Costa do Marfim

République de Côte d'Ivoire
República da Costa do Marfim
Dumbo Coast
Bandeira da Costa do Marfim
Brasão da Costa do Marfim
Bandeira Brasão
Lema: União, Disciplina e Amendoim
Hino nacional: La Êlêphântâise

Localização de Dumbo Coast

Capital Abidjan e Yamoussoukro disputam esse posto
Cidade mais populosa Marfidjan
Língua Ugauganês
Religião oficial Vodu
Governo República Paquidemocrática
 - Chefe-mor Drogba
Heróis Nacionais Dumbo
Área  
 - Total Localizada perto da espinha no meio da costa da África km² 
 - Água (%) 0
Analfabetismo Alto  
População 500 humanos e 3.000.000 de elefantes 
PIB per Capita 1 real 
IDH 0015 
Moeda Marfim
Fuso horário Meridiano de Marfinitch
Clima Quente africano
Website governamental DidierDrogba.com


Costa do Marfim é sem sombra de dúvidas a maior potência daquele continente perdido chamado África, eles talvez apenas aind anão saibam disso e por isso seu país esteja atualmente um tanto quanto meio atrasado, mas o potencial está todo ali. Um fato curioso sobre este país é que ninguém o conhecia antes de Didier Drogba revelar que não é um jogador da França, mas sim da Costa do Marfim. Aliás, devido a colonização francesa os marfinenses odeiam o idioma inglês, há uma lei que proíbe o país de ser chamado internacionalmente de "Ivory Coast", obrigando todos os outros países do mundo a chamá-los de "Côte d'Ivoire" (K´t Davuair) sem traduções e com aquele circunflexo só para sacanear e irritar americanos estúpidos que foram reprovados em francês na escola (você logo descobre que a maioria dos países por aí fazem qualquer coisa para irritar os simplórios imperialistas ianques americanos). Aparentemente só Portugal e Brasil foram permitidos de traduzir o nome desse país porque os marfinenses ao observarem o sistema educacional brasileiro ficaram com muita pena de nos obrigar a aprender francês.

A Costa do Marfim sempre foi um dos países africanos mais estáveis, experimentando apenas 2 violentos golpes de estado liderados por militares e lutados por mercenários da Libéria, e essa paz só pode ser alcançada graças aos esforços dos ditadores locais que não se deixam ser depostos assim tão facilmente, mantendo a unidade nacional por longos anos de ditadura e opressão.

A capital da Costa do Marfim foi dia desses trocada para Yamoussoukro, mas Abidjan continua sendo o centro comercial, administrativo, político e econômico do país, o que nos levanta a questão: Por que diabos eles mudaram a capital para Yamousucocru? A resposta é bem simples, isso foi feito intencionalmente para confundir as pessoas e mantê-las indecisas sobre onde aplicar o golpe militar.

HistóriaEditar

Antigos habitantesEditar

 
O maior castelo de areia do mundo foi feito pelos kongs.

Por muitos anos, a Costa do Marfim foi uma região onde centenas de diferentes tribos viveram ali suas vidas pacíficas. Kwas, Baules, Krus, Agnis, Kré-krés, Mulambos e vários nomes ficavam lá convivendo em paz e harmonia, as vezes um extinguindo o outro por algum desentendimento mas nada de mais. Estes antigos grupos populacionais tinham religião própria e ficavam lá fazendo as dancinhas deles sem ninguém os incomodar. A única característica similar às 250 tribos que ali existiam era o fato de serem amantes de elefantes, justamente por serem isolados demais e não terem a mínima noção do altíssimo valor de mercado do mais puro marfim.

No norte surgiu o Império Gana (que era fora do Gana) que já estava dominando territórios fodidos demais e quando viu a Costa do Marfim nem fez questão de invadi-los e ocupá-los, seria só dor de cabeça a toa. O Império Mali que veio em seguida manteve essa filosofia e fingiu que a Costa do Marfim nem existia também. Foi só no começo do século XVIII que os árabes desceram para o litoral trazendo o islã e os atentados terroristas com eles (este segundo, uma atividade cultural presente até hoje no país) e formaram um estado que chamaram de King Kong (sério!? Honestamente...). Os Estados Unidos, um país cretino e racista como são, criaram um filme de um macaco gigante e estúpido que botaram o nome de "Kong" e que a única coisa que faz é escalar o "Empire" States, de modo que qualquer pesquisa no Google por "Kong Empire" faça você ver apenas um macacão gigante.

