Abrir menu principal

Desciclopédia β

The Sims (jogo)

Virtualgame.jpg The Sims (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Bomberman está explodindo algumas cidades.


Os Sims 1
The Siths.jpg

Capa da ideia original do jogo

Informações
Desenvolvedor Maxis
Publicador Electronic Arts
Ano 2000
Gênero Simulador de vida fodida
Plataformas MS-DOS
Avaliação Uma porcaria
Idade para jogar Livre

The Sims 1 é um simulador de vida, criado pela Maxis em parceria com a EA especificamente para suprir o vazio de pessoas sem vida, justamente por isso considerado um jogo inovador, lançado em 2000. Maxis e EA na época planejavam um modo de extrair a rodo enormes quantidades de dinheiro das carteiras de fãs obcecados, e a ideia do The Sims mostrou-se providencial para concretizar esse objetivo. Este é o primeiro jogo da franquia, intitulado apenas de The Sims, criado pelo designer de jogos Will Wright, ganhou inúmeros prêmios, como o pior jogo do ano e os gráficos mais feios de 2000 levando a EA a criar centenas de pacotes de expansão e posteriormente várias sequências, todas que ganharam ainda mais prêmios inúteis num ciclo bastante monótono que nos relembra os jogos da série.

JogabilidadeEditar

O primeiro The Sims foi uma completa febre, todo mundo jogou essa porra em seu lançamento, afinal a sua jogabilidade gira em torno de uma simulação esmagadoramente realista da vida, ou seja, do trabalho pesado que é a existência humana urbana com conotações metafísicas de uma épica escala do esquema do gato de Schrodinger. Embora não exista um "objetivo" real no jogo (provando que todo gamer é um inútil fanfarrão), o jogador recebe o controle sobre uma casa e seus residentes, formas de vida geradas por computador chamadas de "Sims", e assim o jogador deve viver a sua vida por eles. Os críticos dizem que esse elemento de "viver uma vida virtual melhor que a sua vida real" é o que garantiu o sucesso do jogo, além da capacidade de torturar e eventualmente matar todos ali.

Neste primeiro jogo a jogabilidade consistia em o jogador espancar o seu CPU a cada 5 minutos sempre que o jogo travava. A explicação para tal problema é que todo mundo estava comprando The Sims pirateado na feirinha e foi recomendado que se comprasse o original, e claro, tivesse um computador melhor que aquelas latas velhas de 1994. O criador do jogo, Wright, anunciou mais tarde que se você conseguisse jogar The Sims por mais de cinco minutos (isso não inclui as telas de loading que levavam até trinta minutos) você ficaria instantaneamente viciado e passaria todo seu tempo a construir os personagens e as casas que você construiu cuidadosamente usando uma série de códigos de trapaças e tentando fazer com que os Sims parecessem o seu chefe para depois matá-los, mas falhando miseravelmente já que em todas as características todos os Sims parecem os mesmos.

Pacotes de extensãoEditar

Os pacotes de expansão são complementos ao jogo The SIms 1 os quais prometeram adicionar algo ao jogo. Cada pacote de expansão aprimorou a experiência do jogo com mais ações confusas e diferentes fenômenos sobrenaturais que macularam ainda mais a definição absurda de Maxis da palavra "simulação". Essas adições ajudaram a fornecer uma biblioteca de arquivos que aumentou exponencialmente a quantidade de erros que causavam problemas no jogo. A essência primária desses pacotes de expansão era geralmente cobrar o preço total das pessoas pelo conteúdo que era inutilizável sem o jogo básico, tornando a Maxis e EA multibilionárias mesmo que usassem essa premissa embaraçosamente idiota. Os pacotes de expansão foram anunciados como sendo capazes de transformar o seu computador em uma sauna e apesar de serem incapazes de fazer isso, cumpriram seu propósito original de tornar Will Wright um bilionário que depois pode vender os direitos de seu joguinho para a Electronic Arts explorar com infinitas sequências.

