Heracles: Battle with the Gods

Virtualgame.jpg Heracles: Battle with the Gods é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, o seu Neopet termina o curso da ilha Krawk.


Hércules: Treta Celestial
HERCULES BATALHA PICA.png
Hércules todo fogoso no logotipo do jogo
Gênero mais comum Plataforma bugada
Desenvolvedor atual Kagada Games
Publicador atual Kagada Games
Plataforma de origem PC, PS2
Primeiro lançamento 2004
Último lançamento 2004

Cquote1.svg Meu Deus! Que gráficos horríveis! Cquote2.svg
Capitão Óbvio sobre Heracles: Battle with the Gods
Cquote1.svg Nãooooooo! São gráficos melhores que Red Dead Redemption 2! Você só diz isso porque está sem óculos! Cquote2.svg
Capitão Sarcasmo sobre Heracles: Battle with the Gods
Cquote1.svg 5/10 precisa de mais mitologia Cquote2.svg
Gamespot sobre Heracles: Battle with the Gods
Cquote1.svg Esse jogo é uma ofensa ao nosso nome! Cquote2.svg
Zeus sobre Heracles: Battle with the Gods
Cquote1.svg Um jogo de mitologia que eu não apareço? Que bruxaria é essa? Cquote2.svg
Hades sobre Heracles: Battle with the Gods

Heracles: Battle with the Gods é um jogo produzido em 2004 que foi esquecido por todo mundo e a mãe dele, já que você não deve de ter ouvido falar sequer uma única vez na sua vida sobre essa budega até agora, o que honestamente não é de se surpreender. Bem, essa "belezura" foi produzida em menos de 1 ano pela Kagada Games e lançada pra PS2 e pra PC, e o jogo deve de ter utilizado cerca de 1% da potência total do PS2, se usar uma reza das boas você pode até mesmo fazer ele rodar naquele SNES caixão aí do seu priminho de 10 anos remelento que não ganhou um novo console desde o começo dos anos 2000. O jogo utiliza uma mecânica super criativa em que o Hércules taca pedras de cocaína no ar pra criar plataformas feitas de mármore em que ele vai subindo e fugindo do Lico de Cair o Pinto que sobe e tenta te devorar em cada estágio. Pra fugir do Lico, você deverá subir de plataforma em plataforma enquanto tenta evitar ser morto pelos inimigos (Tarefa difícil) e que o jogo bugue e te dê um instakill retirado do cu na sua cara (Tarefa supremamente difícil). Tudo isso enquanto acompanhado de uma soundtrack épica que lembra bastante um filme do Tarantino, só que tocada em MIDI em um Windows 98. Ah, e no game você nunca luta contra Deuses, só UM Deus. O título é uma cilada, bino!

EnredoEditar

 
Hércules andando pela favela do Olimpo

Hércules tava cavalgando no Pegasus e usando ele de burro de apoio (Malditos feitores de escravos fascistas!) enquanto voava pelos ares da Grécia. Ele então enfia o cavalo nos estábulos e vai comer um churrasco, sem saber que o seu temível arqui-inimigo, o cavalo voador from hell iria raptar o Pegasus pela suas costas. Ele cata o animal indefeso e retira da casa de Hércules, que honestamente, visto o jeito que o nosso herói o tratava como escravo, esse foi um ato dei ncrível generosidade e benevolência. Bom trabalho, cavalo voador from hell! Hércules, como todo bom feitor de escravo, fica 100% putaço com o fato do nosso amigo cavalo voador ter salvo ele, e decide perseguir e trazer Pegasus de volta pro seu estábulo onde iria colocar o cavalo a água e pão como punição por ter fugido do seu cativeiro. Mas não seria uma tarefa fácil, pois aqui Hércules é um homem bugadão com mais pixeis que uma tela de um NES tijolão, e não o herói famoso das lendas que pegava mais mulheres do que o meu avô durante o auge dele, o que torna o resgate do Pegasus uma tarefa 100% mais difícil do que deveria ser.

