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Thor: O Mundo Sombrio


Thor: O Mundo Sombrio é um dos tantos filmes dispensáveis do universo cinematográfico dos marvetes contando a história de um grupo de geólogos e astrofísicos que enfrentam elfos malvados do espaço contra quem precisam salvar o universo . Este filme é estrelado por Loki, Natalie Portman, Benicio del Toro e a amiga da Natalie Portman e comediante Max Black. Contendo ainda algumas aparições esporádicas de Thor, como o deus do trovão, e seu pai Odin. O filme começou a ser gravada em 2011, mas o fracasso do primeiro Thor forçou sua sequência ser lançada apenas em 2013, quando ninguém mais se lembraria de como o primeiro filme era ruim.

Thor vs. Elfos
Thor: The Dark Hole
Thor: O Mundo dos Negros (BR)
Thor e Xuxa contra os Duendes em Busca das Relíquias da Morte (PT)
Author Dark World.jpg
Poster do filme
Bandeira dos Estados Unidos Estados Unidos
2013 • Colorido • 112 longos minutos
Direção Um pau mandado do Kevin Faige
Produção Marvel na Disney
Produção executiva Kevin Faig
Elenco Chris Hemsworth como Thor
Natalie Portman como ex do Thor
Kat Dennings como amiga chata da Jane e dona das piores piadas do MCU
Gênero Paródia teológica

Índice

ProduçãoEditar

Quando o primeiro filme do Thor foi premiada como "o pior, mais chato, maçante e menos agradável filme da Marvel Studios para ir ver num cinema cheio de geeks irritantes", a Marvel Studios decidiu que a continuação de Thor deveria ter mais ação, mais suspense, menos piadas ruins, menos atropelos de pessoas e, sobretudo, adequado para um público mais amplo de a partir de 12 anos de idade. É por isso que o estúdio contratou um escritor renomado em fazer continuações de filmes merdas, sendo assim contratado o roteirista de O Quarteto Fantástico vs. Surfista Prateado vs. Nuvem Mágica Cósmica, decisão esta que atraiu uma multidão de fãs furiosos que invadiram e queimaram as instalações das filmagens além de linchar vários funcionários criativos, incluindo o roteirista escolhido, que ferido gravemente precisou foi substituído por um roteirista genérico. Os fãs saíram satisfeitos com a troca e decidiram não matar ninguém no caminho de volta para casa.

Mais tarde, ainda houve uma guerra interna entre atores, produtores, diretores, cinegrafistas, senhoras dos penteados, aquelas pessoas que lidam com os microfones, etc. Honestamente, este conflito foi muito melhor do que o conflito visto no filme, terminando com a morte quase acidental da atriz Natalie Portman e sua substituição por Keira Knightley. No final de toda essa confusão interna, com a pós-produção, alguma maquiagem e dormência no cérebro dos fãs após o assustador fiasco de Homem de Ferro 3, Thor 2 foi recebido com um "nada poderia ser pior que Homem de Ferro 3" e assim teve resultados favoráveis.

EnredoEditar

PrelúdioEditar

 
Os elfos negros são a nova ameaça.

Milhões de anos atrás um grupo de elfos góticos tentaram destruir o universo espalhando por ele uma doença horrível, retratada no spin-off da série, o filme O Curioso Caso de Benjamin Button, mas o pai de Odin, chamado Odinssauro, repeliu esse maligno vírus chamado Éter em uma coluna escondida num lugar onde ninguém jamais poderia encontrar e depois baniu os elfos para uma região chamada zona negativa com o general Zod e outro kryptonianos, para viverem ali para sempre à espera de vingança.

Na atualidadeEditar

Em Asgard Loki é condenado à prisão, porque matar o melhor vilão da Marvel até então estava fora de questão. Enquanto isso Thor e seus poucos amigos, cada vez mais coadjuvantes e subaproveitados, estão em algum mundo aleatório caçando briga com alienígenas aleatórios.

Enquanto isso, em Londres, Jane Foster, que não recebeu um miserável WhatsApp de Thor desde o seu beijo nada romântico no Novo México no filme anterior, imagina que o martelo ainda não tem o Wi-Fi instalado e tenta não ficar pensando muito nisso. Ela vai para o almoço com um não-deus chamado de Ricardão, só para ser interrompida por seu assistente lerdo que a leva para um armazém abandonado que saiu de Animatrix, um estranho lugar onde as leis da física e da lógica não fazem sentido (como nos filmes DC), e para deixar a história ainda mais interessante, uma fenda interdimensional se abre ali, embora não tenha dentro nenhuma lula gigante extradimensional com intenções românticas, como geralmente acontece em todo anime hentai, mas havia ali apenas o vírus que os elfos criaram milhões de anos no passado, éter que entra em Jane (agora sim , com intenções românticas).

No lugar errado, na hora errada, no filme erradoEditar

Os asgardianos avistam um raro alinhamento dos Nove Reinos Cósmicos, mas o que para os astrólogos é apenas um bom presságio zodiacal para os asgardianos é algo terrível porque porque portas que deveriam estar fechados são abertas e vice-versa, trazendo caos. Thor é um homem irresponsável, mas também um voyeur, por isso a sua primeira pergunta em meio a esta situação tão crítica é querer saber o que estaria fazendo Jane Foster e Heimdal responde que ele não pode responder isso porque ela não está na Terra. Thor, ciumento, decide ir investigar o que está havendo com sua crush.

