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Teori de Cons-piração

Death--.jpg Teori Zavascki já morreu!

Abotoou o paletó de madeira!

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Teori Zavascki
Teori Albino Zavascki.jpg
O ministro fotografado enquanto estava tirando onda numa câmara frigorífica
Ministro póstumo do Supremo Tribunal Federal
Período 29 de novembro de 201219 de janeiro de 2017
Nível de honestidade Médio-cre Só mexia com aqueles menos cascudos
Perfil
Nascimento
Multirão de limpeza da Família Guedes, link={{{3}}} Santa Catarina
Alma mater Faculdade de Direito da UFRGS
Profissional
Profissão Dotor
Magistrado
Professor
Dados Pessoais
Sexo link={{{3}}} Masculino


Teori Albino Zavascki (Faxinal dos Guedes, 15 de agosto de 1948Parati, 19 de janeiro de 2017) foi um árbitro e professor brasileiro conhecido por ser o ministro relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal. O cara era quem definia quem daqueles imbecis citados nas inúmeras listas da Odebrecha responderia por algum tipo de crime na justiça, seja na segunda instância com Sérgio Moro na República de Curitiba ou na instância máxima com algum de seus colegas soltadores de bancada do STF.

Índice

VidaEditar

Nascido no município mais limpo de Santa Catarina — ou não. Bem, pelo menos o nome diz que sim — Teoriza Vasquez se formou na faculdade de direito da federal estadunidense do sul aos 20 anos de idade. Depois disso foi esquentar as costas no Banco Central, ficando lá até 1989. Lá o ministro resolvia casos referentes a entrega de cédulas estragadas a estabelecimentos comerciais que as põem pra circular pelo Banco Central. Como na época o governo vivia emitido uma moeda de circulação diferente todo santo mês, então Teori deve ter tido bastante trabalho resolvendo casos como pedi uma nota de 12 mil réis e ganhei míseros 0,12 centavos de cruzados.

Depois Teori foi nomeado ao mesmo cargo que sua colega contemporânea do STF Rosa Weber e no mesmo lugar, no Tribunal Regional Federal, onde ficou lá até alguém ter pena daquela pobre alma e resolver promovê-lo à ministro do Superior Tribunal de Justiça, em 2002. O responsável por este ato de caridade foi Fernando Henrique Cardoso que o indicou, mas não chegou a dar posse ao douto adevogado. Quem o fez foi seu sucessor, Luiz Inácio Lula da Silva. Talvez por isso o ministro não tenha indicado ninguém do PSDB ou do DEM. Gratidão é um sentimento que poucos tem hoje em dia, não é verdade?

Em 2014, Teori foi promovido de novo, dessa vez para ser ministro do meu órgão máximo do judiciário brasileiro. Dilma o nomeou com a missão clara de resguardar os direitos dela, de seus colegas e dos parceiros de seu patrocinador master no caso do Mensalão.

Como ministro do Supremo Tribunal FederalEditar

Assim que tomou posse no Supositório Tribo anal Federal, Teori fez o que lhe foi designada pela então presidente, inocentando e perdoando todos os pecadores mensaleiros, pois segundo ele, aqueles trambiqueiros não sabiam o que faziam.

Cumprida sua missão, Teori procrastinou no STF até ser escolhido como aquele que segundo o brasileiro médio, seria o ❝salvador da pátria, paladino da justiça, aquele que junto à Sérgio Moro, colocarão o país novamente nos trilhos❞ (se é que este já esteve nos trilhos um dia...).

Como relator da Lava JatoEditar

Como relator da Lava Jato, Teori não pôde ter sido tão brilhante como dizem, mas fez chover quando mandou tirar o déspota Eduardo Cunha do comando de sua quadrilha na Câmara dos Deputados, mandou prender Suicídio do Amaral ao vivo enquanto o mesmo fazia seu discurso no Senado Federal, liberou o bullying coletivo no show de caguetagens ocorridas desde que assumiu o cargo e até horas antes de morrer preparava uma lista de Caça às Bruxas na Operação Lava Jato, este tendo sido o principal motivo de sua morte morrida.

Ainda assim, Teori Zavascki atuou como qualquer ministro normal do STF, negando pedidos de prisão de gente de altíssima periculosidade e que representa ameaça à segurança nacional, como foi o caso do pedido feito pela Procuradoria-Geral da República para pegar e capturar Renan Calheiros, Romero Jucá e também o dono de uma parcela de terras esquecidas no norte do país e ex-presidente da republiqueta de Bananas, José Sarney.

Antes de morrer, determinou que a investigação em cima do ex-presidente e eterno presidiário do amanhã, Luiz Inácio Lula da Silva, voltasse para a República de Curitiba e julgado por Sérgio Moro. O encontro desse duelo tem até data marcada, dia 3 de maio de 2017. Teori Zavaski tinha tirado o processo de Curitiba e transferido para Brasília com medo de que o ex-presidente fizesse algo com alguém de sua família. Com a família não sabemos se algo aconteceu mesmo, mas com o ministro a última vez que ouvimos falar dele foi 19 de janeiro de 2017.

MorteEditar

 
Destroços do avião abatido de Teori.

Teori morreu no dia 19 de janeiro, durante suas férias, vítima de um acidente trágico comum de queima de arquivo. O caso ainda não foi bem investigado, o máximo que a perícia conseguiu dizer com os bolsos cheios é falha de algo ou alguma coisa, conclusão óbvia e tida em todo acidente de relevância política no país. Nem o governo e tão pouco as autoridades locais disseram se irão ou não chamar novos peritos, desta vez com os bolsos vazios, para fazer novamente a perícia sobre a real causa do ass.. acidente trágico e horrível que assolou o pais.

RepercussãoEditar

O fato foi bastante lamentado pela população em geral. O ministro se foi justamente quando estava começando a pegar no breu, mas o fato mais lamentado mesmo foi a nomeação de seu sucessor, tanto na relatoria quanto na cadeira daquele covil cheio de mãos molhadas.

Para a classe política do país, o acidente é fruto de uma bem sucedida ação de terroristas islâmicos e que o ministro mexeu tanto que fedeu, tendo ele, segundo alguns congressistas, morrido com o cheiro causado por ele próprio. O presidente Michel Temer declarou feliz lutos oficiais de três dias enquanto alguns dos senadores bradaram com festa e alegria, o novo escolhido para integrar aquele recinto improbe do STF. Na festa de escolha de sucessor de Teori (a caixa abaixo não está ali á toa) os congressistas fizeram questão de alugar um barco e fazer o ritual com o escolhido ali mesmo.

Precedido por
César Peluzo
Ministro do Supremo Tribunal Federal
2012 – 2017
Sucedido por
Alexandre de Moraes