Por sorte, Hércules tem um Ás na Manga, e faz uma reza pro Pai Mei Zeus, pedindo pela ajuda divina nesse momento de grande dificuldade na vida dele. Zeus, vendo a situação que o Hércules se encontra, manda ele deixar de ser vagabundo e ir comprar um novo cavalo na fazenda mais próxima da sua residência fica com dó do nosso "herói" e da pra ele um amuleto colorido da torcida LGBT, que além de garantir a ele cotas gratuitas na universidade, dá o poder divino do Snoop Dog para Hércules, permitindo que ele canalize pedras de cocaína pelas suas mãos e atire elas na sua frente, criando colunas mágicas de cocaína em que ele pode caminhar e andar por cima. Hércules fica muito alegre com o seu presente e quase perde as pregas de felicidade, mas se recompõe em minutos e parte na sua jornada pra escravizar um cavalo inocente novamente resgatar seu amigo das garras do bichão do capeta. A primeira parada, é claro, é o "mundo estável", tradução porca do nome da primeira fase que denuncia de cara que o criador desse jogo não é americano, o que explica porque diabos o enredo desse jogo parece ter sido escrito por uma criança de 10 anos.

Alguns níveis depois você enfrenta a eguinha pocotó no topo de uma plataforma no ar, clássica dos jogos do Mario. Após uma treta rápida, o cavalo voador utiliza da técnica de vilão de anime de xingar o herói enquanto gaba do seu próprio poder e foge sem qualquer retaliação do Hércules, que fica segurando o cu da bunda e com a cara fechada enquanto assiste seu "amigo" sendo levado embora pelo cavalão, que revela seu nome ser... centauro. Como todo bom vilão de anime, ele também confessa seu plano maligno de ir para o inferno, e Hércules segue para o inferno, pagando o pedágio de 1,90 enquanto entra no lugar do capeta, de um modo um tanto literal (Nota que naquela época o pedágio pro inferno tá barato, hoje em dia um monte de gente tá indo pra lá então o preço aumentou pra mais de 10 reais). No inferno, Hércules enfrenta mais desafios e finalmente encontra o Cérberus, que está servindo de cafetão guardião do caminho do Hércules até o Pegusos. Hércules espanca o cachorro até a semi-morte, o ganhando um lugar na listinha negra da Peta, e deixando ele torturado o bastante que ele confessa que levou o Pegasus para um rio no Acre, e Hércules continua sua jornada até o tal rio.

Chegando no rio, Hércules quebra, polui e destrói merdas o bastante por lá pra que ele chame atenção da Medusa, que ao saber da anarquia que o Hércules começou, decide prender ele por domicílio doloso e por começar tretas indevidas. O Hércules sai no soco com ela, mostrando que ele dá meia foda-se pro gênero das pessoas, e após uma treta longa e pesada ele consegue amarrar a medusa (ui!) e ela confessa que o Pegasus tá tipo a princesa Peach e sendo levado de um lugar pro outro, e que agora ele foi parar no pântano tenebroso. Hércules parte pro pântano (E dá uma "alisada" antes na Medusa pra botar respeito no pedaço) e lá ele encontra o minotauro, extremamente putaço, pois a Medusa era a esposa dele, e o Hércules tinha acabado de "trabalhar" ela, e na sua cabeça tinha crescido um total de 4 chifres no final dessa "aventura". Óbvio que ele não podia deixar essa abaixaria continuar, então o touro e o Hércules começam uma treta pra decidir quem é o dono da mulher, no final, o Hércules, sendo o protagonista roubado, vence, e quebra a cara do minotauro pra mostrar quem manda no pedaço, antes de forçar ele a confessar o local onde o Pegasus estava escondido: No >morro do alemão Monte Olimpo!

Hércules sobe o Monte Olimpo que nem uma bicha louca, e no topo, ele enfrenta o Poseidon, no que é provavelmente o chefão final mais random na história dos video-games. O Hércules enche o Poseidon de porrada, e por fim, taca ele na água do rio tietê, antes de encontrar o centauro se escondendo em um cantinho do monte olimpo. Ele segura ele "com carinho" antes de moer o coitado de porrada, e por fim, escraviza novamente o Pegasus, agradecendo você, o jogador, por ser o maior comparsa criminoso que ele conhece e tê-lo ajudado a subjugar essa pobre e inocente criatura. Parabains! Após conseguir esse feito horrível, Hércules força o Pegasus a cavalgar até o Monte Olimpo, onde ele decide passar uma noitada pra reaver suas energias e aproveitar seu amuleto de cocaína pra coisas mais "práticas", se é que você me entende.

