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Vontade é um desejo individual, crença mental totalitarista e imutável de uma intenção incontrolável de ser realizada (em suma, excitação, ponto de bala para o sexo). A vontade é o combustível mental para que esse seu conjunto de massa disforme que você chama de corpo continue se mexendo sem se suicidar em desgosto.

Índice

A filosofia da vontadeEditar

 
A vontade é a força da natureza em si, não a subestime. Veja o que a vontade de simples pombos é capaz fazer.

Para a filosofia, a vontade é uma faculdade mental de se escolher o Lado Negro da Força ou Lado Iluminado da Força. O livre arbítrio está ligado à sua vontade de ao invés de estar procurando algo de melhor para fazer da vida, procura desperdiçar navegando infrutiferamente pela Internet.

A moral também diz respeito às suas vontades. Por exemplo, ter vontade de comer um Cheddar no McDonald's depois de presenciar uma cabeça explodindo diz que seu moral é sem costumes. Há controvérsias, pois esse tipo de abordagem mais uma vez tem origem nos pensamentos antiquados de René Descartes que ficam remetendo uma faculdade exclusiva do interior em si para os males da realidade exterior.

Enquanto Nietzsche diz sobre a vontade de poder, o seu pathos, que na verdade é o mesmo e velho incompreensível pessimismo material de sempre, fala de fluxos, ausência de condições especiais, comportamento daquilo que não tem finalidade e que vive às expensas de si mesmo, lei originária, e ausência de exceção nem transgressão que em si anima, essas coisas que as pessoas fingem que entendem e mal sabem que é coisa de emo.

Por sua vez, Professor Girafales diz sobre a vontade semântica, que ocorre quando a sua vontade na realidade não é o fim em si da vontade. Como por exemplo, você talvez afirme que está com vontade de fazer cocô, mas na verdade não é essa sua real vontade, mas sim expelir bolo de resíduo alimentar através de seu reto anal, essa é a sua vontade que faz você dar aquele sorrisinho ao se aliviar.

A teologia da vontadeEditar

Para a teologia, a vontade é um mecanismo engenhosamente inventado por Deus para se isentar de qualquer responsabilidade pelo atos estúpidos e impensados da humanidade.

A bioquímica da vontadeEditar

Para a bioquímica, a vontade é um impulso elétrico aleatório dentro de um invólucro de circuitos químicos que geram aleatoriamente vontade de comer, de transar, de dormir, de matar e toda e qualquer coisa intrinsecamente enraizada com ser um humano.

Logo, o ser humano é mero eufemismo para um poder de computação biológica que tem que entrar em um ciclo sem sentido de aceitar cegamente as leis da natureza.

Não importa o que você diga, pense, escreva num livro ou reflita, a vontade de cagar sempre te vencerá, não será uma simples rolha que superará a vontade real da natureza do ser humano: Fazer merda.

Tipos de vontadeEditar

 
O ser humano e sua vontade constante de fazer merda.

A vontade é uma causa que gera efeitos. Existem infinitas vontades, mas as principais aceitas pelo ser humano são:

  1. Vontade de fazer nada que gera efeito da vagabundagem, pois o humano nasceu nato para vagabundar.
  2. Vontade de estar numa praia sob palmeiras bebendo água de cocô num dia fresco ensolarado cercado de gente bonita te bajulando que gera o efeito de você tomar um soco do seu namorado(a) e acordar desse sonho imbecil e ir trabalhar.
  3. Vontade de ler ou escrever só no dia de são nunca que gera o efeito de você abrir o site Desciclopédia ou MSN e fingir que leu alguma coisa no Ensino Médio conversando porcamente sobre a Segunda Guerra Mundial.
  4. Vontade fumar maconha e injetar heroína que gera o efeito de você querer fumar mais maconha e injetar mais heroína.
  5. Vontade de se masturbar com um vibrador enorme, brilhante, grande e bonito que gera o efeito de te fazer soltar as plumas e ver que namorado é perda de tempo.
  6. Vontade de se coçar, similar à vontade de bocejar, que gera o efeito de fazer outras pessoas se coçarem e bocejarem sem nem estarem sendo comidas por formigas ou morrendo de sono como você em sua coceira e bocejo. O que prova que o livre-arbítrio não existe.
  7. Vontade de viver que gera excitação razão de seu instinto sexual.