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Unesp Franca Relações Internacionais

Cquote1.png Você quis dizer: Comércio Exterior Cquote2.png
Google sobre Unesp Franca Relações Internacionais
Cquote1.png Você quis dizer: Umpa Loompa Cquote2.png
Google sobre a prof. Suzelaw
Cquote1.png Você quis dizer: Parada Gay Cquote2.png
Alunx da Sétima Turma sobre curso de RI
Cquote1.png Você quis dizer: Mão de obra Cquote2.png
Mickey sobre alunos de RI
Cquote1.png Você quis dizer: RY Cquote2.png
Qualquer aluno da faculdade sobre RI
Cquote1.png Aí sim, fomos surpreendidos novamente! Cquote2.png
Zagallo sobre o curso de RI ser mandado pra Franca
Cquote1.png Que chique... mas o que faz? Cquote2.png
Sua vó #chatiada.
Cquote1.png Yo no gosto de dar aullas para ellos, prefiero o Santiago Dantas. Cquote2.png
Hector sobre os graduandos de RI
Cquote1.png Não entendo nada do que ele fala. Cquote2.png
Aluno de RI sobre Hector
Cquote1.png O Estado sou eu. Cquote2.png
Suzelaw sobre ela mesma
Cquote1.png É minha, é minha, a porra da mesinha é minha. Cquote2.png
Prof. Paula sobre novos exemplos para aulas de Economia
Cquote1.png Fizo un currso pensando como se fosse pro meu fijo Cquote2.png
Hector sobre curso de RI em Franca
Cquote1.png É... ele não gosta de mim... Cquote2.png
Filho do Hector sobre Hector
Cquote1.png Uma grade muito apropriada para um curso de teatro internacional RI Cquote2.png
Samuel sobre grade do curso
Cquote1.png Trollando As Relações Internacionais. Cquote2.png
Definição de T.A.R.I
Cquote1.png Escolhi RI porque quero ser diplomata. Cquote2.png
Aluno de RI no 1° ano sobre carreira
Cquote1.png Me inscrevi no trainee da Ultragaz, da Danone e do Magazine Luiza. Cquote2.png
Mesmo aluno no 4° ano sobre carreira
Cquote1.png No RI só tem viado. Cquote2.png
Aluno do Direito sobre o RI
Cquote1.png Gato, vamos lá pro cantinho? Cquote2.png
Aluno do Direito acima para aluno de RI em festa
Cquote1.png Estou fazendo "História da Magia". Cquote2.png
Aluno de RI no 2° ano sobre optativa

Um dos formandos

Índice

O ComeçoEditar

O curso foi aberto em 2002, e teve o azar de se fixar no umbral de Franca, feudo cidadezinha de São Paulo que acha que é cidade grande e que não tem nada de internacional pra abrigar um curso de Relações Internacionais. Convém lembrar que sequer o Chico Xavier quis por os pés lá. O curso foi formado sob a imagem e semelhança da Prf. dra. o.c.a.4. Suzelaw, orientadora de Lord Voldemort e adepta dos ensinamentos de Maquiavel sobre como tratar o povo os alunos, e do prof. dr. mal. Hector, argentino que jura que é brasileiro. Consiste em um ramo do Direito Internacional que mescla rebus sic standibus com AI-5 de 1968 (sim, ele ainda vigora aqui). Desde então, o curso sobrevive com uma quantidade pequena de comensais da morte docentes, sendo que a maioria destes são da àrea de segurança e defesa, e a outra parte de professores de outros departamentos que ou acham o curso chique ou cansaram da briga de ego dos demais departamentos. Poucos anos após a inauguração do curso, em 2012, o curso ganhou seu departamento o D.E.R.I (Departamento de Enrolações em RI).

Os Nativos Mineiros FrancanosEditar

O povo francano é acolhedor, mas esquisito, muito esquisito. Um perigo quando estão ao volante, pois tornam-se verdadeiros peritos em barbeiragem como nenhum outro ser humano, a seta do carro só serve como jogo de luzes em esquentas de posto de gasolina.

Não raro, os filhos dos industriais francanos, que geralmente estudam na bosta da renomada Unifran desfilam com seus Porsches, Mercedes-benz, Audis e BMWs em frente à Unesp. Mas não se engane: é tudo leasing. Estes pseudo-ricos mal conseguem preencher um formulário on-line para sacar dinheiro do BNDES.

