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Tutorial de como transar com a própria mãe

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Cometinha.jpg Este é mais um artigo com pretensão pseudo-científica, portanto, seu autor é um desocupado mentiroso que não diz coisa com coisa.
Garota hentai.gif TAAARAAAAADO(a)!

Tava procurando putaria e caiu nesta página "sem querer", não é?! Pelo menos feche a porta do quarto e divirta-se!


Autor das técnicas psicanalhas.

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Filho da Letícia Spiller sobre Tutorial de como transar com a própria mãe
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Filho da Letícia Spiller sobre Tutorial de como transar com a própria mãe


Capa do livro Tutorial de como transar com a própria mãe.
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Uma mãe começando a ser persuadida com as técnicas do livro.

Tutorial de como transar com a própria mãe é uma obra de Sigmund Freud, escrita em 1903, que ensina vários métodos científicos para filhos incestuosos convencerem as próprias mães de praticar sexo com eles, dando ênfase na persuasão à pratica do sexo anal e à linda técnica do boquete materno, com o íntegro intuito de heroicamente melhorar rotina sexual da humanidade.

Freud explica que mães e filhos, em nível do inconsciente, desejam manter relações sexuais durante a vida inteira, de modo que o incesto entre mãe e filho seria produto de uma vontade inconsciente do filho querer voltar a morar entre as paredes do útero materno, e por uma vontade inconsciente da mãe de que parte do seu corpo retorne a seu útero. Assim, no inconsciente, o pênis do filho representaria a conexão umbilical do sentimento de maternidade.

Em suma, Freud afirmava que a não existência de um pai na família. por si só, já abre caminho para o filho comer sua mãe, e conseguir uma uma rotina diária de sexo com ela. No entanto, segundo Freud, os pais deveriam incentivar que suas esposas transem com seus filhos como forma de esforço educativo, já que Freud deixava claro que o adolescente na fase de crescimento do qual tem a oportunidade de praticar sexo diariamente com sua mãe tende a ser um ser humano mais pacífico e tranquilo na vida social. Segundo o Freud quando o adolescente faz sexo com muita disciplina e ousadia com sua mãe, ele não vê motivos para se estressar com os assuntos de sua vida, a ponto de não apresentar grau significativo de agressividade e de machismo.

Índice

Mitologia gregaEditar

Para explicar o inconsciente sexual das mães e seus filhos, Freud utilizou um mito grego do Édipo-Rei para explicar que mesmo duas pessoas não sabendo do seu laço de parentalidade maternal, elas têm uma tensão sexual uma pela outra, e como a inibição social do incesto não se apresenta por não saberem disso, a rotina sexual acontece com certa facilidade. Esse fenômeno, Freud o nomeou de complexo de édipo.

Em resumo, o mito conta história de Jocasta, uma Milf grega gostosa para caralho que dá a luz a uma criança chamada Édipo. Laio, pai de Édipo, abandona seu filho, com inveja pelo fato do bebê ter um pênis muito grande para sua idade, e o deixa sozinho com os pés amarrados, esperando a morte. Depois de salvo, Édipo cresce, e ao voltar à cidade que foi encontrado, mata seu pai Laio, sem saber que ele era seu pai, e casa com a esposa milf dele.

Édipo abordou Jocasta, dias depois do funeral de seu pai, e os dois tiveram uma tensão sexual muito grande. Jocasta percebeu o volume de sua calça, e como rainha, ela ordenou que revelasse seu pênis, e maravilhada com tamanho do pênis de Édipo, aplicou um sexo oral nele. Jocasta se apaixonou pelo pênis de seu filho, e começou a transar com Édipo todos os dias, tornando-o Rei. Édipo a engravidou, gerando uma filha chamada Antígona.

