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Banda oficial da Tropa de Elite


Bolsa delícia.jpg Passa a certeira! Perdeu, preibói!

Aê, meu, este artigo é verde-amarelo, mano! Só fala de futebol, come feijoada, exporta travestis, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela dificuldade de atendimento médico.

Arband.jpg Este artigo é sobre um(a) artista, grupo musical ou uma banda.

Certamente, seus fãs idiotas alienados o odiarão!

Cquote1.png Você quis dizer: Men At Work Cquote2.png
Google sobre Tihuana
Cquote1.png Hmmm...Já ouvi falar, não é a cidade mexicana? Cquote2.png
Você sobre Tihuana
Cquote1.png Aah, é deles? Nem sabia... Cquote2.png
Você ao saber que todas as músicas algumas músicas do Tropa de Elite são do Tihuana
Cquote1.png Eles misturam rock com reggae. Mas, hey! Nós que fazemos fazíamos isso! Cquote2.png
Men at Work sobre Tihuana
Cquote1.png TROOOOPA DE ELITE OSSO DURO DE ROER!! Cquote2.png
Poser do Tijuana tentando se passar por rockeiro

Tihuana
Tihuanabanda.jpg
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Origem BOPE, PM
País {{{país}}}
Período {{{período}}}
Gênero(s) Rock fumado
Gravadora(s) Universal
Integrante(s) PG, Baía, Roman, Egypcio, Léo
Ex-integrante(s) {{{exintegrantes}}}
Site oficial {{{site}}}


Tihuana é uma banda de rock brasileiro/Nerd Metal formada em 1999, que só é ouvida por funkeiros, e, desde então só é famosa por escrever músicas para os filmes da Tropa de Elite, isso como medida desesperada para parecerem mais machos. O Capitão Nascimento já foi vocalista da banda, mas, após enfiar a vassoura no rabo de todo mundo, e de toda a banda ter gostado, largou o Tihuana. Mas para seguirem de boa com a gravadora, seguiram como machos por força de contrato.

Índice

InícioEditar

A banda começou em pleno Rio de Janeiro, enquanto Capitão Nascimento, em seu auge de fama dentro da polícia pretendia aumentar sua fama ainda mais. A ideia era montar uma banda especial para o BOPE, mas, como alguns integrantes do mesmo eram só funkeiros fanfarrões, ele decidiu procurar alguém na PM mesmo, já que por lá, ninguém faz porra nenhuma mesmo. Então a ideia foi simples, pegar as panelas do refeitório, um pedaço de madeira, e, neste pendurar alguns barbantes para ter som, além de outro igualzinho, mas que não ia fazer som nenhum, além de dois galhos de árvore para ficar batendo pra fazer foguinho. Estavam prontas a bateria, guitarra, o baixo e a percussão. Restavam os integrantes.

 
Tihuana chegou a lancar sua própria cerveja, mas, o erro ortográfico no rótulo matou as chances de a banda ser ao menos conhecida como cervejeira.

Um guitarristaEditar

Foi feita uma seleção rígida para saber quem se dava malhor com a guitarra de pobre. Foi fácil, logo descobriram que o sr. Léo Ronaldão, um PM vagabundo que trabalhava na conservação de carroças ferraduras dos cavalos viaturas policiais também trabalhava com tricô e sabia fazer daqueles barbantes ao menos algo parecido com cordas de aço. Na verdade ele não toca porra nenhuma, se bobear nem punheta toca direito, mas, como a banda precisava de alguém...

Um bateristaEditar

Na verdade as cozinheiras do refeitório reivindicavam uma vaga como bateristas para liberar as penelas. Nisso descobriram que uma delas, na verdade, era ele, P.G. E, como ele leva jeito para ficar batendo por horas com o pau na mão, foi a escolha certa. Mesmo assim, por não ser uma mulher do grupo, as cozinheiras não liberaram a panela de pressão, que seria o destaque da banda, for fazer barulho irritante que entraria na cabeça dos alienados que ouvem essa merda, e os faria ficarem loucos, até porque, só louco compraria um CD deles.

Um baixistaEditar

Na realidade foi uma escolha simples. Precisavam de algum idiota para fazer número na banda e tocar baixo. Na realidade, não tocar nada, até porque só ele escutaria o que ele toca...Para isso, chamaram um especialista em ser coadjuvante entre brasileiros...Um argentino, oras! Román (que não sabemos ainda se é fruta ou não) estava preso por ser um infiltrado das forças argentinas no Brasil, que queria descobrir os segredos de nosso país e enviá-los para a Argentina (vale tudo para tentar ser pentacampeão). Nisso, como forma de aumentar sua vergonha, ele seria o inútil dentre os brasileiros, sendo o mais esquecido. Como ele sabia tocar baixo...