Período colonialEditar

Os primeiros europeus a chegaram na região foram os sempre intrometidos portugueses por volta do século XVI, que desejavam ampliar sua rota de comércio de vibradores, camisinha, sucos em pó Tang com vitamina A, vitamina C e ferro no sabor manga, e também roubar algum marfim se desse tempo para auxiliar na penetração. Mas os portugueses estavam tão ocupados fodendo com o Brasil e aquelas índias de bunda grande e tetas de fora que eles nem se importaram com marfim ou qualquer costa.

Os exploradores franceses Jean-Claude, Jean-Pierre, Jean-Paul, outro Jean-Paul e Jean-Guillame estavam procurando ouro num lugar Costa do Ouro mas encontraram apenas marfim e diamantes que os franceses passaram a ser grandes compradores. Esses franceses trocaram aquele marfim todo por sífilis, cristianismo, um idioma nojento, parasitas intestinais e armas de fogo em geral. Cientes que aquele marfim todo era resultado de um morticínio de elefantes, esses franceses ainda mentiram para o mundo inteiro afirmando que haviam descoberto uma planta rara que só existia na Costa do Marfim chamada ọdụ de onde brotava uma fruta feita inteiramente de marfim e que esta fruta os franceses revendiam para uma empresa que fabricava bolas de bilhar. Alguns nativos fizeram fortuna traindo seu país de forma tão vergonhosa, e isso não os incomodou muito pois com aquele dinheiro todo compraram um bangalô nas Ilhas Canárias e lá moraram pelo resto de suas vidas.

 
Selo comemorativo da União dos Negros Nazistas cuja sede mundial está na Costa do Marfim..

Durante a Segunda Guerra Mundial os vichyanos franceses assumiram o controle da Costa do Marfim com apoio nazista. Obviamente os nativos viram a grande ameaça que aquilo representava e criaram uma resistência contra os seus colonos contra quem não hesitaram enfrentar. Com o apoio de suprimentos do Mali (1 camelo com tuberculose e 10 soldados com disenteria) as forças nacionalistas locais resistiram ao avanço nazista durante o glorioso período de 1 hora, e então foram subjugados. Por sorte o mundo se compadeceu pelos marfinenses e não demorou muito para que Estados Unidos, Reino Unido e a porra toda retomassem a França e exterminassem o nazismo.

IndependênciaEditar

Depois desses acontecimentos, os franceses ficaram com uma preguiça da porra de continuar administrando um território inútil como aquele da Costa do Marfim, ainda mais com a PETA, Greenpeace, SJW, e canceladores em geral criando aversão por produtos belíssimos feitos de marfim puro. Com a colônia dando só prejuízo, era hora de abandoná-los e mandar um foda-se para eles. Os franceses foram embora.

Esse processo de independência começa em 1946 com a criação da União Democrática Africana, o primeiro partido anticolonial da África, o que tecnicamente não serviu para porra nenhuma, primeiro porque a Costa do Marfim conseguiria a independência de qualquer jeito e segundo porque foi virar independente só em 1960.

O saudoso Félix Houphouët-Boigny assume o país e entendendo que ele foi eleito para ser rei, ele começa a tratar a Costa do Marfim como se fosse seu quintal particular (e tecnicamente era de fato seu quintal particular). Houphouët é reeleito sete vezes e cada mandato durou 10 anos, bateu o record mundial de fraude em eleição quando em 1990 foi reeleito pela sétima vez com 95% dos votos, e só não foi reeleito mais vezes de modo suspeito porque em 1993 morreu em decorrência da ingestão excessiva de carne de elefante. Houphouët-Boigny é um líder querido em seu país, sendo creditado a ele ter feito sozinho o palito de dente mais longo do mundo (17,6 metros).

