Κυπρι/Kıbrıs Island
A Grande Ilha-Coxinha de Chipre
Chifre
Bandeira do Chipre
Brasão de Armas do Chipre
Bandeira Brasão
Lema: Tirem esses turcos daqui!!
Hino nacional: Chipre Chipre, ai meu chifre

Localização de Chifre

Capital Micose
Cidade mais populosa Micose
Língua Greco-Turquês
Religião oficial Cornianismo
Governo República Dupla
 - Presidente Tammos Estorbandos
Heróis Nacionais O time de futebol do Chipre do Norte
Área  
 - Total 350 hm3 km² 
 - Água (%) 100
Analfabetismo 32 
População 2. 637 
PIB per Capita 500 
IDH 34 
Moeda Chifres
Fuso horário X 4
Clima Chove muito nesse lugar
Website governamental Não fizeram site algum ainda


Cquote1.svg O Chipre é grego!!! Cquote2.svg
Grécia sobre Chipre
Cquote1.svg O Chipre é turco!!! Cquote2.svg
Turquia sobre Chipre
Cquote1.svg Greece, 12 points!!! Cquote2.svg
Chipre pontuando a Grécia no Eurovisão
Cquote1.svg Cyprus, 12 points!!! Cquote2.svg
Grécia pontuando o Chipre no Eurovisão

Chipre é uma ilha extremamente grande e importante no leste do Mar Mediterrâneo, convenientemente localizada perto de vizinhos muito amigáveis, como a Turquia e da pacífica região do Oriente Médio. O Chipre é tipo uma puta de BDSM, não aguenta ser independente, precisa pertencer à alguém, e normalmente é ou Grécia ou Turquia, mas ao longo da história já foi escrava sexual de vários, como Persas, Romanos, Hititas, Cruzados, Venezianos e Britânicos.

Apesar de sua localização, afirma com veemência que faz parte da Europa mesmo claramente não estando na Europa, mas joga na UEFA e participa do Festival Eurovisão da Canção, então para fins legais, é Europa mesmo. O nome Chipre deriva do jargão cipriota "xiphre", que significa "terra dos cornos", não a toa o país tem a maior proporção de cornos per capita (PCPC) do mundo.

HistóriaEditar

Primeiras civilizaçõesEditar

 
Os arqueólogos cipriotas ainda não entendem porque os antigos habitantes da ilha erguiam essas pilastras gregas no meio do nada e provavelmente tiveram um puta trabalhão para isso, talvez tenham feito isso para imitar as antigas ruínas gregas.

Os primeiros habitantes da ilha datam do século XIV a.C. quando a civilização micênica construiu suas primeiras cidades por lá. Como os cipriotas não gostam muito de arqueologia, quase nada se sabe sobre essa época, mas para efeitos gerais, o Chipre é comumente aceito como a Terra onde Judas perdeu as botas, sendo um bom coringa para aqueles momentos em que a Bíblia cita alguma cidade ou localidade que ninguém conhece, como a Alásia por exemplo que também dizem que foi o Chipre. Onde Jesus esteve dos 12 aos 30 anos de idade? No Chipre é claro, para conhecer os cipriotas e compreender que a humanidade não tem salvação, só a misericórdia divina mesmo.

O pouco que se sabe dessa história antiga é que fora recheada de saltos e contratempos, entre eles a Grande Revolta da Porcaria Armada, que causou a deposição do antigo rei do Chipre, Çupador Duros, e a instauração de uma regime de nome impronunciável que ficou melhor traduzido no ocidente como "Dez cidades-reino de Chipre" que na verdade eram apenas uns acampamentos de gregos e fenícios.

Antigas ocupaçõesEditar

Apesar de ser uma ilha bem maldita e cheia de cipriotas (que é a principal desvantagem do Chipre) vários impérios passatam por lá ao longo dos anos tentando corrigir aquele povo mal educado. O fato da deusa do amor, da putaria e da meteção, a Afrodite ter nascido no Chipre não influenciou tanto nessas consecutivas conquistas.

