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Zé Doca

Zé Doca, só por este nome já dá pra saber que coisa boa não é, trata-se de mais uma cidadezinha dentro da ex-floresta amazônica maranhense, isolada do mundo no Maranhão, com uma população de mais ou menos 70 pessoas, localizada no caminho da sujérrima Belém, foi fundada em 1900 e lá vai pedrada.

É uma cidadezinha sem ninguém, no meio da mata, habitada apenas por Índios, como muitas cidades do oeste do Maranhão, e que também é dominada pelo Sarney. Os únicos acessos para essa cidade é pelo Rio Pindaré ou pelo Turiaçú (porque a BR-316 e nada são a mesma coisa. Mas mesmo assim, antes de chegar lá você vai ser devorado por piranhas. Não tem porra nenhuma, economia, saneamento básico nem saúde.

Índice

HistóriaEditar

 
Uma rua considerada boa e descente de Zé Doca.

Ninguém sabe exatamente como essa porcarizinha de cidade surgiu, mas muito provavelmente foi criada por algum miserável chamado "Zé Doca". Sabe-se apenas que quando a Constituição Brasileira foi homologada em 1988 e o IBGE foi criado, este instituto utilizando o Google Earth foi mapear os vários vazios demográficos do Brasil, quando descobriu-se a existência de Zé Doca. Oficialmente parte do território do suposto município de Monção, Zé Doca foi rapidamente jogada fora e desmembrada deste.

EconomiaEditar

A economia da cidade gira em torno das serrarias, tráfico de animais silvestres, plantação de maconha e plantio de ervas indígenas. No centro da cidade podemos encontrar o Armazém Paraíba, que disputa com a prefeitura local o título de maior fonte de empregos da grande Zé Doca. Há ainda as nojentas e degradantes frutarias e a Loja Noroeste (As lojas que vendem bosta).

SaúdeEditar

Porra nenhuma também. Não tem posto de saúde, hospital e nem nada. Se passar mal, o Pajé vai ter que fazer uma receita para você, ou se não, vai ter que ir de canoa para Teresina ou São Luís.

SegurançaEditar

A única coisa que se sabe é que ao digitar "Zé Doca" no Google Images, metade das fotos são de gente morta. Então boa coisa não deve ser.

LazerEditar

O banho na chuva, continua sendo há mais de meio século a diversão preferida dos zedoquenses (além de beber cachaça e ouvir melody).

TurismoEditar

A cidade possui grandes atrativos como a Praça Central (um local dos bêbados se reunirem com sons automotivos a mais de 1000 decibéis) e ainda a prainha do colonião clube (um lago com os mais altos níveis de coliformes fecais já registrados pela OMS, local de banho preferido dos zedoquenses. A cidade conta ainda com a velha AABB e o acabado BNB.

De acordo com as lendas contadas em Zé Doca, o único turista que conseguiu chegar na cidade com vida foi o Bear Grylls. .