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Tony Kanaan

Rio Bairros em inglês 6.jpg Ordem para os pobres, progresso para os ricos.

Aê, meu, este artigo é verde-amarelo, mano! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela ausência do Prêmio Nobel.

Cquote1.png Você quis dizer: Tony Canaã Cquote2.png
Google sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Você quis dizer: Tony Terra Prometida Cquote2.png
Google sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Você quis dizer: Vin Diesel Cquote2.png
Google sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Você quis dizer: Biff (Street Racer) Cquote2.png
Google sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Para um piloto ser uma lenda, além de pilotar bem, ele deve ter nariz e/ou queixo imensos! Cquote2.png
Provérbio chinês sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Meu dublê em Velozes e Furiosos Cquote2.png
Vin Diesel sobre Tony Kanaan
Cquote1.png Tá demitido! Cquote2.png
Michael Andretti após ele perder seu principal patrocinador
Cquote1.png Nada a ver comigo! Cquote2.png
KNaan sobre Tony Kanaan

Antoine Rizkallah Kanaan Filho
Tony Kanaan.jpg
Narizinho...
Nascimento 31 de Dezembro de 1974
Salvador, link={{{3}}} Bahia, Bandeira do Brasil Brasil
Nacionalidade Bandeira do Brasil Brasil
Ocupação Piloto
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Tony Kanaan.

TONY KANAAN, corriqueiramente chamado de “Tony Canaã”, “Tony Terra Prometida”, “Vin Diesel Cover” e “Biff (Street Racer) Cover” é só mais um no processo antiamericano em que a Fórmula Indy se encontra.

Nascido em Salvador, em 31 de Dezembro de 1974, ou seja, trollando a própria família que estava planejando uma ceia inesquecível, achava que seu destino estava na DTM, mas, como Vin Diesel precisava de dublês para cenas automobilísticas em alguns de seus filmes, resolveu investir em sua carreira yankee, para a alegria de Randy Bernard, que sempre terá acarajé, tapioca e outros quitutes baianos a venda nas cantinas dos GPS, o que dá muito dinheiro.

Atualmente, defende a KV, que, nada mais é do que a Lotus querendo comer o acarajé baiano, o petróleo venezuelano da PDVSA e o chocolate suíço de seus pilotos. Até pouco tempo, ele corria na Andretti, mas, como foi in$ufici€nt€m€nt€ capaz d€ guiar $€u carro, foi dispensado pela equipe.

É muito amigo de Rubens Barrichello, sempre o confortando por causa do bullying que o ex-piloto da F1 sofre por conta dos brasileiros, são tão amigos que, se não fossem pilotos, diriam que eles dois têm um caso (e no mundo real só existe UM piloto gay. (não é o Nico Rosberg), ou seja, automobilismo é um esporte homofóbico.

Por ter raízes libanesas, junto com Allam Khodair e Felipe Nasr, fizeram uma campanha para os aspirantes a pilotos daquele país: quem quiser pilotar, venha ao Brasil, porque os únicos libaneses pilotos conhecidos são brasileiros.

Sofre com os reflexos de sua amizade com Barrichello, ou seja, dá muito azar em Indianápolis: lidera, faz 2 mais 2 dar 5 na pista, mas, sempre dá uma cagada e perde a corrida.

Como brasileiro é um povo que só se une para ver jogo da Seleção Brasileira de Futebol, ele é um tanto desunido e não se bica com Hélio Castroneves. Também, com um nariz daqueles, ele não vai se bicar com ninguém...

Índice

A Infância:Editar

 
Amigos? Que nada!

Os pais de Kanaan fugiram do Líbano na mesma frota que levou fugidos do país como Aracy Balabanian pro país, mas, que em uma baldeação na França e esqueceu o Mika por lá e ainda colocou acidentalmente nomes como Tony Shalloub e Serj Tankian em um navio para os Esteites.

Como não podiam arranjar um emprego no país justamente por estarem fugidos e o governo local usar todo o recurso possível para encontrar os fugitivos, não puderam dar uma vida de piloto estereotipada ao seu filho, que teve que trabalhar desde cedo para poder ter algum dinheiro.