 
Um dos poucos e raros momentos de diversão do jogo.
  • Gozando a Vida - O título do primeiro pacote de extensão do primeiro The Sims já é uma propaganda enganosa. A gurias retardadas (público-alvo majoritário do jogo) já se assanharam em sua puberdade achando que esse pacote removeria a censura do momento mais esperado do game, o sexooba-oba como chamam. Este primeiro pacote de expansão na verdade apenas permite que os Sims se "divirtam", uma ideia totalmente nova no jogo que anteriormente era focado exclusivamente em tortura de pessoas as quais as crianças eram crianças para sempre, indo para a escola todos os dias incluindo os sábados e domingos pelo resto de suas vidas de merda e sem valor, enquanto os adultos estavam condenados a uma vida de falha social. Além disso, este pacote de expansão proporciona a chance de inventarmos poções verdes viscosas que fazem seus Sims se sentirem horríveis e serem multados pelo Departamento de Produtos Químicos Nucleares.
  • Fazendo a Festa - Pacote que permite que seus Sims tenham vidas caóticas toda noite ao serem anfitriões de festas completamente desastrosas, privando-os assim de terem amigos, com a possível exceção de um mímico solitário que aparece frequentemente ali. O slogan do pacote era "Live your life all over again!" buscando trazer orgias moderadas, gaiolas de dança e luzes desagradáveis que permitiram que os jogadores transformassem as casas dos seus Sims em discotecas euro-gays.
  • Encontro Marcado - Um dos poucos pacotes de expansão onde os Sims podem realmente deixar suas casas lúgubres e ir para destinos chatos e ter encontros terríveis que mal afetam suas vidas amorosas sem esperança. Este seria um grande marco para a Maxis, uma vez que este pacote proporcionou à sua equipe de design gráfico a desculpa perfeita para haver ainda mais telas de loading, uma tendência que continuaria até hoje.
  • Em Férias - Os Sims agora podem visitar um lugar no qual a praia, a floresta e as montanhas cobertas de neve são tão próximas umas das outras de maneira tão geograficamente inviável que a definição de "simulação" a que o jogo se propõe teve que ser atualizada para "galhofada". Agora os Sims podem desperdiçar seu dinheiro em hotéis com preços abusivos e jogos de cassino fraudulentos que rendem apenas lembranças inúteis. Na verdade, é mais relaxante para seus Sims ficarem em casa (até que eles coloquem fogo nela).
  • O Bicho Vai Pegar - Finalmente os produtores da Maxis pensaram em ampliar o minúsculo bairro ao qual estávamos originalmente confinados. A divertidíssima opção de agora mexer com jardinagem foi introduzida para permitir que seus Sims alimentem-se de algo diferente de pizza e salgadinhos, como vegetais de colheitas infestadas de roedores. Além disso, você pode ter gatos e cachorros como animais de estimação, mas você não pode controlá-los, o que significa que seus Sims obterão um belo jardim eternamente cheio de excrementos de animais vizinhos, além de serem acordados todas as noites por guaxinins revirando latas de lixo.
  • Superstar - Com este pacote de expansão Will Wright e os produtores da Maxis decidiram torturar ainda mais os fiéis jogadores de The SIms 1 aumentando o status de seus Sims para "celebridades". No entanto, como eles simplesmente não podiam abandonar sua fórmula comercial "a vida de um Sim é uma merda", neste pacote seus Sims serão perseguidos por fãs obsessivos em todos os lugares e viverão uma vida miserável. Seu Sim agora pode atuar em terríveis filmes B de pornô chanchada.
  • Num Passe de Mágica - Este pacote foi criticado por ser muito chato. Como ninguém o comprou não há detalhes do que ele exatamente oferecia, mas havia algo como palhaços e mágicas imbecis.
  • Dê Dinheiro para a Electronic Arts - Um pacote que não faz nada além do reivindicado na caixa. Cansados de fingirem que estavam melhorando o jogo, os produtores decidiram ser sinceros e criaram essa expansão que não adiciona em nada no jogo, apenas na conta bancária da EA.
v d e h