Mas não é necessário procurá-la, Jane reaparece no porão com super poderes de destruição do universo, momento em que Thor, um machista convicto, fica possesso e enciumado pela possibilidade de sua crush acabar sendo mais forte que ele, então a leva para Asgard para os xamãs locais na esperança de curá-la e fazê-la retornar a ser uma mera humana normal sem poderes. Enquanto o isso, o elfo Clovis Bornay é revivido pelo cheiro daquele vírus. É nesse momento que notamos que em Asgard a pena de morte é só para amigos, não para inimigos, porque enquanto Loki está vivo, acabam matando a mãe de Thor na procura por Jane, que revelou ser apenas um holograma. Não se sabe, porém, como os elfos sentiram o cheiro do vírus em um holograma e ainda mataram a pessoa errada. Eles não deveriam ter notado? E Thor deixou sua mãe morrer por nada? Isso mostra que os asgardianos não são bons parentes.

Odin, puto da vida, proíbe que Thor saia de Asgard porque seu filho e sua namoradinha frígida já estão merdeiros demais. Mas como bom filhinho revoltado, Thor recorre à ajuda de Loki, que conhece as saídas secretas de Asgard, e o libera da prisão, então foi só abrir um armário para Nárnia à direita e depois entrar em outro armário à esquerda direto para Midgard. Thor então leva sua namorada para o lugar mais seguro no universo, a Terra.

Querem destruir o universo mais uma vezEditar

 
Thor precisa enfrentar uma batalha chocante.

Thor e Loki decidem ir para o Reino secreto dos elfos chamado Acre, onde confrontam a Vera Verão, a principal bicha louca de Clovis Bornay, o líder dos elfos negros. Vera Verão se transforma num berserker louco e mata Loki, que simula sua própria morte pela décima vez, antes de Thor acabar com essa bichona e se firmar como machista homofóbico branco cis, que é seu papel no MCU.

A batalha, todavia, move-se para Londres, onde alguns extraterrestres descobrem que ali está o centro da convergência cósmica, mais especificamente sob a casa do Mr. Bean. Espaçonaves gigantes trazem uma imensa invasão alienígena, mas a SHIELD não apareceu, o Homem de Ferro não apareceu, o Hulk não apareceu e o Capitão América não apareceu. A explicação disso é bem óbvia, ninguém estava lá porque não era Nova Iorque. Mas essa escassez de herois não foi problema, um médico que se despe em público para evidenciar os seus problemas mentais constrói um tripé que irá deter a destruição do universo conhecido e ele sai colocando os dispositivos para tirar fotos nos lugares corretos e o cientista consegue brilhantemente acabar com o problema e ainda fazer com que o elfo maligno acabe esmagado por sua própria aeronave gigante. Quando Thor chega, o cientista já estava se banqueteando e se despindo novamente (a polícia já havia lhe dado sua última chance, então ele foi baleado e executado no local por atos indecentes em público. Os ingleses são muito puritanos).

Tudo acabou bemEditar

O filme acaba com Odin tendo um sábio discurso, dizendo a Thor "Bem filho, você pode ir para a Terra ou para qualquer planeta mexicano que quiser, que vou continuar a governar neste mundo chato que não pode sequer se defender de inimigos patéticos de milhões de anos atrás, apesar de ter milhares de gerações de avanços científicos, nós não poderíamos derrotá-los e por isso sou grato a você. Mas seja feliz do jeito que você quer, pois já sei que não quer ser Rei de Asgard. Então tchau e bênção". Mais tarde, foi visto que esse cara não era o verdadeiro Odin Lecter, mas sim o Loki que finalmente atingiu o seu grande objetivo de governar Asgard sem ser incomodado.

Cena pós-créditosEditar

 
Na cena pós-créditos descobrimos que o Éter é uma Joia do Infinito e foi entregue para alguém confiável, o Colecionador.

PersonagensEditar

  • Thor (Chris Hemsworth) - Voyeurista experiente, é uma divindade mitológica que dedica-se a espionar sua namorada na Terra, escondendo seu ciúmes, até pensar que está sendo corneado e decidir ir investigá-la, acabando assim, acidentalmente, como personagem principal.
  • Jane Foster (Natalie Portman de saco cheio) - Uma astrofísica cuja vida está novamente em perigo graças ao seu incrível talento de sempre estar nos lugares errados, na hora errado, no filme errado. Dessa vez ela estava numa fenda interdimensional e acabou se tornando o recipiente de uma antiga macumba élfica capaz de destruir o universo.
  • Dr. Erik Selvig (Stellan Skarsgård) - Protagonista do filme, um cientista maluco que devido aos seus vastos conhecimentos de astrofísica experimental é incumbido de salvar o mundo durante uma invasão alienígena interdimensional.
  • Clovis Bornay (9º Doutor Christopher Eccleston) - Líder supremo de um grupo de carnavalescos que tem como objetivo adquirir uma purpurina mágica chamada Éter e levar glamour para os 9 universos. Ele só não esperava que uma nerd sem peito assimilasse esse éter e passa o filme tentando capturá-la, até morrer esmagado por um carro alegórico quando tentou, sem sucesso, levar o carnaval carioca para Londres.