Carlos Souza

Ladra02.gif Carlos Souza é mais um dos
POLÍTICO$ DO BRA$IL

E se aposenta em 4 anos ou menos.


Cquote1.svg Você quis dizer: Irmãos Metralha Cquote2.svg
Google sobre Carlos Souza
Cquote1.svg Você quis dizer: Farc Cquote2.svg
Google sobre Carlos Souza
Cquote1.svg Você quis dizer: PCC Cquote2.svg
Google sobre Carlos Souza
Cquote1.svg Da próxima vez, vote na puta... porque no filho não adianta Cquote2.svg
Eleitor desiludido sobre os Irmãos Metralha

Carlos Souza
Cocaina praia.jpg
Carlos cheirando uma fileirinha para relaxar
Deputada Federal
Partido PPP
Nível de honestidade Icon 00 percent.png
Perfil
Nascimento
Bandeira do Brasil Brasil Bandeira do Amazonas Amazonas
Partido PPP
Profissional
Profissão Traficante
Escândalo Comanda o tráfico na Compensa
Dados Pessoais
Sexo Desconhecido
Nível de Inteligência Baixo
Plástica(s) Recontrução nasal
Vícios Cocaína, Heroína, Crack, LSD e o que mais inventarem.
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.svg A Droga da Obediência
Música Emblem-sound.svg Traficante do amor, Wanderley Andrade
Prato Paçoca
Filme fud%$#com o brasil
Contacto
E-mail [email protected]

Carlos Souza Base elitoral dos Irmãos conhecido juntamente com os comparsas irmãos Wallace Souza e Fausto Souza (os Irmãos Metralha)

Carlos Souza e o irmão Wallace.

HistóricoEditar

Início de CarreiraEditar

 
Carlos, Wallace e Fausto na infância na Praça 14.

Quem vê os irmãos Carlos e Wallace vociferando contra os bandidos e traficantes no seu programa de televisão, Canal Livre não imagina que eles começaram no lado negro da forças vendendo drogas na Praça 14 e participando de esquema de sequestros e extorsões com a banda podre da polícia. Após dominarem as bocas de distribuição do bairro, passaram a atuar na Compensa. Atualmente usam o programa para desviar as ações da polícia para as áreas de outros concorrentes traficantes.

 
Fausto, Wallace e Carlos em foto do arquivo de polícia.

A carreira PolíticaEditar

Os irmãos Souza foram os primeiros vereadores eleitos pelo PCC em Manaus. Nos últimos meses os irmãos Souza entraram em conflito com seu padrinho político Chiquinho (Francisco) Garcia (dono da emissora do Canal Livre) e por pouco não saíram do PP (se não fosse à ameaça de perda de mandato por infidelidade). A verdade é que Chiquinho percebeu que criou dois monstros que não podia controlar e que estavam ofuscando sua pessoa no Partido Progressista, tremenda ingratidão já que foi Carlos Souza que conseguiu alavancar a candidatura de Rebecca Garcia a Câmara Federal. Essa briga custou aos irmãos coragem meses fora da televisão, seu principal palanque.

 
Os três irmãos reunidos

O desejo de Carlos de se tornar prefeito de Manaus deixou Garcia mordido, já que este tinha traçado os mesmos planos políticos para a filha. Isso criou um racha no partido, já que as pesquisas apontavam Carlos como o único que poderia enfrentar o Negão e levar o pleito para o segundo turno. Mas como o Negão não é leso, foi logo conversar com os irmãos e convidar Carlos para ser seu vice, com isso ele ganha mais tempo na propaganda de radio e tv e uma maior densidade de votos matando a eleição no primeiro turno tranquilo. A aproximação do Negão com a família metralha também fechava o buraco deixa pelo afastamento de Sabino Castelo Branco. Garcia se sentindo desprestigiado deu um pinote, mas levou logo um sossega da cúpula do PP que acha a dobradinha Negão e Carlos mais interessante. Mas é lógico que Chiquinho não sairia perdendo já garantiu o a apoio do Mazoca para sua candidatura ao senado federal, quem se deu mal foi a Rebeca que terá de esperar mais 8 anos para poder concorrer a prefeitura já que o esquema é o seguinte: Amazonino deixará Carlos com a prefeitura e se candidatará a governador e apoiará Garcia para senador, Carlos que não é leso tentará a re-eleição, e Rebecca terá de ficar chupando o dedo esperando sua vez.

Operação em FamíliaEditar

Outro projeto dos irmãos metralha é eleger o terceiro membro da quadrilha o insosso e apático Fausto Souza, que não caiu nas graças do povo na ultima eleição. Para isso deixaram o meliante apresentador no comando do programa Canal Livre. A ideia é criar uma rotatividade no poder semelhante a do tempo de Gilberto, Amazonino e Braga. Enquanto um estiver na prefeitura outro estará na ALE, outro na câmara e por ai vai. Segundo Durango Kid Fausto não se elegeu anteriormente por começar tarde sua campanha, mas a verdade é que o povo não é tão idiota como eles pensam e sabem que ele é fraco das ideias e viciado em pó de crê. Agora com a parceria do Negão. Tudo é possível.

Operação DuduEditar

A história que vai ser contada aqui aconteceu de verdade e serve de alerta, quando o cômico se torna sério, banal e idiota. Depois de dar bandeira os irmãos metralhas começaram a incomodar o governador, Dudu Praga, que mandou passar o rodo geral. Com ordens diretas do governador, as polícias civil, militar e federal deram total atenção aos irmãos metralhas, e todos os podres dos brothers vieram a tona: De tão incrível, audacioso e violento, o esquema criminoso do deputado estadual cassado Wallace Souza (PP), do Amazonas, e a seu filho Raphael parece saído de um livro ou filme. Eles participavam de uma organização criminosa com mais de 40 pessoas, que usava a estrutura da Polícia Militar para vender drogas, extorquir e matar. O Ministério Público e a Polícia Civil ainda acusam Wallace de aproveitar as informações privilegiadas sobre quem ia ser morto para exibir os crimes consumados no programa policial televisivo do deputado, o Canal livre, e elevar a audiência. Desde que Wallace foi preso e à medida que as investigações do Ministério Público e da Polícia Civil avançaram, seis testemunhas dos crimes da quadrilha foram assassinadas.

As seis vítimas eram supostos traficantes e pistoleiros ligados ao grupo de Wallace. Delas, cinco foram assassinadas após prestar depoimento. A sexta, Marcos Paulo Barroso, era a única que nem estava na lista das pessoas a serem ouvidas. A polícia suspeita que Wallace e o filho tinham ordenado os assassinatos de dentro do 1o Batalhão de Polícia de Choque, em Manaus, onde estavam presos.

Até o dia 2 de novembro de 2009, Wallace e o filho Raphael, recém-condenado a 11 anos de prisão, estavam juntos no Batalhão, apesar de a permanência de pai e filho no mesmo lugar ser considerada “absurda” pelos representantes do Ministério Público. Como o local não tem celas, Wallace e Raphael podiam circular livremente pelas dependências do Batalhão e receber visitas constantes de parentes e amigos. Wallace foi transferido para um hospital por causa de problemas de saúde. Um pedido de transferência para um presídio de segurança máxima ainda não foi atendido e o deputado acabou falecendo de parada cardíaca, devido às complicações de uma síndrome que tinha desde a infância.

Veja tambémEditar