Teoria do Octeto

Chumbo.jpg Este artigo é relacionado à química.

Provavelmente estará cheio de citações e referências a Lavoisier.

Imagem do sódio dando para o cloro. Processo que, segundo a Teoria do Octeto, satisfaz estabiliza os átomos em ligação.

Cquote1.svg Fui eu que fiz![1] Cquote2.svg
Dmitri Mendeleev sobre Teoria do Octeto
Cquote1.svg Bando de invejosos. Cquote2.svg
Gases nobres sobre os outros elementos e a Teoria do Octeto
Cquote1.svg O senhor é um fanfarrão, senhor átomo. Vai ter de ter os oito elétrons na camada de valência para ser estável. Cquote2.svg
Capitão Nascimento sobre as implicações da Teoria do Octeto.
Cquote1.svg Ui, vou ter de dar pra ficar estável! Cquote2.svg
Clodovil Metal alcalino ou alcalino-terroso sobre suas preferências sexuais eletrônicas
Cquote1.svg Perdeu, preibói! Passa os elétron pra cá! Cquote2.svg
Ametal sobre roubar elétrons de playboys átomos desavisados

A Teoria do Octeto, criada em meados de 1800 e pau com corda por uma leva de vagabundos proeminentes cientistas[2], veio como uma vela luz para a compreensão das ligações químicas. Segundo esta teoria, os átomos, para obterem satisfação estabilidade, devem ter oito elétrons na camada de valência, ou dois, se o átomo só tiver uma camada eletrônica (ou não). No entanto, para os nerds químicos mais preguiçosos, é só ter a configuração eletrônica do gás nobre mais próximo.


HistóriaEditar

 
Papai Noel Dmitri Mendeleev, um dos cientistas que estudou o fundo a fundo as interações entre os átomos.

1800 e pau com pedra. A Química, recém surgida dos escombros da Alquimia, comerçava a engatinhar do jeito que conseguia: tropeçando em tudo o que via (e no que não via também). Em meio a este cenário, surgem inúmeros nerds cientistas que se deparariam com alguns probleminhas da química da época. Um desses probleminhas se tratava do sexo das ligações dos átomos. O engraçado é que nem mesmo eles sabiam que o átomo existia, a não ser que fosse o átomo de Dalton[3].

Um fato curioso e que intrigava os vagabundos cientistas era o fato dos gases nobres não reagirem com porra nenhuma[4]. Seja por arrogância, seja por pertencerem à zelite, sabia-se que com eles não rolava nada. Com o desenvolvimento da tabela periódica dos elementos por parte de Mendeleev, descobriu-se um fato em comum entre a zelite química: todos tinham oito elétrons na camada de valência[5], com exceção do Hélio, que só aguenta dois. Essa informação foi muito útil para ajudar os cientistas em suas gambiarras.

Estudando compostos e mais compostos, utilizando a estequiometria e outros métodos promovidos pelo jeitinho brasileiro[6], conseguiram quantificar a quantidade de átomos nas moléculas, e por meio de cálculos, se davam ou recebiam (elétrons). Com isso, podia-se utilizar esses dados falsos para comprovar a famigerada teoria, que acabou por ser um dos fundamentos da química, juntamente com a regra de três e o consumo de destilados.

Embora tenha sido descoberto em 1900 e guaraná com rolha que o flúor tem a capacidade de oxidar violentamente os gases nobres de maior raio atômico, os químicos decidiram deixar o assunto quieto e dizer que o flúor era o Ricardão da tabela periódica, já que uma explicação mais detalhada iria foder com algumas teorias consideradas importantes[7].

Ligação químicaEditar

 Ver artigo principal: Ligação química, Gases nobres
 
Os gases nobres, exemplo de estabilidade para qualquer átomo (ou não).

Com os estudos dos químicos da época, convencionou-se que, para que um átomo conseguisse a sonhada estabilidade financeira química é preciso que a camada de valência do referido átomo tenha mais de oito mil oito elétrons. Como o átomo vai gerenciar a retirada ou ganho dos elétrons, é problema dele[8], dependendo de algumas de suas características períódicas, que dependem da família química do referido elemento e mais outras coisinhas que não vem ao caso.