Assíria foram os primeiros a ocupar a ilha procurando por ovelhas, depois os egípcios procurando por pirâmides, depois os persas procurando por gregos e até mesmo Alexandre, o Grande conquistou a ilha, atraído pelos famosos festivais de putaria ao ar livre de Ayia Napa onde acredita-se tenha surgido a sífilis (por isso a doença tem esse nome que soa meio grego). Mas a grande evolução da ilha veio com a ocupação do Império Romano que compraram a ilha de um velho fazendeiro ptolomaico plantador de cenouras. Foram os romanos que despacharam milhares de gregos para a ilha para tentar ensinar um pouco de cultura para os cipriotas que até então comiam com a mão e passavam o dia inteiro fumando cigarro. Após o fim do Império Romano, Chipre foi atormentado por vários governantes megalomaníacos que queriam transformar a pequena ilha em uma potência mundial, mas falhou miseravelmente.

Reino do ChipreEditar

Com a falência dos romanos criaram o Reino do Chipre que existiu de 1192 a 1489, mas apesar do nome não era reino coisa nenhuma, era só uma base de operações dos Cruzados. Aliás, é a partir dessa época que o Chipre desenvolve sua vocação de ser base militar para os outros.

Por ser um reino que não era reino governado por pessoas que nem pisaram no Chipre (ou nas poucas vezes que pisaram logo foram embora por não aguentarem os cipriotas) o reino que não era reino pode prosperar porque turcos e árabes não invadiam achando que haviam britânicos ali enquanto os britânicos estavam na verdade longe deixando os cipriotas em paz para fazerem suas maluquices de sempre, como quebrar pratos pra nada, fumar em postos de gasolina e passar o dia deitados na rede.

Chipre venezianoEditar

Os árabes nunca invadiram o Reino do Chipre, mas os mercadores venezianos muito mais inteligentes perceberam que no Reino do Chipre só tinham cipriotas e nenhum britânico tomando conta. Esses mercadores astutos fizeram a melhor barganha possível: Compraram o Chipre dos Cruzados por 5 toneladas de salame italiano e depois receberam 10 toneladas de salame dos turcos como pagamento por facilitar a invasão ao Chipre. Os venezianos não tinham nada com os cipriotas, e os turcos sempre tiveram essa ânsia de invadir o Chipre, então todo mundo saiu ganhando, até o Chipre que agora tinha kebab e turbantes.

Chipre otomanoEditar

De 1571 a 1878 o Chipre foi dos manos essa foi uma época de grande prosperidade para a ilha porque pela primeira vez na história o islamismo chegava no Chipre, o que significa que pela primeira vez alguém tentaria arrumar aquela libertinagem que a ilha foi ao longo dos séculos de depravação onde pederastia e zoofilia eram traços culturais. Os turcos muçulmanos, infelizmente, não conseguiram corrigir os cipriotas nem com 300 anos de domínio, sendo o idioma a principal barreira, e na verdade o que aconteceu foi o inverso, foram os turcos no Chipre que terminaram contaminados e os turcos no Chipre inclusive convenceram o sultão de Istambul a assinar uma lei legalizando o estupro de cipriotas gregas, com a desculpa de que aquilo faria o número de cipriotas turcos cresceram, um cruzamento forçado que deu origem aos Linobambaki, cipriotas turcos que falam grego e são cristãos mas apoiam a libertinagem.

No final das contas os otomanos alugaram o Chipre para os britânicos porque aquela ilha só dava dor de cabeça. Os britânicos, que haviam recentemente acabado de conquistar o mundo inteiro e queriam reivindicá-lo para si, aceitaram o Chipre mesmo não existindo qualquer vantagem nisso.

Chipre britânicoEditar

Em 1878 o Reino Unido aparece na maior folga e simplesmente monta no Chipre algumas bases militares como se não houvesse por ali uma civilização de costumes milenares que merece respeito. Bem... de fato não existia algo do tipo, então eles fizeram essas duas bases, Akrotiri e Dhekelia, e ficou por isso mesmo e essas bases estão ali até hoje aliás.