Acham que são paulistas, mas na verdade carregam o sangue dos mineiros.

Para entender os francanosEditar

  • "Nénão" - espécie de question tag ("não é mesmo?");
  • "VAPO" - designa espanto;
  • "Óia lá" - chamar a atenção para algo;
  • "Quantas horas?" - perguntar sobre o horário.

Para mais expressões, consulte o Dicionário Afrânio Português-Mineirês.

A Unesp FrancaEditar

Como muitas Unesps, a de Franca foi um convento carregado de transgressões do clero, da cúria e das freiras. É um Campus assutador, com tumbas e com ossaduras no subsolo bem como uma passagem secreta para a Catedral. Até hoje ninguém entende o porquê do sino da catedral dar 120 baladas por um quasímodo as 16:30h.

Em 2009, os cursos foram transferidos para o campus novo, situado na fronteira de Franca com o Acre, próximo à Terra Média. Foi construído graças aos esforços do dep. Roberto (o homem inseto) Engler, o cara que mais aparece nos outdoors de Franca fazendo propagandas enganosas verídicas, e do gov. José Serra, o governador amigo da educação, só que não.

O campus novo da Unesp Franca disputa com a Faculdade de Direito de Franca o título de brejo, graças ao que aquilo vira em dias chuvosos.

No campus novo, os grupos de extensão e os centros acadêmicos ficam no famoso puxadinho feat favela do campus, o CEE Barracão, porque ainda não existem espaços para os mesmos dentro do campus. E para quem vai de carro para a aula, realidade do internacionalista da unesp franca (maior renda per-capta do campus), visto que o campus novo é MUITO longe do centro de Franca, pode deixar o seu carro no estacionamento faculdade, infelizmente ainda não conseguimos a construção do heliponto, mas o CARI vem lutando por essa demanda dos alunos.

Sobre o CursoEditar

O curso forma especialistas em dar migué analisar porra nenhuma, pois analisam o governo Lula, a administração Bush e os princípios de Hegel. Todo mundo sabe que o Lula é um incompetente, o Bush é um carniceiro e os princípios de Hegel é a pura definição de porra nenhuma (não conte isso à Suzelaw, ela tem orgasmos quando ouve o nome do Hegel).

 
O que os formandos ACHAM que vão ganhar daí pra frente

O curso teve sua imagem corretamente erroneamente vinculada a Comércio Exterior e exportação de sapatos. No entanto, todos sabem que Relações Internacionais NÃO É Comércio Exterior, pois um é ministrado na Unesp e o outro é ministrado na bosta da renomada Unifran. A grade do curso é composta por matérias como Introdução ao Migué às RI, Economia da mesinha brasileira, Cultura brisa e linguagem, Ciência/Filosofia/Economia/Teoria/Whatever Política, e a matéria migué dos professores mais inovadora e essencial para sua formação... T.A.R.I (Trollando As Relações Internacionais).

Outro grande diferencial do curso são os inovadores e justos métodos de avaliação adotados pelos docentes, que vão desde provas de completar lacunas, muitas vezes, acompanhadas de listening e speaking, a até mesmo humilhações apresentações teatrais, Se Vira nos 30, e auto-avaliações psicológicas.


Oportunidades de TrabalhoEditar

Dos internacionalistas formados, 99% vão ser guias em alguma Disneylândia, 9% vão para o eixo Elizabeth Arden (Brasília, São Paulo e RJ), dos quais 90% vão ser bancários (nem para ser assessores de banqueiros), 5% acabam no reformatório do San Tiago Antas, e 4% vão para empresas trabalhar em condições antes da Lei Áurea, e 1% acaba em Franca aspirando o cheiro de curtume.

De qualquer forma, este curso trouxe inovação para o Campus de Franca: a maioria juntou-se ao grupo money-oriented do Direito, a minoria se acoadunou com a História e Serviço Social. Aqui já se vê que um grupo vai para a Direita e o outro se adere ao pensamento canhoto e canhestro da escumalha da esquerdalha, mesmo este últimos, protestando contra tudo mas têm Activia Danone, com exclusivos bacilos Dan Regularis, na geladeira e Nike Air Max 360, com hexafluoreto de enxofre, nos pés. O cabelo dread é pura pagação.

 
Internacionalistas bem sucedidos

AulasEditar

Não há aulas, pois não há professores para dar aulas.