Com a criação da tabela periódica dos elementos por parte de Dmitri Medvedev Dmitri Mendeleev[9] e a subsequente separação dos elementos químicos em famílias químicas, pode-se contar calcular o número de elétrons necessários para obter a estabilidade química. Desta forma, os elementos representativos terão valência bem definida, o que ajuda enormemente na pesquisa. Para os elementos representativos:

  • Metais alcalinos (1): contendo apenas um mísero elétron na camada de valência, para este grupo torna-se mais fácil dar de mão beijada a partícula a outro átomo mais afoito e assim ter a outra camada já preenchida, que poupa o trabalho de passar a mão em outros 7 elétrons perdidos;
Você sabia que...
  • Família do boro (13): contendo três elétrons na última camada, é mais vantagem para o átomo expulsar a camada de valência do que roubar 5 elétrons. No entanto, alguns elementos safadinhos desta família podem obter a estabilidade sem ser atrávés do octeto;
    • Família do nitrogênio (15): com cinco elétrons ocupando a camada de valência, torna-se interesante passar a mão ou compartilhar para conseguir os três sonhados elétrons que faltam e completar o álbum de figurinhas a última camada. Logo, ligações simples, duplas e triplas são de total interesse para esta família;
    • Calcogênios (16): com seis elétrons na última camada, brigam desesperadamente para roubar os dois elétrons que tanto lhes fazem falta. Ligações triplas e surubões não são bem vindos, mas ligações duplas e covalentes simples são um prato cheio;
    • Halogênios (17): necessitando de apenas um elétron para abater o bife e obter a tão sonhada estabilidade química, os halogênios são extremamente violentos em suas reações, capzes de roubar muitos playboys átomos desavisados;

    ExceçõesEditar

    Para a infelicidade dos nerds químicos, descobriu-se que haviam exceções à teria do Octeto, como no caso de átomos que se estabilizam com menos ou mais de oito elétrons. Nos metais de transição a suruba é infindável, onde vale a regra dos 18 elétrons[10], que de tão complexa nem é ensinada na Química do Ensino Mérdio. As principais exceções, são o berílio, o boro e o alumínio[11], entre outros que ninguém se lembra.

     
    Átomo de bosta boro estilizado, mostrando a camada de valência com os três elétrons.
    • Berílio: Contendo apenas dois elétrons na última camada, seria conveniente que desse para obter a estabilidade.No entando descobriu-se que ele forma inúmeros compostos moleculares, como o BeH2 onde se estábiliza de quatro com quatro elétrons na última camada, nada mal para quem teria de dar para ficar estável;
    • Boro: de forma semelhante, deveria dar com gosto os três elétrons que vagabundeiam pela camada de valência, porém, o boro prefere fazer contratos ligações covalentes, o que evita perder seus amados elétrons para os átomos mais violentos. Desta forma, establiza-se com seis elétrons na última camada, ao contrário dos oito que seriam previstos por lei pela teoria;
    • Alumínio: pertencendo à mesma família química do boro, o alumínio também possui três míseros elétrons na camada de valência e, o mais provável, e que desse gentilmente esses elétrons para os átomos mais necessitados (ou não). Embora cumpra em parte esta regra, algumas vezes prefere agir como seu amiguinho, o boro e fazer ligações covalentes ao invés de dar (os elétrons), estabilizando-se também com seis elétrons na última camada, só para se fazer de diferente do resto;

    Ver tambémEditar

    NotasEditar

     
      Mas que monte de notas é esse? Bando de vagabundo!  
    Marcelo Rezende
    1. Observe o plágio, com o bordão de Paulo Maluf.
    2. Não se sabe o nome desses vagabundos cientistas.
    3. Trata-se do átomo igual a uma bola de bilhar.
    4. Inicialmente acreditava-se que os gases nobres eram assexuados inertes.
    5. Não confundir com o time da segunda divisão do Campeonato Espanhol.
    6. Método muito utilizado atualmente na informática, sob o nome de POG.
    7. Entende-se como importante uma teoria que, para ser reconcebida, daria muito trabalho, ou resultaria em merda.
    8. A quebra do sigilo bancário eletrônico foi negado pelo STFU.
    9. Dmitri Medvedev é o ursinho de pelúcia de Vladmir Putin e atual presidente da URSS Federação Russa.
    10. Para mais informações furadas, veja Química de Coordenação.
    11. Sim, nos referimos exatamente ao alumínio da panela onde você cozinha a sua feijoada.