No entanto, algum velho babaca conta a verdade para os dois, e a rainha se suicida e depois Édipo fura os próprios olhos. Anos depois, Édipo vira um eremita, que só é cuidado por sua filha Antígona, que muitas vezes mentia para seu pai cego que era outra pessoa para poder salivar a rola gigante do velho. Ao morrer, sua alma volta para Jocasta, e os dois passam a transar a eternidade inteira no tártaro do inferno (já que está no inferno, abraçar o capeta não pega nada).

Freud afirma que Édipo e Jocasta teriam uma vida feliz e sexualmente saudável, se não soubessem do grau de parentesco deles, o que indica que se eles tivessem aceitado o fato de serem mãe e filho transando, a vida deles seria de fato boa. Segundo Freud, mães e filhos têm um desejo inconsciente de realizarem conjunção carnal, e quando esse desejo é atendido e aceito, a satisfação pessoal das partes provoca um estágio terapêutico de nirvana. E por esse motivo, Freud diz que temos que conscientizar os jovens da importância da prática de incesto materno na sociedade, de modo que se cada um fizesse sua parte comendo a própria mãe, teríamos um mundo com pessoas mais preocupadas com sexo do que guerras.

Técnicas Sensuais para se comer a própria mãeEditar

 
Cara de culpa de uma mãe depois do incesto.
 
Técnica de instigação acionada.
 
Técnica sexual aplicada por meio da pena.

Para você que não passou no ENEM, vamos fazer um resumo para você passar no vestibular da buceta da sua mãe. Primeiramente, Freud afirma que sua mãe naturalmente tem uma grande fantasia sexual por você dentro do inconsciente dela, só que ela não tem ideia isso. Fazer com que a sua mãe transe com você é fazer com que o inconsciente dela alcance o consciente, contraindo o que os médicos chamam de Atração sexual genética. Freud não chama esse fenômeno de doença e sim um estágio natural do ser humano, já que o inconsciente esconde o que as pessoas são realmente.

Nesse sentido, é importante dizer, que para Freud, tudo pode ser explicado com duas respostas: a) a pessoa quer comer a mãe; e b) tamanho da piroca. Dessa forma, a melhor forma de despertar o inconsciente tarado de sua mãe é ter um grande pauzão entre as virilhas, pois um pau enorme desperta o interesse que sua mãe precisa para querer te dar, momento que ela entra em um grande estágio de pertubação mental de interesse sexual, aumentando os índices de produção de saliva e sofrendo altas dozes de excessiva masturbação da qual ela não quer aceitar.

Nessa técnica, o filho deve fazer o máximo de tempo de exibição de seu pênis endurecido para sua mãe, seja saindo do bando ou andando com barraca armada. É possível também o filho perguntar para mãe se acha que a situação atual com o pênis dele está normal, pedindo que ela veja se tem algo com que se preocupar, como algum tipo de marca estranha. O objetivo é deixar o pênis a mostra com você e sua mãe olhando para ele, como se fosse o normal, até que ela tenha coragem até mesmo encostar.

 
Rotina perfeita com sua mãe gostosa.
 
Infância de um leitor da obra.
 
Transe incestuoso materno.

Sem que perceba, a mãe da pessoa acaba ficando com a imagem da rola do filho na cabeça, e lembrando com uma certa admiração do órgão genital em referência. A mãe passa por uma situação de não aceitação de sentimento, no entanto o filho deve alimentar isso o quanto possível, pedindo conselhos sobre sexo, deixando ela mais a vontade de conversar sobre esse assunto.

Assistir filmes na cama dela é um bom ponto de interação entre seus corpos, a ponto dos dois dormirem juntos assim como malhar juntos na academia. O nível de interação dos dois corpos deve estar cada vez mais próxima, e além disso o filho deve se preocupar em participar intensamente da rotina dela, ajudando-a com tudo, trabalhando para os dois se comportarem como melhores amigos, e discutirem com naturalidade sobre tudo, inclusive sexo. Nessa situação, o filho deve praticar massagens na mãe com mais frequência, principalmente nos pés, para assim aumentar radicalmente o nível de interações corpóreas com a mãe.

