é visível.

Os primeiros exploradores a chegarem na região foram nordestinos ainda no final do século XIX, evidentemente totalmente perdidos para se encontrarem nesse total fim de mundo, afinal nem os índios se atreviam a visitar local tão inóspito. Alguns anos depois, o governo brasileiro do início do século XX, decide comprar o Acre da Bolívia pelo famoso preço de 1 jegue, e a Bolívia saiu no lucro visto que o Acre nem existe mesmo. Para encontrar o tal Acre, expedições são mandadas para a Conchinchina, onde a cidade de Tarauacá foi fundada e se desenvolveu.

Na língua tupi, "Tarauacá" significa "Buraco Só", nome ideal para definir a região.

Atualmente, após o Acre ter sido vendido para o Reino de Atlântida (antigo Haiti), Poseidon alagou a cidade de Tarauacá para formar a sua capital em meio a lama e água suja infectada com leptospirose.

EconomiaEditar

A cidade de Tarauacá é famosa por sua vasta produção de abacaxi mutante. Como o solo local é abençoado com pó de pirilimpimpim, nada de normal cresce por lá, mas apenas estes abacaxis gigantes.

TurismoEditar

O abacaxi gigante de Tarauacá é o único atrativo turístico da região. Desocupados de toda parte do planeta visitam a região para se espantarem com o tamanho do abacaxi ali produzido, apreciarem o seu gosto terrivelmente ruim de azedo à inócuo, e depois irem embora.

Ao invés de se preocupar com as enchentes anuais que assolam a cidade em todo verão, a prefeitura preferiu desenvolver o Festival Anual da Praia, um evento amplamente defendido pelas feministas, pois trata-se de um concurso de beleza que aceita mulheres de celulite e gordurinhas salientes vestidas em biquínis bregas, um evento muito apreciado na região.