Bolsas de EstudoEditar

A despeito deste cinismo, há algo mais cruel: a bolsa PAE (BAEE) de auxílio estudantil, que, pelo estatuto da Unesp, deveria financiar estudos de línguas e outras atividades culturais. Mas a situação é tão malograda que estas bolsas vão para alunos carentes, que, via de regra, tem que entrar no esquema e repartir a bolsa com os maconheiros ou coisa que os valham. Aliás, já foram presos diversos unespianos com porte de drogas (cocaína, cannabis, excstasy, A Aguia e a Galinha do Leonardo Boff, etc...), além de sequelas sem precedentes... No entanto no RI, os alunos se mantém com as bolsas mais gordas da universidade vindas da Fundação de Amparo da Família: a bolsa PAI e/ou a bolsa MÃE, extremamente necessárias para manter o padrão hype/descolado/internacionalista de ser, a frequencia semanal nas festas da faculdade, e os constantes bate-voltas pra Europa.


Corpo DiscenteEditar

Os alunos de RI são facilmente reconhecidos pela faculdade, destacam-se dos demais por sua arrogância, seu amplo senso-comum conhecimento interdisciplinar, falta de pragmatismo, seus looks trendy/hype/fashion Malhação, e grande parte sofre de síndrome de Gisele Bündchen aguda (trocam português por inglês). As indumentárias são os flagrantes para se identificar dentro do campus quem é quem e a qual curso pretence: RI tem duas alas (os que se vestem bem com blusas estrangeiras bordadas ainda que tenham sido adquiridas na promoção da Harrods, e os mulambentos que também gastam fortunas para se mal-vestir); Direito (terno preto com meia branca); História (Bob Marley com estilo tropicália) e Serviço Social (nem vou comentar. Aliás vou sim, é meio um cerzir de toalha de mesa listrada com saco de estopa).

O perfil de gênero do curso é equilibrado: metade homem, metade mulher, mas como a tradição itamarateca impera, mais do que a metade da metade de homens se unem ao PINK SIDE da força. Não é gratuito que Itamaraty em guarani significa "pedra rosa". Muito RYca! Restam as mulheres bonitas ser embaixatrizes, porque tornarem-se embaixadoras vai ser difícil.

Basicamente podemos dividir o debate dos alunos de RI da Unesp de Franca em dois: os que criminalizam a pobreza (os playboys) e os que criminalizam a riqueza (os playboys que falsamente têm pena dos pobres) mas não dividem sua riqueza jamais. Mesmo assim, alunos de Relações Internacionais da Unesp Franca são até normais perto dos alunos dos outros cursos (o que não é difícil, visto que o curso de História está no mesmo campus).Entretanto, apresentam lapsos de militância, sociopatia e homossexualidade fanática. a exemplificar:

  • Já houve homicídio na Diretorio Academico da Unesp Franca em 2004, o cara foi morto com uma faca de serra sem corte com margarina na ponta. O motivo? Criticou a inflação da cannabis sativa em plena deliberação estudantil;
  • Em 2005, houve um protesto onde alunos defecaram em frente ao Vosso Magnífico Reitor, em um episódio que ficou conhecido como "terrorismo poético". Os alunos foram expulsos e estão estudando história da arte em Lisboa. O motivo da expulsão: foram reprovados no exame de fezes.
  • Também em 2005, houve o fatídico caso de uma aluna ("Oi, tudo bom? Tira a roupa!") da segunda turma de RI que levemente furtou a comissão de formatura de sua respectiva turma, falsificando alguns documentos. Após descobrirem a roubalheira, a aluna trancou o curso e jamais foi vista. Há indícios de que esteja caçando baleias na Austrália desde então.
  • Quando tudo parecia normal, eis que surge a famosa sétima turma, recheada de alunos purpurinados e justiceiros. O traje dos 100 dias, como já era de se esperar, foi rosa.
  • Em 2010 aparece então a nona turma, que é alternex e toda descolada, onde as mulheres pegam muito mais mulheres que os próprios (poucos) homens. Há rumores de que o nome da turma será "Maria Gadu" ou "Ana Carolina".
  • E a décima turma, que realmente é um X...
  • A décima primeira, difere-se da anterior por ser um X+1...