No começo os britânicos deram o famoso "migué", ou seja, falaram que "não, que isso, essa ilha aqui é totalmente turca, não se preocupe, essas bases britânicas aqui no sul do Chipre são só para policiar o Canal de Suez", mas quando em 1914 a coisa ficou feia na Europa, os britânicos simplesmente alegaram que o Chipre sempre foi deles e usou a ilha para atacar os turcos durante a Primeira Guerra Mundial.

E já na Segunda Guerra Mundial, muitos cipriotas literalmente nadaram, especialmente depois que os britânicos se recusaram a assumir a responsabilidade pela ilha completamente destruída, alegando que a reconstrução deveria ser paga pelos turcos que, derrotados na guerra, aceitaram as condições, mas como bons turcos que eram, jamais pagaram qualquer indenização.

Quando em 1960 os britânicos cansaram de administrar uma ilha cheia de gente mal educada, os habitantes do Chipre subitamente se viram independentes do dia para a noite pela primeira na história de 13 mil anos de ocupação da ilha. Os cipriotas ficaram completamente perdidos sem saber o que fazer porque eles não estavam acostumados com esse negócio de independência, eles precisavam de alguém os dominando. Os cipriotas então se dividiram, uma parte queria juntar-se à Grécia enquanto outra parte queria juntar-se à Turquia. Ambos governos grego e turco fingiram que nem souberam disso e deixaram o Chipre pra lá.

Invasão turcaEditar

 
Soldados britânicos obrigando algumas crianças gregas a dançarem a música Voa Voa do Chiclete com Banana. A intervenção britânica na guerra de 74 foi meramente protocolar e eles cuidaram mais da educação das crianças.

Percebe-se que o século XX correu bem na ilha do Chipre, especialmente se você ignorar as guerras que ocorreram nas décadas de 1920, 1930, 1940, 1950 e 1970. Com a independência da ilha os gregos perceberam que haviam mais deles e começaram a oprimir os turcos. Os cipriotas turcos estavam com uma ideia errada de acabar com as festas e todas as casas de swing de todo Chipre, enquanto os cipriotas gregos até hoje temem ter sua cultura de libertinagem arruinada. Mas apesar de serem minoria, os turcos perceberam que sua terra natal ficava a poucos metros de distância e pediram ajuda, ao contrário da Grécia que está um pouco mais longe. A Turquia invadiu o Chipre em 1974, mas como os turcos historicamente são mais acostumada a perderem guerras, eles não conseguiram conquistar nem o Chipre direito, e olha que em 1974 os únicos que defenderam a ilha foram os próprios cipriotas. A Turquia conquistou só um terço da ilha e estabeleceu ali a Lojinha Republicana Turca do Norte do Chipre, um "país" que não foi reconhecido por nenhum outro país além da Turquia e do Principado de Sealand. A parte sul da ilha passou a ser ocupada por cipriotas gregos e turistas que procuram pacotes turísticos baratos para lugares com vista para praia onde bebida e sexo são baratos.

O impasse perdura por anos, principalmente porque os gregos tem preguiça de negociar, os turcos não querem gastar combustível para ir até o local de negociação e os cipriotas não sabem ainda se são gregos ou turcos aí nem comparecem a qualquer negociação. O Chipre está dividido em dois, portanto, desde 1980, mas como essa ilha inútil não aparece nas notícias, nada se sabe sobre o motivo dos cipriotas fazerem tanta questão daquela ilha.

A linha que divide o país em dois se chama Linha Verde e foi desenhada por um funcionário da ONU que sofria com Mal de Parkinson, por isso aquela fronteira é incompreensível. Essa linha, também chamada de "Operação Greenpeace", foi criada para proteger os direitos dos sabiás-do-campo que estavam sendo mortos com tanta bomba da invasão de 1974. Os cipriotas gregos protestam contra a criação dessa linha verde até hoje afirmando que eles só queriam calcular e ver quantos turcos caberiam em um buraco de 2 metros de comprimento por 1,5 com 7 palmos de profundidade (lembre-se, os gregos sempre gostaram de geometria). A ONU e a UEFA por enquanto só reconhecem a parte grega de Chipre como o Estado Legal, enquanto o lado turco-cipriota ainda está sob judice até que seja comprovado a existência de um turco-cipriota, visto que até agora só foram encontrados turcos da Turquia, tropas turcas, dançarinas do ventre turcas e banhos turcos.

