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Vírus Dibruços

Foto do vírus penetrando na membrana celebral. O curioso é que, normalmente, o portador do vírus é quem acaba sendo penetrado.

O vírus dibruços, identificado pela primeira vez em Pelotas, Rio Grande do Sul, é o principal transmissor de tendências sexuais devassas entre as populações de todos os sexos conhecidos. Os portadores do vírus em estágios avançados apresentam rompimento crônico de pregas anais e conseqüente incontinência fecal.

Cquote1.png Pelo menos não sofro mais de prisão de ventre intestino preguiçoso! Cquote2.png
Alguém sobre a virose dibruços ser mais eficiente que o Activia


Índice

HistóriaEditar

Em 1924, o antropólogo sueco Hans Enyaze, grande estudioso do comportamento sexual humano, em visita ao Brasil, percebeu a existência de um volumoso (ui!) número de homossexuais entre a população gaúcha. Intrigado com o fenômeno, aliou-se à geneticista brasileira Ava Gina Bertha e resolveu investigar a fundo os habitantes riograndenses, tchê! (motivo pelo qual tornou-se um dos grandes heróis do estado) e descobriu que praticamente todos hospedavam em seu organismo um vírus até então desconhecido. Como os portadores do sexo masculino apresentavam uma tendência irresistível a deitarem-se de bruços sob outro barbudo, Enyaze não perdeu a chance de fazer um trocadilho e batizou-o de Vírus Dibruços.

Pela descoberta, o antropólogo e a geneticista ganharam o Prêmio Cientista do Ano, da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, em 1969. Infelizmente, nenhum dos dois pôde comparecer à cerimônia para buscar o troféu porque haviam contraído o vírus durante seus estudos e ambos padeciam de severos hemorróidas.


Aspectos biológicosEditar

 
Alguns tipos de vírus são formados também de Bromato Oxi-Iodado de Cobalto (BrIOCo), um substituto genérico e desclassificado do cobre.

O vírus dibruços é considerado atípico pelos estudiosos porque é formado inteiramente de cobre, o que o torna resistente a todos os tratamentos conhecidos. Além disso, por ser o cobre um elemento condutor de eletricidade, sua excessiva presença no sangue torna o portador atraído por cabos (quanto mais grossos, melhor), postes e similares.

De acordo com o livro Dibruços no Relatório, lançado em 1951, em que sua pesquisa era documentada, o casal de pesquisadores afirmava que os gaúchos eram mais predispostos a contrair o vírus porque seus hábitos alimentares gordurosos e promíscuos (como a freqüente ingestão de salsichões) diminuem a resistência do organismo e o deixa vulnerável à invasão selvagem dos vírus.

Depois de entrar na corrente sangüínea (ver a seção seguinte: contágio), o vírus começa a se reproduzir enlouquecidamente, num comportamento depravado condenado pela Igreja Católica. Pelo sangue, ele chega ao célebro do hospedeiro e começa a interferir nos impulsos elétricos das ondas cerebrais, desviando o desejo secsual do portador para pessoas do mesmo sexo. Assim, o cidadão antes machão resoluto passa a ser um rapaz delicado e desenvolve a Síndrome da Boca Mole (SBM), estágio avançado da virose dibruços.

Desde o contágio até o início do desenvolvimento da SBM costumam passar-se seis meses (ou 24 semanas), período durante o qual o hospedeiro passa por severas dúvidas e angústias existenciais até assumir-se portador. Após instalada a SBM, não há forma de reverter o processo nem cura conhecida. Algumas entidades de terapia alternativa prometem curar os portadores, mas ainda não existe comprovação de que o tratamento funcione.


ContágioEditar

 
O contato é uma das formas mais agressivas de transmissão do vírus.

O portador da SBM torna-se um transmissor em potencial para a população indefesa. Nessas pessoas, o vírus está tão instalado em seu organismo que ele passa a ser transmitido pelo ar, por fluidos corporais e até mesmo pelo toque. Estudos recentes indicam que 89% dos portadores da SBM passam o vírus para seus filhos, que podem (ou não) desenvolver a doença no futuro. É por isso que é dito que o gaúcho já nasce do outro lado da cerca.

Técnicos da Organização Mundial de Saúde fizeram algumas visitas ao estado buscando formas de descontaminar a população, mas até agora não chegaram a nenhuma conclusão viável. Foi sugerido o uso de máscaras para conter a transmissão por via aérea, mas foi reportado um aumento na forma de contaminação sexual porque os portadores usavam as máscaras para fins sadomasoquistas.


TratamentoEditar

Ainda não foi reportada forma capaz de controlar a infecção pelo vírus dibruços, embora já se tenha tentado de tudo: medicamentos, chás, violência física e choques elétricos. Os portadores da SBM, no entanto, são capazes de viver em sociedade e costumam até mesmo formar suas próprias colônias - no Brasil, além da já citada cidade gaúcha de Pelotas, são conhecidas Campinas, no Estado de São Paulo, e Campos dos Goytacazes, no Estado do Rio de Janeiro.


Veja tambémEditar