Grupos de Estudo e ExtensãoEditar

Sob o falso interesse pela interdisciplinariedade os alunos de RY escondem seu conflito de não saberem o quer da vida ou o seu interesse por uma àrea que não teve coragem de seguir, ou por pressão da família ou por prepotência/preconceito. Fato este que se relaciona à escolha dos grupos de estudo e extensão:

  • MKI - Grupo de Estudos de Marketing Internacional - Pessoas que gostam de se auto-promover coisas e não fizeram Marketing por se acharem inteligentes demais pra isso. Discutem temas como a cor do cartaz de divulgação do evento, o slide de apresentação de um projeto e a vírgula depois do "e" num texto, como se fossem membros de uma das empresas do Roberto Justus.
  • ORBE - Empresa Junior de Relações Internacionais - Assim como o grupo anterior, se acham muito inteligentes para a Administração ou o Comércio Exterior. São os pseudo-empreendedores do curso, pessoas iludidas, leitores da "Exame", "Você S/A", e da Biografia do Eike Batista. Sonham com o dia que algum município/empresa de Franca ou região queira se internacionalizar. Ávidos procuradores de estágio e quartoanistas inscritos numa média de 23 trainees, se acham preparados para o mercado de trabalho e sonham em ser CEOs de grandes multinacionais, mas serão no máximo gerentes em empresas de exportação.
  • GEDES - Grupo de Estudos de Defesa e Segurança Internacional - Seguidores dos Comensais da Morte, assim, também servos de Lord Voldemort, trabalham nas artes obscuras das Relações Internacionais, e por muitas vezes, são enclasurados nas torres dos observatórios. Tem como principais referências Tia Suzy, X-Mei, Lord Samuel, e General Saint-Pierre. Quando se trata de perspectiva de futuro todos acabam fazendo o Caminho de SanTiago, os que tentam escapar sofrem sérias sequelas.
  • GEPESOI - Grupo de Estudos, Pesquisa e Simulação das Organizações Internacionais - É quase o Instito de Artes Dramáticas do curso, geralmente composto por pessoas dissimuladas que gostam de simular, e imaginar, que estão na ONU, OMC, ou na Puta que Pariu, representando países como Seychelles, Tuvalu, ou Barbados, discutindo assuntos sem solução. Diferente de todos os demais, são pessoas que fingem que sabem o que querem da vida, poder a diplomacia, no entanto, ninguém pequena parcela atinge sucesso, e os demais acabam virando forever alone professores de Ciência Política com seu Bobbio debaixo do braço.

A esquerdalha (os playboys e as patricinhas), são os que queriam ter prestado Antropologia, Ciências Sociais ou História, mas a família não aprovava ou ficaram com medo da pobreza, algo que nunca viram, e acabam por compor, ironicamente, alguns grupos de estudos como:

  • NATRA - Nucleo Agrario Terra e Raiz - ligado ao MST e MLST - ao que tudo indica recebe dinheiro do INCRA, PT, PSTU e outros grupelhos que se arrogam muita honestidade, no fundo, muitos dos membros têm avós que pertencem ao DEM, TFP, UDR, Bancada Ruralista e etc.
  • NEDA - Nucleo de Estudos do Direito Alaternativo - estudam direitos dos bandidos, ops, direitos humanos, já foram sondados por Cacciola para tirá-lo da prisão, mas desistiram porque Cacciola queria pagar os honorários, mas eles se recusam a ganhar dinheiro. Afinal o PAItrocínio deles é bom.
  • GARI - Grupo Alternex de Relações Internacionais - ao que tudo indica se designou esta acrônimo justamente por estudar o obejto que os garis recolhem diariamente. A ementa destes ínclito grupo se baseia na propedêutica da hermenêutica da dialética marcusiana-bakhtiniana-adorniana-jamesoniana-marxista-solipsista do reverso da medalha.
  • GAPAF - Grupo de Alfabetização Paulo Freire - Estudam os oprimidos na Oscar Freire, no Grão Café em São Paulo.

Segundo o Relatório da Capes, este grupo tem desempenho pior que da UNATI - Universidade da Terceira Idade cujas publicações póstumas têm maior quantidade.

  • Margaridas/Pão e Rosas/Violetas/Florzinhas Lindas - grupos feministas cheios de ideologia, que se ocupam em fazer protestos a favor de Geisy Arruda e contra a missão de paz no Haiti. Necessita algum comentário??

O futuro do cursoEditar

Não há futuro. O prof. Nenhum professor quer assumir o Conselho de Curso, e os alunos cada vez mais estão nem aí pro mesmo, só querem o diploma. Assim, pesquisas indicam que o curso tende a ir pro mesmo lugar que o campus, a vossoroca.