Eventos recentesEditar

Os cipriotas são por natureza preguiçosos, então enquanto não tem ninguém invadindo eles, não há guerras ali mesmo que o lado turco odeie o lado grego e vice-versa. A única coisa que eles fazem é a cada 10 anos realizar um novo referendo sobre a unificação que nunca dá muito certo. Por exemplo, em 2004 os cipriotas tiveram que votar se queriam se unir num único país que fosse governado por turcos, o que gerou 75,83% de desaprovação dos cipriotas gregos. Em 2020 foi realizado um outro referendo que perguntava se os cipriotas desejavam se unir num único país governado por gregos, o que gerou 75,83% de desaprovação dos cipriotas turcos.

GeografiaEditar

O Chipre é uma ilhota no leste do Mar Mediterrâneo que pessoas burras normais nunca ouviram falar, pois não é um assunto comum de ser ver nos jornais, documentários ou vídeos de Youtube. A ilha tem um formato que dependendo da sua imaginação pode ser de várias coisas, como uma coxa de frango, um cachimbo, um rato atropelado, um porrete, um pedaço de sêmen numa calcinha branca, um café derramado numa toalha branca, ou simplesmente o Chipre.

A localização de Chipre é bastante fácil de definir. Este pequeno pedaço de ilha está bastante longe para ser um país da União Europeia, mas ainda assim é considerado parte da Europa apesar de claramente estar no litoral da Ásia e mais perto da África do que na Europa, só porque a Grécia considera o Chipre como um apêndice de seu arquipélago.

O relevo cipriota se apresenta montanhoso, frio, e completamente desinteressante, exceto para os gregos e turcos que disputam esse pedacinho de terra que não vale nada há muito tempo.

PopulaçãoEditar

 
Uma câmera de vigilância turca monitorando as redondezas do lado turco.

Povo abertamente preguiçoso, eles não gostam de fazer censos porque dá trabalho demais, então apenas estimam a sua população que devem estar na casa de 1 milhão de habitantes.

70% desses cipriotas estão no sul da ilha e são facilmente reconhecidos por serem teimosos, egoístas, mal-educados e barulhentos mas que de alguma forma se tornam adoráveis ​​e dóceis a partir do momento que você os descrever como "os únicos cipriotas verdadeiros". Estes cipriotas do sul são originários da Grécia e gostam de praticar sua maravilhosa cultura grega de forma proativa, indo bastante às igrejas, cultivando muitos limões e falando um dialeto incompreensível até para os gregos. Quando você estiver no Chipre e começar a ouvir uma música terrível que dá origem a uma dança estranha ao redor de um banquete de uma comida nojenta, você pode ter toda certeza do mundo que só há cipriotas gregos do sul ali naquele ambiente.

20% dos cipriotas estão no norte na ilha e se denominam "sagrados enviados da pátria amada Turquia para trazer ordem e elevação espiritual para hereges dessa ilha", sendo eles muçulmanos devotos que volta e meia tentam conquistar o país inteiro para si. São facilmente reconhecíveis por terem uma média de apenas 1,60 m de altura, por gostarem de hard rock e hip-hop, por sua natureza ligeiramente agressiva, e por não gostarem de gastar dinheiro em bobagens.

4% dos cipriotas são homens soldados britânicos que na verdade só ficam ali por punição, mas pelo menos são autorizados a estuprar mulheres e crianças cipriotas gregas, ou pelo menos é o que parece porque toda hora surge um cipriota novo reclamando que foi estuprado.

3% são soldados com capacetes azuis da ONU que desejam criar a paz, mas ano após ano apenas fracassam e na verdade ficam apenas é distribuindo alimentos vencidos para crianças pobres.

