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Templo do Sol

Rajesh aproves.jpeg नमस्ते!

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Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

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O Templo do Sol é um conjunto de sítios sagrados na cidade Konarak (Agrabah, Índia) e por isso foi durante a história conmstantente destruído e depedrado, porque afinal, o ser humano é um inútil pecador de acordo com os inscritos sagrados nas estátuas do templo.

HistóriaEditar

 
Um explorador local.

Criado em 1250 por Langula Narasimha Dev com a ajuda do engenheiro-chefe Alladin, o Templo do Sol foi uma tentativa de copiar os astecas e adorar o Deus do Sol e seus incríveis 30 centímetros de falo sacrificando virgens em um salão mortuário no interior de pirâmides. Os artesãos e pedreiros do templo acredita-se eram alguns marcianos que decidiram se miscigenar à população local, o que explica em partes a aparência exótica dos indianos hoje em dia.

Muito tempo depois, no século XVII, o templo que resistiu às invasões de Dalai Lama por anos, sofre invasão dos afegãos e não resiste ao impiedoso Osama Kalapahad Bin Laden que jogou dois aviões nas torres principais do templo, saqueou e pilhou todo o sítio na época da emancipação islâmica. Com a criação do Paquistão séculos depois o templo é libertado e volta as suas atividade hindus.

Nos séculos seguintes não serviu para mais nada, escondido na mata, ninguém sabe direito onde fica esse troço para visita-lo. Sabe-se porém, que os astrônomos locais foram os autores da descoberta de Makemake, um planeta entre Netuno e Plutão e decidiram homenagear a sua mãe dando esse nome tosco.

Outra curiosidade é sobre uma estátua secreta que foi enterrada pelos hindus na época das invasões bárbaras, recentemente um renomado arqueólogo inglês, Indiana Jones descobriu o artefato no local depois de matar 50 nazistas e socialistas, que por algum motivo desconhecido também estavam atrás da relíquia. Hoje a estátua está exposta no Museu Nacional de Delhi.

EstruturaEditar

Algumas esculturas do sítio tem um destaque especial, sendo a principal delas uma escultura gigante de uma carruagem correndo de leste a oeste com 7 cavalos e 24 rodas, numerais símbolos da liberdade sexual da religião hindu.

É possível também encontrar estátuas ambulantes divinas e principalmente muitas esculturas de animais e quimeras, o povo indiano tem a zoofilia como um dos símbolos naturais e para representar essa virilidade o templo conta com 11.452 esculturas de elefantes indianos.

Ao céu aberto há o salão de dança e de jogos onde as virgens eram entretidas minutos antes de seu sacrifício.