Foi vender coco na praia, o que, se tratando de Bahia, era um negócio que gerava trilhões de reais, enriqueceu muito rápido, porém, perdeu seu pai, assassinado após ser sequestrado, com o sequestrador querendo os negócios do filho.

Como o sistema é impune com os anônimos, ele resolve iniciar sua carreira automobilística, se tornar famoso, parar de ser vítima do sistema e poder ter dinheiro para poder contratar assassinos treinados por mestres das artes marciais para matar o assassino de seu pai.

A Carreira:Editar

Kart:Editar

Como na Bahia não tem kartódromo disponível, já que todos são usados para testes de trios elétricos todo o tempo, afinal, em fevereiro e em março eles não podem fazer feio, então, foi para Goiânia São Paulo, treinar no Rio Tietê, aprendendo a fazer slalom nos carros parados no trânsito. Como lá tinha kartódromo, ele começou a correr em definitivo.

Enquanto corria, conheceu Rubens Barrichello, um piloto que sonhava em entrar na Fórmula 1 e que achava que jamais seria reconhecido no mundo inteiro, menos no seu próprio país, onde achava que nunca seria bulinado. Assim criando uma amizade incrível que perdura até hoje, quando um é desconhecido do grande público e o outro é bulinado pelo mesmo.

Após anos repartindo títulos e mulheres com o Barrica no kart, os dois se mandam para a Europa, cada um seguindo caminhos diferentes. Enquanto Barrica tinha patrocínio da Arisco (ou seja, tão zicado que acabou falindo a empresa), Tony levava à Europa patrocínios da própria empresa de água-de-coco, da barraca de acarajé Nega Maluca e do rodízio de tapioca que tinha no Pelourinho.

Na Europa:Editar

 
Aprovou o artigo

Com o patrocínio de tudo o que há na culinária baiana, ele compra uma vaga em uma equipe na Fórmula Boxer, categoria com carros de corrida feitos em caixa de papelão, onde venceu algumas corridas e foi campeão, mas, por ser uma categoria muito perigosa, já que essas caixas de papelão poderiam se desintegrar com facilidade, além das áreas de metal do carro ficarem extremamente quentes por causa da energia cinética, ou seja, podendo queimar o toba de qualquer piloto. Assim, resolve ir para a Alemanha, onde participa do projeto de vandalismo da DTM que se chamou ITC.

Lá, conhece Dario Franchitti, sem imaginar que esse seria seu grande rival fora da DTM e que seria ele o responsável pelo fato de o piloto escocês estar casado com a Ashley Judd. Após perceber a merda em que se meteu, resolve sair da categoria, mas, estava sem patrocínio, já que seu patrão não se achava senhor feudal para cobrar para trabalhar, ao contrário de alguns chefes de equipe nos Esteites.

Vin Diesel estava a procura de um dublê para cenas automobilísticas, o que é uma vergonha, um cara com “Diesel” no nome e arregar em cenas em um carro à 300 km/h, então, resolveu lhe doar uma estrutura para pilotar na Indy, tendo que começar por baixo.

Nos EsteitesEditar

 
TOCA RAUL!
 
O projeto que lhe colocou na KV: um carro movido a Itaipava.
 
Depois de deixar de beber, virou fã de Taylor Swift.

Lá, teve que começar na Indy Lights, a 2ª divisão da Indy, onde, conforme a promessa, teria que começar por baixo.

Como foi o único a pontuar a bordo de uma carroça aleatória, conseguiu uma vaga para correr de monoposto na elite do automobilismo yankee. Indy? Nada, era a CART (ou Champ Car. Não te culpo. Todo ano mudavam o nome da categoria), onde correu na equipe com o nome mais impronunciável da categoria: Mo Numm. Mas, como a Chip Ganassi estava sob efeito de Gameshark, principalmente a de Alessandro Zanardi, ela era invencível, e, como Terra Prometida estava querendo muito vencer, os caras da equipe o jogaram na Indy, onde não existiam equipes invencíveis, e ele poderia vencer corridas, a Indy 500 e se entornar com leite (aquele derivado de animais femininos, seu pervertido!)

Chegando lá, viu que o mundo não era esse lugar filho da puta em que vivemos, pois acreditava em justiça sobre rodas, em uma categoria em que a existência de carros invencíveis era proibida.