2% de estrangeiros que visitam o Chipre só para ter uma festa de verão mas sem querer engravidam uma nativa e com peso na consciência acabam ficando.

1% são judeus que não se sentem pertencentes a nenhuma parte do país e que lutam sem sucesso por seus direitos inexistentes e que sonham um dia criar um Chipre Israelita.

PolíticaEditar

 
Barris de veneno (pode notar que em todo jogo de videogame barril verde tem veneno dentro) formando a Linha Verde que divide o Chipre.

No geral o Chipre é o centro da paz e harmonia política internacionais. Exceto algumas disputas políticas menores e lutas étnicas que ocorrem desde tempos pré-históricos, passando por conflitos na idade do ferro, guerras nos tempos helênicos, má administração na idade média, desunião política nos anos 1800, 1878 e 1912-13, a guerra civil de 1922, o conflito interno de 1940-1944, a crise política dos anos 1950 que se estendeu nos anos 1960, os assassinatos de políticos de 1963-1964, a instabilidade política de 1970, o golpe de 1973, a invasão turca de 1974, o contragolpe de 1980, as crises de 1983 e 1990, o plebiscito falho de 2004 e os protestos contra o presidente de 2020, a ilha permaneceu pacífica e inteiramente inteira sob um sistema político sólido e confiável.

Se a política do Chipre acaba relativamente meio conturbada isso ocorre porque o país tem de fato dois governos:

O presidente do Chipre do Sul sempre é um democrata, eurocomunista, nada patriota, que considera seu governo o único verdadeiro e que tem como principal exemplo o ex-presidente Dimítris Christófias, conhecido por ser um grande crítico do quadro "Medida Certa" do Fantástico que tentou fazer o ex-jogador Ronaldo perder peso. O sistema político da parte sul de Chipre é baseado em juízes e políticos corruptos que não fazem nada além de insistir na reivindicação de toda a ilha e só fazem é fazer demagogia sobre uma possível unificação.

O Chipre do Norte é propriedade da Turquia e portanto não tem um presidente, mas sim um governador apontado pelo sultão que tem como principal função falar demagogias na televisão e executar papéis meramente cerimoniais. O parlamento na parte norte é formado por moradores de rua e não há juízes, o homem mais velho da família decide a punição de seu familiar e pode trancar alguém no porão sem punição. O maior problema da parte norte é a grande escassez de recursos, não pela pobreza dos habitantes, e sim pela extrema dificuldade de se arrancar algum centavo de algum cidadão local que são especialistas em sonegar impostos.

As duas partes não interagem de forma alguma, nem para guerrear, pois isso, segundo os turcos, faria gastar muito dinheiro, e, segundo os gregos, os faria perder o programa do Takis Tsoukalas.

SubdivisõesEditar

O território do Chipre subdivide-se em quatro territórios: O Chipre do Sul, Chipre do Norte, Linha da ONU, e o par de cais da Rainha Elizabeth. Há teóricos seis distritos, mas esses distritos não tem função nem administrativa, nem política, e nem porra nenhuma, só estão ali para num futuro utópico de unificação serem utilizados.


EconomiaEditar

O Chipre segue o exemplo da sua pátria-mãe, a Grécia, e são um país completamente falido. O lance mais alto no ebay para o Norte de Chipre, por exemplo, foi de € 7,60 e ainda terminou em calote por parte dos turcos pois Tayyip Erdoğan usou aqueles sete euros para comprar um carburador novo para um dos tanques que estão em perpétua vigilância na Praça Taksim em Istambul. A economia do Chipre acaba dependendo dos rapazes britânicos que as vezes saem daquela base militar deles e visitam as cidades do Chipre para comprar cerveja e cigarros baratos. Eles tendem a ficar estupendamente bêbados e perder a virgindade com algo que se assemelha a uma mulher.