Um vocalistaEditar

Inicialmente seria o próprio Capitão Nascimento, mas, como o mesmo vivia com problemas na voz, decidiu por abrir mão. Virou apenas o empresário da banda, fazendo asism uma peneira para descobrir quem seria o melhor vocalista para a banda. Eis que então, Capitão Nascimento decide dar uma olhada num lugar único: o banheiro dos PM's. Sim, em plena guerra na favela, eles estavam concentrados em uma delegacia, e, Nascimento queria ver quem cantava melhor no chuveiro. Eis que ele descobriu Egypcio, um mané que era impossível de passar despercebido, ainda mais porque estava cantando Florentina. Como ele estava sem fazer um bico típico dos PM's tem um bom tempo claro, porque ele não servia pra nada, ele topou na hora a ideia para ser integrante desse lixo musical.

PercussãoEditar

Ora, alguém tem que ficar batendo pauzinho. Com preguiça de aprender bateria, e, de comprar uma, Baía só ficava com os pauzinhos de um lado pro outro batendo-os em tudo o que via pela frente. Para livrar os outros policiais dessa irritação, Capitão Nascimento tratou de colocá-lo na banda. Po, policial já sofre, ainda ter que aguentar isos é sacanagem, né?

MontagemEditar

Após iddo, Capitão Nascimento viu que no Rio, provavelmente essa merda nunca ia fazer sucesso se bem que nem hoje faz, talvez porque mais de 80% da massa de traficantes população é mais chegada no funk claro, porque 80% do Rio é composto por favelas. Então, malandramente, uniu o útil ao agradável(?) e foi para São Paulo com o grupo. Obviamente, botou essa porra na rua, pra ver se algum mané gostava. E não é que alguém gostou? Na realidade foi o mesmo produtor de Tropa de Elite, que, na realidade, gostou foi do Capitão Nascimento. Decidiu fazer um filme sobre ele, baseado num livro dele que já existia. Mas, para isso, Capitão Nascimento deixou claro que o tal grupo tinha que fazer boa parte das músicas do filme. De cara virada por achar o som daqueles manés um lixo não se preocupe, eu também acho, ele decidiu cumprir o combinado.

Origem do nomeEditar

Na realidade era para a banda se chamar Bonde do BOPE, mas, para não rivalizar com o Bonde do Rolê, decidiram pror procurar outro nome para essa merda. Eis que, enquanto andava tranquilamente pela rua, P.G. achou no chão uma passagem para a cidade de Tihuana, no México, ao lado de uma foto de um paraíso. Obviamente, ele decidiu por falar aos demais integrantes que sua avó estava com pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose, para se livrar dos ensaios e assim se mandar para Tijuana. Mas ele não se deu conta de que a tal foto era na realidade um cartão-postal de Cancún, uma outra cidade do México que em nada tinha a ver com Tijuana. E lá, ele se deparou com o Inferno, ou, como preferir, com o próprio Rio versão mexicana, pois logo quando colocou o 1º pé na cidade já foi inteiramente roubado. Ficou nu, e, logo se lembrou de seus amigos(é sempre assim...). Tratou de assustar os demais mexicanos sendo o único homem a não ter algo comum, e ameaçava urinar nas pessoas(sim, pois mulher também pode mijar em pé) que não dessem seus celulares à ele. Como a merda da cidade também não tinha linha, subiu para uma montanha na qual soltou a franga de vez e começou a encarnar o homem-aranha gay e ligou para os demais amigos, que, obviamente, largaram P.G. lá e procuraram um sósia dele pra seguir a banda foram atrás do amigo para resgatá-lo. Para não esquecer desse episódio, logo Tijuana virou o nome da banda.

DiscografiaEditar

Ilegal (1999)Editar

 
Capa do 1º CD do Tihuana. Parece mais um grupo de rappers...

Com uma capa que lembra mais a de um CD de um grupo de rap, o Tijuana lançou seu 1º CD já com a música Tropa de Elite(o que consagra a banda também como banda de lesado, porque só 8 anos depois do lançamento que essa porra começou a fazer real sucesso). Com muito tango, macarena e lambada ritmo latino também presente, o álbum foi sucesso em ficar encalhado nas lojas de CD's pelo país. O nome ilegal é só pra tentar dar uma ênfase de malvados e rockeiros mesmo. Se bem que ilegal mesmo seria botar essa merda à venda.

A Vida nos Ensina (2001)Editar

Já livres da dependência de Capitão Nascimento, que foi brilhar nos cinemas, logo a banda decidiu aderir ao movimento da maconha e a usou para produzir seu segundo álbum, com muito reggae misturado com rock efeitos da maconha. O curioso é que a música "Jamaica No Problem" não tem nenhum traço de reggae, é rock normal. Realmente, são Dorgas manolo, RIAIRAIRIARIAIRIAIRAIRIA.

Aqui ou em Qualquer Lugar (2003)Editar

Esse é mais porrada do que os anteriores. Como o alternativo estava em alta nessa fase do rock nacional, eles resolveram também entrar nessa barca furada, mexendo na proporção rock/reggae e colocando um pouco mais pro lado do rock (e também metendo um pouquinho de rap no meio, afinal era o que mais a molecada ouvia nesse tempo). O disco traz também uma versão do hit natalino "Papai Noel Velho Batuta", apesar de ter saído antes do meio do ano.

