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Tiro

Nota: Este fala de uma cidade do Líbano. Se procura pelo esporte, consulte Tiro (esporte)


Este artigo é um
Patrimônio Mundial da Humanidade.

Pode ser uma ruína, uma cidade
de merda, um matagal abandonado,
mas está protegido!

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Leitura recomendada apenas para
pessoas com cultura.

A UNESCO monitora este artigo.


Tiro (Inglês: Tyre; Transl: Pneu) é uma das principais cidades da Fenícia, um dos estados autônomos do Líbano, recebeu esse singelo nome em homenagem à interminável guerra civil no oriente Médio.

HistóriaEditar

 
Tiro.

Tiro foi o primeiro covil de mercenários do mundo. Tudo que Paraguai e Taiwan fazem hoje, Tiro fazia a séculos atrás vendendo o mais variado tipo de muamba, CDs de PlayStation e coxinhas de rodoviária por todo Mediterrâneo, marcando as histórias do Mar Egeu, de Cartago, da Sicília e da Córsega.

O sábio Rei dos Hebreus David, fechou uma aliança pacífica forçada com Tiro, para garantir todo o suprimento básico de camisinhas para o povo de Deus.

Tiro foi dominada por Nabucodonosor em 586 a.C., um rei excêntrico que dominou Tiro para conseguir de graça seu precioso estoque de tinta púrpura, munição e DVDs das Brasileirinhas.

Alexandre, o Grande também foi um famoso que dominou Tiro, decidiu inovar e criou a primeira boate de go-go-boys do Oriente Médio ali.

Mais tarde, na época que os católicos foram tirar umas férias na Arábia (movimento conhecido historicamente como Cruzadas), foram expulsos em 1291 pelos mamelucos por estragarem o comércio de burcas incentivando as mulheres a usarem biquinis nas praias de Tiro.

Atualmente é só mais um lugar onde ficam atirando lá pelas arábias...

Referências CulturaisEditar