Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex

Virtualgame.jpg Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Liu Kang treina para ser campeão do Mortal Kombat.


Crash Bandicoot: The Wrath of Cortex, ou também chamado de Crash 4 no Japão é o quarto jogo de plataforma da série Crash Bandicoot, ou pelo menos devia ser considerado o quarto jogo da franquia, já que o jogo em si é considerado tão fraco que tiveram que rebootar o nome desse jogo para a criação do novo Crash de PS4 de 2020, o Crash Bandicoot: It's About Time.

Crash vs. Crunch (and Cortex)
Crash The Wrath of Cortex capa.png

Crash feat. Crunch

Informações
Desenvolvedor Contos dos Vigários
Publicador Sony Computer Entertainment
Ano 2004
Gênero Plataforma
Plataformas Pleisteixo Dois, X Quadrado, CuboJogo
Avaliação 45%
Idade para jogar 10 anos

EnredoEditar

O enredo começa com Cortex, que tem uma ideia brilhante, assim como em Crash Bandicoot 2, de criar mais um da espécie Bandicoot, mas que fosse considerado a "Ultimate Lifeform" dos Bandicoots, mas tenta plagiar as ideias de Nitrus Brio e cria mais um mutante bombado que pulou o dia das pernas e que parece um sorvete de casquinha, o Crunch Bandicoot.

Uka-Uka vê aquilo, já sabendo que iria dar em exatamente nada, resolve roubar a cena e tem uma ideia melhor, de libertar os amiguinhos caóticos de Aku-Aku, os Elementais e com isso, Uka-Uka chama Aku-Aku para uma festa surpresa, mas a surpresa é que que os Elementals voltaram após trocentos anos e estão preparados para causar o caos, mas a máscara do mal resolve usá-los como fonte de poder e que não tem nada, então resolvem usar o Crunch como cobaia mesmo.

Aku-Aku resolve contar sobre tudo para Crash e Coco e os dois terão que deter as máscaras do mal, onde os dois terão que pegar o máximo de cristais possíveis para passar das fases do jogo, e enfim receber uma mensagem de uma máscara, dizendo que irá batalhar junto de Crunch em um estilo diferente, seja batendo em pedrinhas rolando por aí, desviando de hadoukens de água, apagando o fogo no rabo (ui) de Crunch e pilotando uma máquina a la King Kong no ar.

Depois de derrotar o mesmo chefe sem graça quatro vezes, Crash e Coco resolvem chegar a base especial de Cortex, que está reunido com todas as máscaras e Crunch, que ainda está em um estado de lobotização por causa do cientista cabeça de martelo, porém Crash consegue desviar de mais de 8000 projéteis causados pela máscara. Cortex fica tão puto de levar vários chutes na bunda de Crunch que resolve destruir tudo e com isso, Crunch se livra do controle de Cortex, e sem sem saber de nada, resolve fugir com Crash por serem parecidos.

Crunch conta sua história enquanto Crash e Coco fingem escutá-lo, e a base cai em algum lugar da Antártica, onde Cortex, Uka-Uka e seus amigos são congelados por vários anos em um mar gelado, mas são soltos apenas em outra história...

GameplayEditar

 
Crunch e suas formas apelonas deste jogo. (O de terra não está apenas por ser ruim mesmo)

Como a Traveller's Tales teve medo de modificar muito a jogatina nos jogos, ou o estilo deles e evitar possíveis bugs ou fãs do marsupial laranja reclamando como fãs de múltiplas franquias, o jogo em si tentou imitar o máximo o possível, o percursor Crash Bandicoot 3: Warped, mas nem isso conseguiu agradar os fãs da velha guarda de Crash Bandicoot, já que os gráficos não eram muita coisa, e nem a criatividade do jogo.

O jogo é em um jeito similar ao jogo Crash 3: Warped, chegue até o final das fases, pegue cristais e gemas escondidas pelo mapa, colete muita fruta Wumpa nesse jogo se for um verdadeiro noob e derrote os "chefes".

Enfim, os controles do Crash Bandicoot 3 são quase os mesmos do Crash Bandicoot: Wrath of Cortex, possui um botão para pular, outro para dar giros, outro para pular duas vezes, outro para atirar com a bazuca de Wumpa Fruits, sendo a única coisa que muda nesse jogo são os comandos durante os bosses e o novo "veículo", o Atlasphere, mas isso não muda muita coisa, sendo que é algo mínimo.

Os chefes para azar de quem queria batalhar contra chefões como Dingodile, N. Gin, Nefarious Tropy ou Neo Cortex são apenas o mesmo, uma versão zuada do Crunch Bandicoot com uma cor diferente representando um elemento natural das quatro máscaras, e o chefão final? A mesma coisa, só que com todas elas juntas.

RecepçãoEditar

O jogo em si, parece que foi feito com o mais baixo orçamento o possível, já que os personagens vilões favoritos dos outros três jogos anteriores de Crash ou apareciam em cutscenes que quase todos pulavam, ou simplesmente apareciam como figurantes em algumas fases e telas de loading muito longas, o que irritou o público em geral e com isso, metade do público que ainda joga esse jogo diz que não gosta muito.

O Wrath of Cortex, embora não tenha sido feito às pressas ou que tenha trocentos bugs quanto Crash Twinsanity, pelas cutscenes sem graça do jogo e pelos chefes sem sal, possui mais críticas do gente gostando do jogo, ao contrário do sucessor, sendo um dos jogos mais odiados da franquia Crash Bandicoot, porém atualmente nem tanto, já que tivemos aberrações como Crash of the Titans, Crash Mind Over Mutant e as aberrações dos jogos portáteis ou de celular que costumam ser um pior que o outro.

Além de ser um jogo absolutamente sem graça, o jogo também é odiado em si por sonystas, já que é o primeiro jogo da série principal em que Crash Bandicoot deixa de ser um exclusivo da Sony.

PersonagensEditar

Aqui só vale falar dos heróis Crash, Coco e Aku-Aku, que estão com visuais parecidos do jogo anterior, além de Crunch, que é a nova estrelinha do jogo uma versão bandicoot de Tiny Tiger e Koala Kong, um animal fortíssimo que faltou o dia das pernas e que é mais burro que uma porta e os Elementals, que é a primeira e última vez na série. O resto é só para encher linguiça mesmo.