Dessa forma, quando o nível de intimidade estar muito alto e na hipótese dos dois morarem sozinhos juntos, o filho deve ser franco e direto, abaixar as roupas íntimas com certa naturalidade, em um momento de descontração, e perguntar o que ela acha do pau dele. Como o nível de inconsciente já está se apoderando do seu consciente, ela dará umas risadas, por que na realidade ela já se deu conta que o pênis do filho é bem grande, e ficará sem graça, mas sorridente. Nesse caso, o filho deve perguntar que se ela não fosse mãe dele, o que acharia do pau dele, aumentando o nível de tensão sexual dos dois. Independentemente da resposta, depois desse evento, a prática de incesto é iminente, e em outra oportunidade que os dos vão a uma piscina, ou ficam na mesma cama, por um rápido ímpeto de luxúria, começam a transar.

 
Unboxing de rola.

Depois do primeiro sexo, a mãe sente culpa pela prática incestuosa, porém é tarde demais, a luxúria materna do seu inconsciente seguiu para superfície, e agora tudo fica mais intenso. A partir daí, os dois iam passar seus dias transando no chão da sala, na pia da cozinha, na garagem, no quintal dos fundos, em cima da máquina de lavar, nos lavabos e principalmente nos quartos, provocando continuamente fenômenos de transes sexuais maternos.

Se você não tem um pau tão grande, não se preocupe com isso, inconscientemente sua mãe ainda que transar bem gostoso com você, basta você revelar seu inconsciente de putaria. A principal técnica para isso é demonstrar para sua mãe que você é um ser humano raro, isto é, agir como um verdadeiro e nobre Homão da Porra e dar atenção que sua mãe merece, ajudando-a a organizar a sua rotina, conversando sobre tudo, criando intimidade madura, e principalmente tirar dúvidas sobre sexo, de forma a demonstrar latentemente interesse sexual sobre o corpo dela. Nesse ponto, saber fazer uma boa massagem na sua mãe demonstrará que você sabe tocar em uma mulher com suficientemente com cuidado.

Segundo Freud, o filho deve provocar que sua mãe esqueça que a maioria dos homens são um bando de pessoas infantis, mal educadas, egoístas, pau moles, e que principalmente simplesmente não tem ideia de como fazer a vida de uma mulher um pouco mais especial e muito menos feliz. Para isso, o pervertido filho deve saber tudo a respeito de sua mãe, e ao mesmo tempo demonstrar interesse sexual nela, demonstrando para sua mãe que ele é realmente um homem com qualidades de alta raridade, até que ela perceba aos poucos que uma relação sexual com seu filho teria mais benefícios que transar com estranhos estúpidos e não confiáveis.

O inconsciente da mãe acaba despertando para ideia que sexo com seu filho dedicado tem muito mais pontos positivos que negativos, pois o incesto maternal é discreto, cômodo, diário, caseiro e confiável (assim sem camisinha), no entanto isso acaba sendo apenas uma ideia que passa na cabeça da mãe, do qual não imagina concretizar. No entanto, a intimidade acaba despertando a luxúria latente em seu ser que pode chegar no seu auge em muitas formas como uma confissão derradeira do desejo sexual do seu filho, ou como um fim de relacionamento com a namorada de seu filho.

O modo que o próprio Freud utilizou para estabelecer uma rotina sexual com sua mãe foi a chantagem. Ele explica que é muito comum filhos que flagram suas mães em relacionamentos extraconjugais, chantagearem elas em troca de bastante sexo. Desse modo, os filhos dizem que irão contar aos seus pais caso suas mães não mantenham uma rotina sexual com eles. Desse modo, a mãe, que já procurava aventuras extraconjugais, acaba transando com alguém mais novo, do qual convive diariamente com ela, e que possui uma energia sexual incansável, ficando, portanto, com um ganho maior de satisfação pessoal, de maneira que todas as partes saem ganhando. Para Freud, nesse caso os fins justificam totalmente os meios.