Tijuana (2005)Editar

Com a criatividade de quem intitula o nome de seu QUARTO álbum com o nome da própria banda, o Tijuana preparou uma homenagem especial àos pedófilos na música chamada Renata. Na realidade a ideia era fazer com que eles fossem comprar essa merda só pra ver como era, e depois agirem como se a banda fosse preconceituosa, espelhando isso pelo Brasil e automaticamente dando mais fama à banda. Hmmm....não deu certo. Digamos que nem essa gente idiota conseguiu gastar seu dinheiro num lixo desses.

Um Dia de Cada Vez (2007)Editar

 
Cobiçado local de ensaio do Tihuana. Vide a modernidade e o estado de conservação inigualáveis.

Relata o sofrimento da banda sobre ter que pagar o aluguel de todos os dias que usou para ensaiar num ferro velho. Decepcionados e sem dinheiro, tentaram falar com o Seu Barriga diretamente para o mesmo não os impedir de ensaiar mais, mas, como ele estava ocupado cobrando aluguel do Seu Madruga, decidiram por fazer isso no próprio álbum da banda. Se percebe pelo próprio nome das músicas:

  • Na Parede do Quintal — Relato sobre o sofrimento com relação à parede dos fundos do local do ensaio, que vivia com um vazamento de água, e, eles criaram essa música como forma de tentar abaixar o valor do aluguel devido a esse fato. Dizem eles que atrapalhou na musicalidade, mas, o que atrapalha a musicalidade deles são eles mesmos.
  • De Longe — Diziam eles que queriam ao menos continuar ensaiando por ali, nem que seja no matagal de trás do quartinho do ferro velho.
  • Um Dia de Cada Vez - Uma contra-oferta à Seu Barriga, que queria o valor referente à todos os dias atrasados de uma só vez. A banda, sem dinheiro, ofertou o pagamento disso em 666 vezes sem juros no carnê das Casas Bahia, sendo assim, um dia sendo pago de cada vez.
  • Liberdade Não Faz Mal a Ninguém - Se referem à liberdade de treinar no local sem nenhum PM batendo na porta para cobrar aluguel. Uma outra pedida indireta para descontar os valores referentes à esses momentos em cima do valor total do aluguel.
  • Um Novo Dia- Conta a experiência da tentativa frustrada de mudar o local de ensaio, para dentro de um frigorífico. Não se adaptaram bem à nova experiência, e, por isso buscam um recomeço com Seu Barriga para voltar a ensaiar no ferro velho.
  • Procurar sem Parar- Sobre as recorrentes tentativas de procurar dinheiro em tudo quanto é lugar para poder pagar à Seu Barriga o montante devido.
  • Só uma Canção- Pedido da banda para Seu Barriga liberar ao menos mais uma canção para treinarem e lançarem um single.
  • Não Vou Mudar o Mundo- Desabafo sobre a situação atual da banda em relação à tudo isso, que, do modo que o Seu Barriga não os deixa ensaiar, eles não vão conseguir modar o mundo para pior.
  • Outra História — Uma música relatando a história de amor da banda com o lugar mas que ressalta que começar tudo de novo é entediante e cansativo.
  • Com Você — Com o Seu Barriga eles parssaram diversos momentos, alegres ou não, e eles ressaltam isso nessa música. Puxa-saquismo identificado
  • O Fogo- Retrata a experiência que tiveram quando acidentalmente deixaram um Coquetel Motolov cair no chão.
  • No Meio do Caos — Atual situação da banda, que hoje segue invadindo o local para ensaiar e corre quando são descobertos se vira de todos os modos para arrumar um lugar pra ensaiar.
  • Silêncio — Uma música que expressa tuuuuuuuuudo o que a banda diz sobre a qualidade de si mesma. A começar pelo título.

Demonstração do processo compositivo da bandaEditar

Uma das principais influências do Tihuana, como já dissemos, é a maconha. Isso pode ser percebido na seguinte letra:

 
Ah, agora eu também tô vendo... Pô. Irado, aí.

Gnomos eu vi lá em Marte
Gnomos por todas as partes
Na relva, na selva crescente
Gnomos em torno da gente
Eles querem nos ajudar
E nós não devemos temer
Gnomos ensinam a amar
Gnomos nos fazem viver

(refrão 2x)
Eu vi gnomos
Ha-Ha-Ha-Ha-Ha-Ha
Eu vi duendes

Gnomos não fumam cigarro
Cigarro só verde e amarelo
Gnomos ficam sossegados
Embaixo de seus cogumelos
E a população dos gnomos
Exorbita-se a cada segundo
Gnomos querem ajudar
Vamos lá dominar os casmurros

(repete refrão 2x)

Gnomos não nascem do pé
Gnomos não brotam do chão
E a mente fluente é que é
Seu meio de reprodução
Gnomos são nossos amigos
Gnomos não são perigosos
Gnomos são inofensivos
E amigos dos mais grandiosos

(repete refrão até o final)


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