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Desciclopédia β

Vovó Bina

Jaspion metaltex.jpg

Made in Japan
Este é um artigo com tecnologia do sol nascente né.
E usa um uniforme azul com desenhos vermelhos ou azul claro no Sakka.

Cquote1.png Vai tomar no CUUUUUUU! Cquote2.png
Cris Nicolotti sobre Tua Vó
Cquote1.png Doutor... Isso é uma bichooooooooona!! Cquote2.png
Severino sobre Vovó Bina
Cquote1.png Já peguei. Cquote2.png
Colibri sobre Vovó bina
Cquote1.png Sabe que eu também? Cquote2.png
Criancinha sobre Vovó bina
Cquote1.png A mãe do visual kei! Cquote2.png
J-rocker aleatório sobre Vovó Bina
Cquote1.png Papai..? Ou será mamãe? Cquote2.png
Capeta sobre Vovó Bina
Cquote1.png Na União Soviética, o travesti é você! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Vovó Bina
Cquote1.png Você traiu o movimento das vovós, véio!!! Cquote2.png
Dado Dollabella sobre Vovó Bina
Cquote1.png Ainda não tô conseguindo sentar Cquote2.png
Mana sobre seu envolvimento afetivo com Vovó Bina
Cquote1.png Sabe que eu também não? Cquote2.png
Vovó bina sobre Mana

Obscura mentora dos primeiros passos do J-Rocker mais gay conhecido de todo o Japão (Mana, ex-líder do Malice Mizer e ex-homem), Vovó Bina faz parte da mais pura essência da boiolice.

Vovó Bina sorrindo para câmera

Índice

PedofiliaEditar

A(o) maldosa(o) Vovó Bina, desde o começo de sua jornada nessa vida(muito longa por sinal)desde o inicio demonstrava um gosto excessivo pelo lado rosa da força. Esse gosto se tornou claro quando Bina abriu sua loja de doces, aonde convidava menininhos, sob o aspecto d uma docil velhinha, para lá dentro od menininhos passarem os horrores(não sendo sodomizados, mas sodomizando o traveco).

A origemEditar

certo dia o mundo surgiu, e com ele eis que surgiu um ser sem destinção de sexo ou qualquer coisa do tipo. Esse ser se auto entitulou como a vovó bina e vivia em um bosque sozinha(o) onde levava as criancinhas das proximidades para experimentar sua piroca seus doces.

A tutoraEditar

Quando o(a) pequeno(a) Mana vivia sua infância em pleno século XVII no sul do norte da França(brincando de bonecas e costurando vestidinhos como toda as menininhas normais da sua idade fazia), ele(a) veio a conhecer a simpática dona da loja de doces. A velinha gentilmente lhe ofereceu um delicioso Pirulito. Começava, ali mesmo na lojinha de doces, o aprendizado de Mana nos misterios da viadagem vida

A via(da)gemEditar

Abandonando tudo e todos, Bina carrega Mana para a Paris onde o casal pederasta resolve se afixar em um modesto quarto dos fundos de um teatro para artistas pobres vindos da Àsia. No início a vida foi dificil, mas com o tempo, Mana e sua sensei começaram a criar maneiras de sobreviver. Ao perceberem que o futuro em Paris seria completamente ordinário, Mana e Bina se juntaram a um grupo de circo cigano do Cudomundistão para atuarem como bixinhas fazendo strip maquiadoras da trupe. Durante essas viajens, Mana descobriu-se uma grande estilista, e começow a desenhar as peças que futuramente usaria em suas turnês pelo mundo afora. Depois de um ano de viajens pelo mundo com o Cirquè de Boiolaje, Mana e Vovó Bina foram despedidas por comportamento sexual impróprio durante os espetáculos. Por obra do destino, Bina e Mana acabaram passando a morar em um barco de um comerciante indiano que voltava à Índia. O comerciante se tornou "amiga" das duas baitolas durante uma seção de massagens exóticas num estabelecimento no qual as duas passaram a trabalahar após serem dispensadas pelo circo. Após toda essa putaria em alto-mar, Bina e Mana passaram a andar pelas ruas da Índia com a esperança de encontrar algum benfeitor que os acolhesse. A peregrinação pela Índia foi tamanha que elas acabaram chegando à China, mais especificamente no Tibet, onde foram acolhidas por bondosos monges sadomasoquistas. Mana, nessa época já era um(a) mocinho(a). Vovó Bina, por outro lado, já nasceu velho.

O RompimentoEditar

Ao contrário do que sua mente pervertida pensou, não se trata de mais uma sodomização extrema da pobre jovem Mana (até por que se fosse isso, ele até iria gostar). O caso é que, após anos e anos de elevação espiritual, Mana decidiu buscar o seu caminho novamente. Vovó Bina, por sua vez, amava o mosteiro. Ela não concordava em ir embora daquele "lugar maravilhoso", como ela mesmo descreveu.   O mosteiro era uma maravilha. Os monges sabiam muito bem como tratar seus hóspedes e era tudo sempre um luuuuuuuuxooooooooo! Além do mais, aqueles menininhos da aldeia costumavam passar muitas horas agradáveis comigo.  
Vovó Bina sobre sua estadia no mosteiro Mei-Shoo-Pao
Levado pela sua convicção de estar no caminho certo, e de certa forma pelo ciúme doentio que nutria de sua mentora, Mana resolveu sair de uma vez daquele mosteiro e tentar a sorte em outro lugar da Ásia. Depois de 12 anos de peregrinação pela China, Mana veio a se afixar no país que seria seu lar pelos próximos 4 séculos: o Japão

Outros casos de vovó binaEditar

Ao contrario do que muitos devem estar imaginando depois de ler esse artigo não, mana não foi o unico presa caso do traveco da pobre velhinha.Eis algumas dos outros vitimas relacionamentos de vovó bina:

CuriosidadesEditar

Vovó Bina tem distúrbios alimentares graves, evidentes pelo seu alto consumo de bananas.

Ela também enfrenta problemas com o SPC-SERASA por ter adquirido (e nunca ter pagado) um "vibrador duplo potencializado em três velocidades, edição de luxo para colecionadores e apreciadores". Há rumores de que ela esqueceu ele no cú em algum lugar obscuro.

Mana nunca comentou publicamente de sua ligação com vovó bina. Mas isso não é surpresa, visto que Mana nunca fala NADA em público.

Vovó Bina foi também uma das primeiras pessoas que utilizou Anal-B, antes mesmo de ser comercializado. Há rumores de que ela também ajudou a aperfeiçoar o utilitário servindo de cobaia para os estudos.

Vovó Bina foi uma das grandes entusiastas da criação da Associação Cristã de Moços.

Até hoje ela visita as reuniões semanais dessa associação.