E pelo jeito vão continuar esperando.

Baldim é uma cidadezinha com oito mil habitantes, localizada no intestino grosso de Minas Gerais. É considerada a terra do doce, por exportar muitas prostitutas com glicose anal para o mercado regional, nacional, internacional, intergalático e baiano.

HistóriaEditar

Nos primórdios, Baldim era chamada de "Pau Grosso" (não é piada), em homenagem ao padroeiro da cidade, Bengalelê Motumbo. Para honrar este homem santo, os primeiros habitantes da cidade plantaram um baita dum Jequitibá na entrada da cidade, que ao atingir sua plenitude, ficou com sessenta metros de altura, ficando quase com o mesmo tamanho que a birola mole de Motumbo.

Por muitos anos, a árvore piroca virou ponto de encontro e auxiliou tropeiros que estavam fazendo a caminhada entre Diamantina e Sabará, que paravam ali para descansar e trocar informações sobre as últimas partidas do Atlético Mineiro. O único problema é que, ao passarem por Pau Grosso, os tropeiros eram obrigados a pegar te bruto para a Coroa Portuguesa, que era uma velha, pois estavam em seus demônios.

Após a decadência da Coroa Portuguesa, que faleceu ao tentar chupar os próprios impostos, Baldim começou a se desenvolver melhor e os poucos habitantes criaram as primeiras fazendas produtoras de bala bala, inspirados em Walter White. Isso impulsionou o crescimento econômico de Baldim, e não demorou muito para aquilo que era apenas um aglomerado de fazendas ser emancipado e considerado uma cidade de verdade.

GeografiaEditar

 
Zito, o prefeito petista de Baldim preso por pedofilia. Com essa lata aí, nem dava pra desconfiar mesmo.

Baldim é considerada o oposto de Araçaí. Se nesta cidade só tem morro, em Baldim só tem planície, o que facilita a plantação de cana de açúcar para ser usada como matéria-prima para a produção dos doces.

No coração da cidade, passam alguns rios ainda não muito poluídos, nos quais os únicos detritos existentes são fezes e urina, nada de tão perigoso quanto um pacote de salgadinho. Por lá o povo pode nadar pelado sem a polícia civil incomodar, por isso esses rios são considerados um bom lugar para o homem sem dinheiro levar sua namorada.

EconomiaEditar

A cidade é uma das poucas do interiorzão mineiro que conseguem ser autossustentáveis, já que a exportação de bala e doce por si só já consegue manter a cidade e toda a sua infraestrutura funcionando, ou ao menos algo próximo disso. Além disso, o turismo também consegue dar um boost econômico para Baldim, com todos os anos centenas de pessoas estando dispostas a ir para lá gastar o seu dinheiro.

SaúdeEditar

Baldim faz parte do quarteto de cidades mineiras que de tão perdidas no meio do nada, nem o coronavírus conseguiu encontrar, e por isso não teve nenhum caso da doença por lá, mesmo com os matutos cagando para coisas como máscaras e álcool em gel e andando por aí de boa, o que deixou a repórter do G1 inconformada.

TurismoEditar

Atualmente Baldim é considerada uma cidade primariamente turística, por possuir museus para todos os gostos e sabores. Se Alvorada de Minas é a cidade das igrejas, Baldim é a cidade dos museus. O mais popular é o Museu Ferroviário, onde o visitante pode observar as peças que você queria utilizadas pelo mexânico Kauan Desu na construção da ferrovia que passa pela cidade.

Mas aqueles que não querem observar as pilhas de fezes dos cro-magnon conservadas, também podem se distrair com as atrações naturais, como a Cachoeira do Lajeado, ideal para nadar com a biluga de fora sem ninguém incomodar e ficar zoando o tamanho diminuto do seu pau; a Gruta Rei do Mato, uma caverna quase tão grande quanto a da Lana Rhoades, onde se pode acender uma fogueira e cantar com os amigos e com a onça que ali mora; e as trilhas para caminhada, nas quais se pode foder o pé naquele monte de pedra e excrementos que ficam no caminho.