Golpe de 1999Editar

Em 1999 o general Robert Gay estava no quartel comendo um pão com geleia quando recebeu a notícia que alguns comandados seus, sem suas ordens expressas, atacaram o então presidente democraticamente eleito Henri Konan Bédié e o depuseram do cargo sem qualquer devido processo legal de impeachment só porque Bédié havia criado um esquema de propinocracia onde favores e gentilezas eram trocadas por votos a aprovações de leis que aumentavam o salário do presidente. Robert Gay, que lembrando não havia ordenado nada daquilo e nunca compactuou com atitudes antidemocráticas como um golpe militar, virou o novo presidente e escreveu uma nova Constituição que discriminava qualquer um que tivesse pai, avô, cachorro, empregada ou periquito que sejam advindos da Burkina Faso, o que acabou dividindo o país em dois.

Robert Gay, muito justo, organizou as eleições gerais de 2000 porque ele não se permitiria ser um presidente que não foi democraticamente eleito. Robert Gay, entretanto, não soube fraudar muito bem as eleições e quem venceu foi Laurent Gbagbo, sobrando como opção para Robert Gay apenas reunir uns fanáticos e começar a Primeira Guerra Civil da Costa do Marfim, a qual ele perdeu.

Segunda Guerra CivilEditar

Ao contrário dos demais países africanos onde os ditadores vencem eleições fraudadas e se perpetuam por décadas no poder, na Costa do Marfim o povo não aceita esse tipo de sistema tão consagrado na África e se revoltam sempre que uma nova eleição é fraudada, por isso quando Laurent Gbagbo ganhou a sua segunda eleição fraudada em 2010 começaram a Segunda Guerra Civil Marfinense. A estratégia de Gbagbo foi criar duas capitais para o país, confundindo os rebeldes se deveriam invadir Yamoussoukro ou Abdijan, mas ele não contavam que os rebeldes eram muitos e eles invadiram as duas cidades e as forças leais ao governo logo pensaram "Eu? Morrer por um cara que ganhou a eleição roubado? Tô fora" e várias deserções em amssa ocorreram até Alassane Ouattara assumir a presidência após o golpe bem sucedido.

Fatos recentesEditar

 
Laurent Gbagbo e Alassane Ouattara dando choques um no outro.

A Costa do Marfim desde então é palco da rivalidade entre Laurent Gbagbo e Alassane Ouattara que disputam a cada mês quem é mais filho da puta, quem fere mais direitos humanos e quem mais contribui com a pobreza do país por causa da corrupção, uma grande rivalidade política mas que ao mesmo tempo tem respeito mútuo e aquelas pessoas que se matam na guerra civil não expressam os reais desejos de rivalidade amistosa entre Gbagbo e Ouattara. Por enquanto Ouattara está liderando essa filha-da-putice.

Em 2017 o país é tomado por motins após o fracasso da seleção nacional na Copa do Mundo. O pais passa a ser liderado pelo grande elefante branco Jô Soares, um tirano que obriga sua população (que é fã de Tribalistas e assim, vivem em tribos) a assistirem horas e horas das gravações de uma programação voltada para o entretenimento único e exclusivo próprio. Apesar das várias revoluções, todas elas são contidas com um simples peido do tirano que é classificado atualmente pela ONU como o gás mais tóxico do planeta e uma arma biológica que deveria ser proibida. Inclusive, ativistas do Greenpeace sabotam diversas vezes a comida do Jô Soares para que o mesmo não solte seus gases letais e destrua a camada de ozônio. Por ter tal arma química, George Bush se comprometeu a não atacar tal país, pondo um fim ao medo de um ataque surpresa de Jô Soares a tal pais.

GeografiaEditar

 
Costa o país tem, falta o marfim porque atualmente só tem favela.

  Grande selva fechada no meio do fim do mundo... PORR....  
Darwin sobre Costa do Marfim, antes de morrer devorado por um elefante faminto

Na brincadeira dos geógrafos a Costa do Marfim foi considerado o 68º maior país do mundo em área territorial, provando o quão pequeno é apesar de ser maior que Gana e Libéria. É possível dividir o país em três regiões: Um litoral alagado com as praias mais feias do mundo, um interior cheio de selva repleta de mosquitos, e umas montanhas na fronteira onde ninguém quer ir porque tem nada lá.