Mas o cara deu muito azar (reflexo da amizade com Barrichello?). A Chip Ganassi correria a Indy 500 justamente em seu ano de estreia. Ainda sim conseguiu liderar a corrida, mas, deu merda no carro dele e ele teve de sair da corrida. Praga da Ganassi, medo deles ou deu azar, vitimado pela amizade com Barrica? Até hoje ele não respondeu essa questão.

2 anos após a estreia e tendo Michael Andretti como patrão, ou seja, um sósia do Vin Diesel trabalhando para um sósia do Falcão, ele mais uma vez não vence a Indy 500, mas, contraria o clichê universal de que o vencedor da Indy 500 é o campeão da Indy. Ele já estava de saco cheio de gente falando isso e quebrou esse estereótipo. Agora o mundo sabia que nem sempre são os mesmos vencedores. E assim, o mundo (exceto o Brasil) conheceu o novo campeão da categoria.

No ano seguinte, ele achava que finalmente venceria a Indy 500, mas, foi vítima da praga antibrasileira lá, já que, anquele ano, todos os pilotos brasileiros que lá correram, foram sacaneados por circunstâncias do destino: boicotes, vazamento de óleo, rival jogando o carro em cima dele... No fim das contas, acabou seno vice para o mais recente piloto da Fórmula Mundo do Além, Dan Wheldon

Como gostava muito do seu estilo “Baêa, Méu Réi” de pilotar, e querendo abrir uma sessão de culinária baiana, os caras da 7-Eleven resolvem patrociná-lo nos próximos anos.

Patrocinador novo, as mesmas zicas de sempre: mais algumas zicas na Indy 500, a entrada definitiva da Ganassi na Indy, Sam Hornish Jr., tretas com Castroneves, algumas vitórias e assim viveu a vida.

Após a 7-Eleven ficar com o na mão após a Crise, desfaz o patrocínio, assim, ele é chutado da Andretti e tem que ir para a fila de emprego buscar uma vaga nova.

Chegou a assinar para correr na equipe de Gil de Ferran, mas, era outro que arregou com a Crise, e o deixou desempregado com o contrato mais rápido da história do automobilismo.

Eis que chega a Lotus e lhe oferece uma vaga na KV, onde ele seria uma espécie de crash tester para os carros que estreiam em 2012, além de buscar tecnologias para que esse carro seja movido à vatapá, acarajé e tapioca, assim, economizando bilhões com combustível. Após o ano de despedida do carro antigo (e do Wheldon, que reencarnou em todos os carros novos, por isso se chamam DW-001), ele disse que agora vai. Títulos, Indy 500 e finalmente dará um tempo para dar um banho de sal grosso no amigo Barrichello?

Em 2013, Tony já sofre um grande baque na carreira: vê seu guxo Barrichello sendo contratado pela Globo para comentar a Fórmula 1 e tentar dar um trato na Stock Car Brasil, além de ter virado mene na internet, sempre usado em atrasos. Com isso, segue a temporada mordido, ainda mais em uma equipe que troca o "V" por "Y" por várias vezes com as estratégias.

Após a KV Racing Tecnology ter virado "KY Racing Tecnology", o fodendo nas ruas de São Paulo, ele só tinhba um foco; Indianápolis. Ele foi sincero. Só um pedido:   Não me fodam nesta corrida, por favor!   E foi com esse singelo pedido, ele conseguiu aguentar todos os Andrettiboys (High Hunter, Mario Andretti, Jimmi Hint Clip e Carlos Muñoz, um novato que disse a imprensa que ficaria feliz só de ver o Bolacha não errar seu nome, como o fez com os colegas de equipe). Foi na raiva, após ter sido chutado pela equipe. Franchitti pensou em tudo o que Kanaan fez por ele ao longo dos 18 anos que se enfrentam nas pistas e lhe entregou a paçoca sacrificando sua corrida. 1º título dele na Indy 500. E rosto estampado no troféu, que precisará de um contrapeso agora, já que o nariz dele, junto com o do Emerson Fittipaldi...

Semelhança com Vin Diesel:Editar

 
Tire suas próprias conclusões. O Tony é o da direita...

Ver tambémEditar

v d e h
Pilotos da IndyCar Series