Gameplay e Power UpsEditar

O gameplay consiste naquela desgraça que descrevi lá em cima, o Hércules jogando as pedrinhas pra frente e os tijolinhos (Não AQUELE tijolinho) sendo transformados em colunas que você sobe em cima. Se você pular em cima das colunas, elas se quebram. Se você subir nas colunas por muito tempo, elas se quebram. Se você criar outra coluna, ela se quebra também! Como pode ver, as colunas tem sentimentos mais frágeis do que feministas. Se quiser utilizar elas corretamente, terá que coloca-las no chão e andar em cima delas, mas tomando cuidado pra não quebra-las no meio das formas mostradas antes, assim como feministas com carinho e amor pra que mais destruição não ocorra. Importante lembrar que você durante o gameplay também pode usar as colunas pra atacar os inimigos, dando pedradas de cocaína neles até que os mesmos fiquem doidões de drogas e incapazes de agredir você. Como naquela época da grécia não existia o Proerd, pode usar o poder sem medo que o leão não vai te encher de porrada por distribuir drogas desse modo gratuito. Seus maiores desafios no jogo serão acertar as colunas nos inimigos antes que eles te acertem e segurar sua vontade de socar a tela de raiva por causa dos controles horríveis do jogo.

O jogo também tem power-ups, porque jogo de plataforma sem power-up não é jogo de plataforma de verdade. Todos os power-ups podem ser coletados no gameplay normalmente, mas nenhum deles vai te ajudar a vencer os controles horríveis e os danos irreversíveis que os gráficos quadradões do Hércules vão causar no seu cérebro.

 
Hércules tenta saltar nas águas do Rio Amazonas pra fugir dos inimigos
  • Moeda: Assim como as dos jogos do Mario do Armário, você coleta elas pra pontuação, apesar de que aqui coletar 100 delas não te dá uma vida extra, somente um lindo e incrível score completamente inútil pra você compartilhar com sua família! As moedas também são mais frequentes do que as do mario e em geral valem mais pontos, mostrando como Heracles: Battle with the Gods é o jogo superior que bota o encanador Italiano pra mamar que os criadores dessa bosta estavam querendo fazer os jogadores não sentirem que perderam horas da sua vida investindo nessa desgraça e que ganharam ALGUMA COISA no final disso.
  • Escudo: O escudo te protege de uma pancada, estilo o cogumelo alucinógeno do Mario. O Hércules enfia o escudo direto no rabo dele e o utiliza como uma camisinha, e assim como é de se esperar de uma camisinha, o escudo só funciona uma vez, mais de uma porrada e ele fica quebrado/esporrado e inutilizado. Você pode coletar até 10 escudos, e ao completar os dez você ganha uma vida extra, mas boa sorte fazer isso, do momento que você coletar um escudo os controles vão bugar e o jogo vai te fazer beijar na cara de um inimigo que vai arrancar seu couro/corpo/cu em duas porradinhas, e te mandar pra vala independente de você ter escudo ou não.
  • Vida: Como tudo no resto do Heracles: Battle with the Gods, as vidas são bugadaças e não se consegue elas coletando moedas ou mesmo na forma de itens espalhados pelo cenário, você consegue as vidas coletando 10 escudos, que como dissemos ali em cima é um ato impossível ao menos que você seja o Jesus Negão. As vidas suas começam em 3, mas logo chegam ao 00 graças a uma mistura de controles travados/gráficos queimando sua retina/o Hércules clipando através do cenário. Se você terminar esse jogo com mais de 3 vidas, ou você está mentindo, ou secretamente é o AAA, apesar de que o grande AAA não iria poluir suas habilidade gamísticas jogando essa desgraça.
  • Pegasus: No final de cada fase o Pegasus aparece pedindo por ajuda pra alguém mata-lo e tira-lo desse sofrimento que é conviver com o Hércules alguém salva-lo. Mas não se iluda, isso não passa de bait, é impossível salvar o Pegasus não importa o quão rápido você seja, até é claro que você chegue no final do jogo, aí dá pra catar o cavalinho de volta. Mas até lá, o Pegasus só tá aí pra esmagar seus sentimentos, ele sempre vai ficar longe do seu alcance, e você só vai consegui-lo zerando esse jogo legitimamente, ou seja, no dia de são nunca.

