Zero Hora

Cquote1.svg Você quis dizer: Meia Hora Cquote2.svg
Google sobre Zero Hora
Cquote1.svg Você quis dizer: Jornal do Grêmio Cquote2.svg
Google sobre Zero Hora
Cquote1.svg Na União Soviética, A Zero Hora lê VOCÊ!!! Cquote2.svg
Reversal Russa sobre Zero Hora
Cquote1.svg Nos copiaram! Cquote2.svg
Jornal Meia Hora sobre Zero Hora
Cquote1.svg Mesmo não sabendo ler, prefiro muito mais o Jornal Meia Hora, pois custa só 50 centavos! Cquote2.svg
Favelado carioca sobre Zero Hora
Cquote1.svg A cada novo termo que pesquiso na Desciclopedia, a tal sátira da enciclopédia online Wikipédia, me espanto com a criatividade desse povo. Cquote2.svg
Jornalista da Zero Hora sobre como fazer jornalismo a partir de fontes confiáveis.

Totalmente imparcial...

A Zero Hora é um jornal de circulação universal e conteúdo regional, com sede em Porto Alegre. De acordo com uma fonte que pediu para não ser identificada, pertence ao Grupo RBS, é dirigido por Nelson Sirotsky Sobrinho e tem seu conteúdo político moderado por Tarso Genro.

HistóriaEditar

Foi fundado no início de 1964, ano bastante democrático no país. Trata-se de um jornal generalista, apesar de dar prioridade ao conteúdo gaúcho . O principal rival, o Correio do Povo, foi ficando demodê, e a Zero, com pesados aportes financeiros, foi crescendo e crescendo, até ficar enorme.

Nos anos 1970, a ZH passou por maus bocados. Um funcionário muito inteligente teve a brilhante ideia de atirar um toquinho de cigarro em direção a uma pilha de jornais, o que provocou um enorme incêndio, que destruiu o prédio do jornal. Num ato heroico nunca lá bem compreendido, a edição daquele dia conseguiu ser publicada, provavelmente feita com lápis e papel carbono. Atualmente, a Zero Hora se mantém como maior jornal do estado, o que foi consolidado em 2009, com a inauguração de um enormemente grande parque gráfico construído na capital gaúcha.

SeçõesEditar

 
Os funcionários da Zero Hora fazem uma excelente seleção de temáticas e fontes para seus textos. Clique na imagem para ver mais claramente.
  • Almanaque Gaúcho: Parte do jornal que estabelece o enaltecimento da cultura gaudéria, com piadas, poemas e histórias 110% gaúchas, o que incorre, ocasionalmente, na depreciação das coisas de fora, porque o Almanaque é gaúcho, ora essa;
  • Informe Econômico: Nessa seção, você fica sabendo de coisas muito interessantes sobre o mercado econômico, como, por exemplo, que a Tinturaria Progresso abriu uma filial em Santo Cristo, ou que a Gisele Bündchen comprou um espanador de pó cravejado de brilhantes, etc. A parte mais interessante são as tiras do Dilbert – que não se sabe por que cargas d’água estão ali, em vez da página de quadrinhos do “Segundo Caderno”.
  • Kzuka: O paraíso escrito da guria retardada gaúcha. Reportagens com a banda Cine, métodos para se livrar de um cara chato, as tendências da moda nos recreios dos colégios, ou seja, tudo aquilo que o jovem em idade universitária precisa saber;
  • Mona Donna: Caderno dominical da ZH, destinado às gurias retardadas mais crescidinhas, ou seja, a sua esposa. Dicas de moda, de como passar suas férias na costa da Croácia de forma discreta, os melhores tipos de vinho para acompanhar uma sopa de aspargos, por exemplo, são conteúdos recorrentes. Sempre há, na última página, uma megaentrevista com alguém que você nunca teve interesse de saber a respeito. O concurso Donna da Capa talvez seja o assunto de maior fundamento e substância (e que substância!) ao longo de todo o ano;
  • ZH Digital: Caderno perfeito para nerds, blogueiros e jogadores de Tibia. Apresenta, comumente, dicas de sites interessantes, como a Desciclopédia;
  • Paulo Só cana Sant'Anna: Os textos da coluna do Sant'Anna são pílulas de sabedoria. Você aprende desde o porquê o consumo de requeijão é importante para quem tem fragilidade óssea até qual seria a melhor formação defensiva para o time do Grêmio. Aliás, ele é gremista;
  • Carolina Bahia: a mais nova figura do jornal Zero Hora presente em Brasília, além de ser importante jornalista da RBS TV (o que é a mesma coisa); Carolina é a autora da coluna de política do jornal, além de ser a correspondente das burradas do presidente Polvo Lula;
  • Rodrigo Lopes: Responsável pela coluna "Mundo", dedicada a mostrar como o Partido Republicano é malvado com o Obama.

Testemunho da jornalista de Zero Hora, Vanessa Nunes, sobre a DesciclopédiaEditar

 
Clique para ampliar
  Imagino que vocês conheçam a Desciclopédia, que é uma paródia da Wikipédia. Está recheada de desinformações, mentiras, sátiras. Como estou fazendo uma matéria sobre nerds, fui conferir como a Desciclopédia (http://desciclo.pedia.ws/wiki/Nerd) os define. Por curiosidade mesmo. E encontrei um verbete vergonhosamente preconceituoso, com a grande maioria na Desciclopedia, mas deveras engraçado.
Vanessa Nunes sobre , uma jornalista que usa fontes totalmente excelentes.

ZH descobre plano contra WikipédiaEditar

Não é apenas a nerd Jornalista Vanessa Nunes que faz reportagens investigativas. Um dos repórteres deste prestigiado jornal descobriu um terrível plano e fez uma denúncia:
"Hackers invadem Wikipedia e alteram conteúdo"

  Ontem hackers invadiram a enciclopédia eletrônica Wikipedia,e, no verbete destinado ao jogador (Maxi López), alteraram os dados biográficos. Em tom de ironia, o texto dizia, em letras grande e vermelhas, que ele havia sido contratado pelo Ibis, de Pernambuco. No final da tarde, a página voltou ao normal.
Repórter de ZH sobre ,especialista em Cyber-Crimes.

Ver tambémEditar