O motivo crucial dessa falência generalizada da ilha é que os cipriotas odeiam pescar, sendo eles a única ilha do mundo cuja pesca não compõe nem 1% da economia, o que obviamente traz muitos prejuízos. A economia do país, portanto, baseia-se num ciclo infinito de reembolsos, uma novidade copiada da Grécia: obtenha empréstimos do governo para cultivar vegetais e depois peça reembolso indenizatórios quando você os joga na rua em protestos.

Outro fator integrante da economia cipriota que compõe grande parte da fatia do PIB nacional é a chantagem de organizações não governamentais sem fins lucrativos de proteção da vida selvagem. Em sua tentativa de proteger os pássaros locais das crescentes vinícolas, o Greenpeace é forçado a desembolsar grandes quantias em dinheiro para indenizar os fazendeiros cipriotas antes que eles criem uma vinícola do tamanho da ilha.

TurismoEditar

 
A maior suruba ao ar livre remunerada acontece no barco Fantasy na famosa cidade-puteiro de Ayia Napa, definitivamente o principal ponto turístico desse belo país.

O lado grego está continuamente tentando encobrir sua reputação de pior resort do mundo e enganar os idosos - que pagam uma fortuna para visitar o país - com fotos de lindas praias paradisíacas e arenosas cuidadosamente editadas. O lado turco só tem montanha e rocha, então eles nem se incomodam em tentar ser algum destino turístico.

O principal destino turístico do país acaba sendo a cidade de Ayia Napa, conhecida também como "A prostituta do Mediterrâneo", famosa por suas praias, neon, festivais, putaria, barcos lotados para suruba, open bar só com Red Bull, festas matinais, festas às tardes, festas à noite, festas nas madrugadas e diversas situações que deixam o turista com a sensação de estar num pornõ da vida real, ou seja, é como Ibiza mas com mais putaria ainda.

InfraestruturaEditar

EducaçãoEditar

O sistema educacional no Chipre é famoso na Europa por disputar com o Brasil a capacidade de formar biscates. O uniforme é obrigatório para as mulheres nas universidades cipriotas são salto alto Gucci, saias curtas acima das coxas e algo para cobrir parte dos seios. Também é contra a política da típica universidade cipriota não usar maquiagem. Famosas por sua inteligência, essas universitárias cipriotas afirmam ser capazes de falar em seu celular Prada rosa enquanto fazem as unhas e passam batom nos lábios. A cor usual das unhas, especialmente para as unhas dos pés, inclui laranja padrão que é luminescente no escuro, para que sempre saibam onde as mãos delas estão. Os seus interesses incluem enterrar falar mal de outras mulheres cipriotas, jejuar, visitar o cabeleireiro, visitar a academia, fazer lipoaspiração e fofocar.

Já o estudante cipriota masculino pode usufruir da educação pública de seu país e assim morar com sua mãe até os quarenta anos, para assim usar o serviço de lavanderia 5 estrelas dela tanto que possível. Os poucos que se preocupam em realmente estudar e aprender grego são os que conseguem uma namorada para sustentar, e não vão se incomodar de sua namorada dormir com o vizinho porque eles sabem que não podem dar atenção a elas.

SegurançaEditar

As Forças Armadas do Chipre (Guarda Nacional) são universais para todos, exceto para minorias étnicas, minorias religiosas, minorias sexuais, minorias médicas, plantas, animais, metais de transição e mulheres em geral. O atual presidente do Chipre, Demeritus Paunoku, que é bolchevique e ensinou Lenin a fazer café frappé, para manter a ordem em seu país comprou dos russos uns tanques T-80 pela metade do preço e mandou customizar os blindados cipriotas para que todos eles tenham um porta-copo. Esses tanques são especialmente úteis para os soldados cipriotas, uma vez que eles não participam realmente de nenhum combate e essas máquinas geralmente apenas são levados para um passeio ao redor do quartel do exército e duas vezes por ano eles percorrem a cidade para desfiles e outras coisas, onde os políticos fazem as pessoas pensarem que são AT-ATs que esmagarão qualquer invasor turco. Suas armas também são testadas três vezes por ano em alvos próximos a áreas povoadas.