Transe incestuoso materno(efetivo pa caralho)Editar

 
Mãe ficando peladinha para se filho.
 
Mãe depois de uma semana do seu filho confessar interesse sexual por ela.

Quando uma mãe se entrega ao ato sexual com o filho, ela entra em um estágio de transe incestuoso materno, que nada mais que um estado de consciência em que o inconsciente edipiano emerge para superfície durante o ato sexual. Esse estágio começa principiologicamente quando a mãe decide se despir na frente do filho, para finalmente revelar sua tão fantasiada genitália e seus excitados mamilos para seu merecedor filho. Quando seu filho abocanha suas tetas, o inconsciente animal da mãe ativa fortemente, e enquanto seu filho chupa seus mamilos enrijecidos como se ela ainda fosse uma lactante, e ele, como um bebê, saboreando cada grama de seu imaginário leite esparramado nas circunferências de deliciosas mamas, o estágio de transe se encaminha para seu primeiro pico de adrenalina, propiciando um repentino, agressivo e inédito beijo de língua, que ocorre concomitantemente ao roçar de pênis nas cochas maternas.

 
Momento inicial do transe incestuoso.

O roçar da rola nos joelhos de sua mãe, provoca o segundo pico de adrenalina que faz a querida senhora imediatamente tocar a genitália do seu filho com carinho e ternura. E aí falta muito pouco para a mãe finalmente contemplar oralmente o pênis do seu filho como um templo de sabores nunca antes experimentado, de forma a massagear carinhosamente seu saco, salivando e percorrendo cada veia daquele pênis de sorte. Nesse sentido, o transe incestuoso já está em seu curso perfeito, de forma que sexo oral é sinônimo de contemplação. A mãe então esfrega seu rosto na rola de sua prole, demonstrando intensidade de desejo por aquele pau, aplicando um boquete muito molhado e relaxante.

Depois desse sucessivos picos de adrenalina já não tem mais volta, o filho a boa casa retornará, e lamberá a vagina dá onde saiu, e latejará seu pênis em direção ao útero de que em nove meses estava represado. A cada estocada de rola na cavidade vaginal materna simboliza o sucesso do suado objetivo do filho de trazer o inconsciente da mãe à tona, e os guturais gemidos de sua mãe significam sua estimada recompensa de satisfação de satisfazer as necessidades de sua mãe. Aumentado o ritmo de estocadas, e mãe já começa a sentir o orgasmo surgindo e a iminência do regozijo da ejaculação, enquanto a buceta materna não para de arder.

 
Tempo de qualidade em família.

Freud afirmava que sem sombra de dúvidas o sexo anal era o símbolo mais puro da conexão incestuosa de maternidade, pois representava a quebra definitiva com a moralidade em nome de uma rotina diária de luxúria. Afinal de contas, depois que uma mãe aceita fazer sexo com um filho, a ela acaba ficando mais aberta para muitas outras possibilidades sexuais, já que se sexo entre uma mãe e um filho já é condenado socialmente, ser sodomizada pelo próprio filho era só um detalhe a mais para o pecado muito bem consumado.

A ejaculação ocorre obviamente dentro da cavidade vaginal materna, por uma questão de fetiche de encher de sêmen o lugar onde sua própria fecundação existencial. E como a mãe está em estágio de transe incestuoso materno, ela só segue os ditames de sua própria luxúria e depois de ter sua buceta cheia de esperma, ela lambe a porra esparramada no pau do seu filho. Depois disso, o estágio de transe começa a acabar, e ela se dá conta do pecado que cometeu, mas como é impossível voltar atrás do que aconteceu, seu filho acaba ganhando uma parceira sexual para vida toda.

 
Momento inicial do transe incestuoso.
 
Agora, pronto. Graças a Freud, você é o tesouro da mamãe!
 
Agora, pronto. Graças a Freud, você é o tesouro da mamãe!

Ver tambémEditar