PopulaçãoEditar

Apesar da grande maioria ser composta por elefantes, a população real é considerada a de humanos. Tais humanos servem de objetos domésticos dos elefantes e contabilizam uns 20.000.000 de habitantes que embora teoricamente sejam chamados de "marfinenses" nunca realmente se consideram "marfinenses", eles preferem se chamar de Akan, Krou, Mande meridional, Mande setentrional ou Lobi, a depender da região onde estão.

Os Akan gostam de se vestir com cortinas extravagantes e ficarem com colares da cabeça aos pés sendo o povo mais numeroso e os responsáveis por organizar as festas porque parece que só gostam de fazer isso, dar festa sem parar.

Os Krou são a parte mais pacífica da população, demora muito para fazê-los ir à guerra, é necessário que o vizinho faça seu pterodátilo doméstico cagar na divisa entre as duas tribos para fazer um krou se juntar à guerra civil.

Os Mandé do Norte são o grupo étnico que vive separadamente no norte, amam uma guerra civil e amam construir casinhas de barro cheias de varetas fincadas, eles são facilmente reconhecidos porque sempre se vestem de verde em homenagem aos irlandeses cuja bandeira eles roubaram.

Os Mandé do Sul são uma etnia mais pacífica de pessoas que não querem entrar em nenhuma discussão sócio-política e preferem não fazer nada de todos os pontos de vista para evitar a discórdia, mas isso só piora a situação nacional enquanto eles ficam sendo chamados de "isentões" e a sua principal atividade é sentar no sofá ouvindo a famosa cantora local Dobet Gnahoré pois a palavra "trabalho" não existe nesta parte do país e nem faz parte do vocabulário local.

Os Lobi são os mendigos, as informações sobre eles sempre os mostram na maior miséria.

PolíticaEditar

A população da Costa do Marfim é completamente apolítica já que todos os homens e mulheres do país a partir dos 4 anos trabalham 7 vezes por semana em turnos de 14 horas por dia nas fábricas de reciclagem de latinha e outras coisas e não têm tempo para isso de processo democrático. A participação no processo eleitoral, portanto, acaba sendo de pouco menos de 0,02% da população uma vez que vão votar apenas os integrantes do parlamento e do gabinete gabinete do presidente, além dos seus próprios parentes, e claro, alguns guerrilheiros fortemente armados. Esta é a forma de garantir condições políticas estáveis ​​na Costa do Marfim.

O processo de reeleição é semelhante aos excelentes sistemas de governo da Nigéria ou da Líbia onde é permitido fraudes eleitorais e golpes militares, além de guerras civis e continuamente pedir ajuda aos franceses para resolver seus problemas. O atual presidente foi eleito pela ONU depois dele vender jovens virgens para todos os parlamentares do país.

SubdivisõesEditar

O país se subdivide em várias regiões, todas completamente irrelevantes e todas sem representar nenhuma tribo, uma divisão aleatória inventada pelos franceses muitos anos atrás e que acabou ficando assim mesmo.


EconomiaEditar

 
Um estoque de berrantes de alta qualidade marfinenses aguardando o desembaraço aduaneiro para poder ser exportado. As vezes algumas burocracias são puladas.

Hoje os habitantes da Costa do Marfim vivem principalmente da reciclagem, uma vez que todos os recursos naturais do país, como toda a flora e fauna, já foram totalmente explorados pelos Kong, franceses e mais tarde pela zona de livre comércio da UE, EUA e China, não sobrando nem marfim direito (tipo o Brasil que não tem pau-brasil mais). Sobra para a economia marfinense dedicar-se à indústrias de reciclagem que consegue proezas, como por exemplo aproveitar papel higiênico usados e transformá-lo em gravatas, com um destaque para a época da Copa do Mundo de futebol de 2010 na África do Sul quando a Costa do Marfim entrou no negócio da vuvuzela aproveitando intestinos de pato que são ressecados e pintados com cores vivas.

Outros produtos muito exportados pelo país são o cacau (para depois importarem chocolate em barra pelo quádruplo do preço), café, malária, e teclados que podem produzir sotaques franceses, ou seja, que podem digitar os famigerados circunflexos que os marfinenses obrigam os americanos a digitar.