Apesar do grande ódio mútuo entre os dois lados do Chipre, não há guerra e nem criminalidade graças à preguiça dos gregos e a vontade de economizar dinheiro dos turcos, então ser policial no Chipre hoje em dia é uma moleza.

CulturaEditar

 
Uma festa cipriota, que ao contrário dos gregos nem limpam depois.

Os ciprestes afirmam ter a sua própria cultura: nomeadamente, nenhuma! A menos que você permita que sejam considerados "cultura" inconvenientes culinários como testículos de ovelha, bolo de fígado ou bacalhau recheado com grama, restos musicais que conseguem ser pior que funk carioca, e disléxicos escritores de poesia que mal sabem escrever grego (não os culpo). E no Norte de Chipre não é diferente, apenas não estão autorizados a participar do Eurovisão. Coisas como o Carnaval de Limassol nem dá para considerar "cultura" se é uma festa que equivale ao carnaval de Pirenópolis.

Portanto no Chipre a cultura é metade grega, metade turca. Lá eles degustam tanto frappé quanto kebab, e admiram tanto Takis Tsoukalas quanto Orkut Büyükkokten. A única unanimidade é o Syrtos, uma dança ridícula ao som de uma música bizarra no qual as pessoas dão as mãos e ficam fazendo um passinho tão ridículo que deve dar vontade de nunca ter sido cipriota, sem falar no instrumento musical dessa dança que lembra o som de um ganso sendo enforcado. Fora isso outra tradição é o crochê de Lefkara, que na verdade a minha avó faz crochê melhor.

Os dias em Chipre consistem em sentar-se na praia durante o dia e ficar por ali a toa. As noites são passadas em todas as boates da região ou no Starbucks, mesmo que você nem goste de café. O principal lazer dos cipriotas, no entanto, é fumar cigarros, fumar cigarrilhas, fumar charutos, fumar narguilé, fumar cachimbo e fumar em geral. Nos últimos anos (e sob a pressão da União Europeia), a legislação foi modificada para permitir que não fumantes vivam na ilha. Infelizmente, muitos não fumantes, apesar dessas novas leis, ainda são fugitivos e têm que viver em cantos escuros de restaurantes e cafés.

A forma de namorar dos cipriotas também é única em todo o mundo. Quando você tem um relacionamento no Chipre o casal tem que viver juntos desde o primeiro dia como um casal, tendo todo seu dinheiro compartilhado, sem poder irem para lugar nenhum sozinhos e se referem um ao outro como "Ágapi" ou "Aşk" em vez de seus nomes reais! Depois de uns 15 anos juntos, ELA decide que encontrou outra pessoa melhor e termina com você.

CulináriaEditar

Possuem a culinária mais sem graça de todo Mediterrâneo com pratos típicos um mais asqueroso que o outro. Isso ocorre porque são preguiçosos e odeiam ir pescar, que dá trabalho demais, por isso não há suculentos peixes ou deliciosos frutos-do-mar, mas sim um monte de bizarrice, como o halloumi, que é um contrafilé com queijo coalho.

Por não ligarem muito para culinária, os cipriotas preferem comidas que envolvam linguiça, salame, salsicha, presuntos, e essas porcarias, comidas que não estragam, daí precisam ir ao mercado só uma vez ao ano para fazer o novo estoque de embutidos.

IdiomaEditar

O que dizer de uma ilha onda os dois idiomas são o grego e o turco, dois idiomas absolutamente malditos, και έτσι οι Κύπριοι είναι ειδικοί στην προσβολή, επειδή μπορούν να προσβάλλουν ο ένας τον άλλον και καμία πλευρά δεν καταλαβαίνει τι είπε ο άλλος (ve bu yüzden Kıbrıslılar suç işlemek konusunda uzmandır, çünkü birbirlerini incitebilirler ve iki taraf da diğerinin ne dediğini anlamaz).

  Chipre
HistóriaGeografiaDemografiaPolíticaSubdivisões
EconomiaMoedaTurismoCulturaBandeiraBrasãoHino
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