E esses são todos os itens do jogo. Sim, só tem 4 itens, os programadores não foram pagos mais do que uma coxinha e um refrigerante, então não programaram o resto dos itens do game. Dizem que no beta era planejado mais de 8000 itens, mas que eles tiveram todos de ser jogados fora por causa do jogo ter sido apressado o lançamento, mas todos sabemos que isso é uma lenta, pois se tivesse mais itens o jogo arriscaria não rodar em calculadoras, e todos sabemos que Heracles: Battle with the Gods é feito pra rodar em todas as calculadoras do Brasil e afora. Além disso, existe um estágio extra onde você pode coletar mais itens e moedas se você conseguir uma boa porcentagem de itens durante a fase normal. Qual a utilidade do estágio bonus? Oras, aumentar sua linda pontuação é claro! Não é incrível? Não? então vai tomar no cu Bem, vai reclamar com os criadores dessa caixa de pandora, que por ironia do destino, tá aberta pra todo ser humano poder sentir a desgraça de perto e de longe.

Estágios e ChefõesEditar

O jogo conta com 5 mundos divididos em 4 estágios menores. Nos 4 estágios você tem que ficar subindo na tela, pois no fundo do estágio a pororoca água misturada com Lico de Cair o Pinto está subindo e tentando te engolir. Como o Hércules perdeu o seu mapa e não possui senso de direção, ele só é capaz de ir pra cima e não conhece o conceito de ir pros lados, somente de dar 360 graus no mesmo lugar de antes. Isso é porque no mundinho do Hércules tudo aparenta ser um monte de plataformas que levam pra cima, nunca mudando, mostrando que Hércules deve morar em um tipo de distopia, pois não só a água tá tentando inundar tudo estilo arca de noé, ainda por cima só existem plataformas flutuantes pras pessoas morar, não é a toa que o centauro tentou raptar o Pegasus, o ser deve de ter ficado doido ao perceber o mundo de merda que ele vivia! Pobre coitado, se ao menos existisse psicólogos... mas não ia adiantar, porque todos eles seriam engolidos pela enchente do rio tietê água que fica subindo todos os estágios. Além disso, no final de cada mundo, você vai sair no soco com um chefão, o que é de praxe pra um joguinho de plataforma, que como Mario e Sonic nos ensinou, não pode existir um jogo de plataforma sem baixaria no final de cada grupinho de níveis.

Requisitos Recomendados e Mínimos pra se rodar Heracles: Battle With The GodsEditar

Requisitos Recomendados

  • 0,1 KB de memória RAM
  • Processador a carvão ou a fumaça
  • Tela de televisão tubão
  • Internet não precisa, nem pra baixar, o jogo baixa até sem internet, já que coisa ruim se consegue fácil
  • Cooler Inexistente

Requisitos mínimos

  • Absolutamente qualquer aparelho eletrônico. Até um relógio de pulso roda Heracles: Battle With The Gods. Daqui a pouco estão fazendo um porte pra ele pra torradeiras, e dizem que se você deixar as configurações no mínimo dá pra rodar ele em uma pedra. Dizem inclusive que se você tentar rodar Heracles: Battle With The Gods numa máquina moderna demais o jogo dá pau, porque ele não consegue aguentar um aparelho utilizando o máximo de potencial do game, e que se insistir em tentar jogar essa desgraça em algo que presta sua máquina pegará fogo e/ou sua casa vai explodir e no final só vai sobrar o game inteiro, porque assim como o Nokia tijolão quanto pior a qualidade do produto mais difícil de se livrar dele é.

Ver TambémEditar