E quanto ao marfim, após convenientemente os franceses passarem séculos explorando o marfim daquele país, quando a Costa do Marfim finalmente se torna independente aí simplesmente esses mesmos franceses decidem proibir o comércio do marfim no mundo por questão ecológicas e de respeito aos animais, deixando os marfinenses na completa miséria. A extração do dente do elefante é então feita por empresas multinacionais da Libéria que são proibidas de contratarem nativos marfinenses pois a Libéria não assinou acordos com o Greenpeace.

TurismoEditar

 
A Basílica de Nossa Senhora da Paz de Yamoussoukro, orgulho arquitetônico marfinense.

Visitar a Costa do Marfim é sempre uma experiência única se você escolheu o ano de eleição, pois o turista poderá assistir de perto como uma eleição fraudada pode gerar uma nova guerra civil sangrenta, e se bobear, pode até acabar participando do conflito se nem ter pedido por isso.

Mas o mais comum é visitar a Costa do Marfim em momentos de paz, quando a ditadura está mantendo a população sob controle, e nessas oportunidades o país ainda tem maravilhosos pontos turísticos, sendo alguns naturais como um passeio na selva, mas diversas opções urbanas também, sendo os principais pontos turísticos do país: O Museu Nacional do Spam, localizado em Abidjan, que exibe mais de 7.000.000.000.000 de mensagens de spam recebidas por e-mail de todo o mundo e cada uma dessas mensagens permite público acesso para ser usado como Phishing; O fantasma do velho Félix Houphouët-Boigny que pode às vezes ser visto pairando pelas janelas do Palácio Presidencial Real; A Galeria Nacional que é o lar das mais notáveis falsificações das pionturas de Picassos do munfo; E a Basílica de Notre-Dame de la Paix de Yamoussoukro que é uma réplica quase perfeita da Basílica de São Pedro, sendo esta igreja uma construção que custou US$300 milhões que foi arrecadado através de impostos de uma população fervorosa religiosamente que sente orgulho dessa magnífica basílica.

InfraestruturaEditar

EducaçãoEditar

Em toda a Costa do Marfim existe apenas uma escola que tem 666 alunos. Todos as outras crianças estão servindo de escudo humano em alguma nova guerrilha no interior do país. A única matéria ensinada nessa única escola é a habilidade de construir barracos de palha em formato de lápis. O curso pode ser resumido com as seguintes etapas: Aulas sobre como conseguir madeira na IKEA, aulas de como empilhar madeira, aulas de como usar barbante para amarrar muitos gravetos, aulas de como criar um telhado de palha seca.

CulturaEditar

A maior sensação da cultura local é o jogo atire um costa-marfinense o mais longe possível. Não preciso falar que a Costa do marfim é a que possui o recorde, que é de 3.492 metros de distância, um exemplo da vontade que um marfinense tem em ceder sua vida para colocar seu país numa escala mundialmente famosa.

Em termos de direitos humanos, o país está na vanguarda mundial, embora tenha se oposto a certas convenções consideradas por eles sem importância e inúteis, como as leis do salário mínimo e leis trabalhistas que previnem 24 horas por dia de trabalho com benefícios merecidos e pelo menos 7 dias de folga no ano, para citar só dois disparates, já que o trabalho infantil e o tráfico humano são parte cultural da Costa do Marfim.

Outras utilidades dos humanos locais são: Coçar elefantes, massagear elefantes, serem fãs de Ronaldo Fenômeno, serem telespectadores de Gilberto Barros, servirem de comida ao seu tirano Jô Soares.

  Costa do Marfim
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
África
v d e h

Países: África do SulAngolaArgéliaBenimBotswanaBurkina FasoBurundiCabo VerdeCamarõesChadeComoresCongoCosta do MarfimDjiboutiEgitoEritreiaEssuatíniEtiópiaGabãoGâmbiaGanaGuinéGuiné-BissauGuiné EquatorialLesotoLibériaLíbiaMadagascarMalawiMaliMarrocosMaurícioMauritâniaMoçambiqueNamíbiaNígerNigériaQuêniaRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoRuandaSão Tomé e PríncipeSenegalSerra LeoaSeychellesSomáliaSudãoSudão do SulTanzâniaTogoTunísiaUgandaZâmbiaZimbabwe

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