Jorge Sampaoli

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Como não gosta de volante, Sampaoli não dirige carro, só bicicleta.

Jorge Sampaoli (lê-se Rór Re Sampáoli, na língua dos comentaristas esportivos), também conhecido como Bicicletinha (Cacildis, 13 de março de 1960) é um ex-futebolista chinelinho, que atualmente trabalha como técnico de futebol e ciclista. Ficou conhecido por arrumar treta em todos os clubes que passa, por nunca cumprir os contratos que assina e por montar equipes que atuam apenas no esquema 0-0-11, onde até o goleiro precisa saber jogar com os pés para dar uma ajuda no ataque também.

O mais fiel seguidor de Jorge Sampaoli é Fernando Diniz, que criou a religião dinizista com base nos ensinamentos de seu mestre. Tiago Nunes também tentou seguir a filosofia sampaolista, mas falhou, já que é difícil conseguir jogar ofensivamente obrigando seu time a jogar em função de Camacho, o namorado de Nunes que ele não abre mão nos times que monta nem fodendo.

Carreira como jogadorEditar

Ninguém se importa.

Carreira como técnicoEditar

 
Sampaoli decepcionado, pois o presidente do Alumni de Cacilda não quis montar um time competitivo contratando Toni Kroos, Luis Suárez e Zico.

Jorge Sampaoli nunca gostou de automóveis (apenas de bicicletas), por isso ele abomina volantes, especialmente os volantes truculentos sem direção hidráulica, que são travados e duros.

Desde que iniciou sua carreira como treinador no Alumni de Cacilda, Sampaoli nunca escalou volantes em suas equipes. Nem zagueiros, nem laterais e nem mesmo um goleiro. Nas equipes de Sampaoli, só existem duas posições: Meia e atacante. Como no futebol é necessário botar um cara no gol, Sampaoli recua um pouco ou um de seus 2 meias ou um de seus 9 atacantes quando o time está sem a bola, mas este é obrigado a ir pro ataque também quando o time recupera a posse de bola.

Universidad de ChileEditar

Sampaoli ficou dezessete fodendos anos dirigindo apenas times irrelevantes de quarta divisão pra baixo, pra você ver como o trabalho dele sempre foi valorizado. Mas como o Sol brilha pra todo mundo algum dia, até mesmo pra profissionais de qualidade duvidosa (só ver o exemplo do Cristóvão Borges no Corinthians), em 2010, Sampaoli recebeu uma oportunidade para treinar a Universidad de Chile, o primeiro time grande -- mas nem tanto -- de sua carreira. Por lá, ele conseguiu ganhar 3 vezes o Chilenão (sendo 2 deles no mesmo ano, não por acaso seu nome mais tarde seria cogitado no Palmeiras) e 1 vez a 2° divisão da Libertadores. Ele também ganhou a Copa Gato, torneio patrocinado por Sandro Hiroshi.

Seleção ChilenaEditar

 
Sampaoli na Seleção Chilena, tirando uma foto com Sampaoli e com um outro cara que sei lá quem é.

Por conseguir tirar a Universidad de Chile da fila, em 2012, Sampaoli foi contratado para ser o técnico da Seleção Chilena, onde ganharia MAIS DE 1 MIÃO POR MÊIS. Na La Roja, Sampaoli disputou a Copa do Mundo de 2014, e começou empolgando, conseguindo passar de fase sem problemas, mas nas oitavas-de-final acabou broxando ao enfrentar a Seleção Brasileira. Sua equipe conseguiu tomar um golaço de falta do David Luiz... DO DAVID LUIZ!!! E o Chile foi eliminado nos pênaltis, com quase todo mundo cobrando as penalidades com o cu e errando.

Em 2015, Sampaoli conseguiu fazer o Chile vencer a Copa América, mas com a Seleção Argentina na UTI com Lautaro Martínez de titular e a Seleção Brasileira ainda se recuperando do arrombamento anal feito sem gel lubrificante Ai Meu Ânus pela Alemanha, não sobraram muitos adversários mesmo.

Mas em 2016, como sempre faz em todos os clubes onde passa, Sampaoli arrumou treta, e acabou saindo pela porta dos fundos.

SevillaEditar

Na metade de 2016, Sampaoli foi para o Sevilla, atraído pelos Caminhos de Santiago na Espanha, onde ele ouviu dizer que dava pra fazer uns drifts da hora de bike. Na equipe espanhola, Sampaoli se decepcionou, pois a diretoria não quis montar um time competitivo, contratando Cristiano Ronaldo, Messi, Mbappé e Pelé. Por considerar que o presidente não estava preocupado com o futebol, no final do ano Sampaoli ligou o foda-se para seu contrato de dois anos e foi para a Seleção Argentina.

Seleção ArgentinaEditar

 
Sampaoli discutindo com o técnico da Seleção Argentina em 2018.

Na Albiceleste, o maior feito de Sampaoli foi ter conseguido vencer o Brasil em um amistoso. Nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2018, Sampaoli passou a ser admirado pelos brasileiros, pois foi tão mal que quase conseguiu deixar a Argentina de fora da Copa, mas Messi conseguiu salvar os hermanos na última rodada.

Na Copa, mais uma coleção de fiascos. Na primeira fase, Sampaoli conseguiu empatar com a poderosa Islândia e levou uma pirocada no cu da Croácia. A única partida que ele venceu foi contra a Nigéria, que estava desfalcada do negão da piroca, e só por isso conseguiu passar de fase na cagada. Mas assim como em sua época de técnico do Chile, quando chegou nas oitavas-de-final, Sampaoli acabou pipocando e perdeu para a França, com a Argentina sendo destruída por um moleque de dezessete anos.

Após isso, percebendo que o careca não conhecia o conceito de linha defensiva, Messi começou a escalar a equipe, deixando Sampaoli como técnico decorativo. Como o orgulho não permitia que Sampaoli fosse figurante do anão, ele pediu demissão em 2018.

SantosEditar

 
No Santos, Sampaoli só pediu a contratação de Neymar, Philippe Coutinho e Thomas Müller, mas nenhum deles veio. Fazer o quê, não se pode tetudo na vida.

Por arrumar treta em todos os clubes que passa e nunca cumprir os contratos que assina, Sampaoli estava com dificuldades em encontrar uma equipe para "treinar". Mas como ainda existe muito bobo no futebol, no final de 2018, ele conseguiu se acertar com o Santos, onde não demorou muito para implantar a sua filosofia ataquiva. O resultado foi uma eliminação no Paulistão para o Corinthians e uma eliminação vergonhosa na Copa Sul-Americana para o River Plate Fake. Para completar a trindade de eliminações, Sampaoli e o Santos foram eliminados nas oitavas de final da Copa do Brasil para o Atlético Mineiro, que jogou com Erik e Valdívia Fake como titulares, ou seja, nem queria passar de fase.

Em 2019, Sampaoli continuou em seu objetivo de ser odiado por todos os clubes onde passa, e tretou com o presidente do Santos, José Carlos Peres, porque este não quis montar um time competitivo contratando Ibrahimovic, Drogba e Maradona. Por fim, Sampaoli, como sempre, não cumpriu os dois anos de contrato, e rescindiu com o Santos após apenas 11 meses no clube.

Atlético MineiroEditar

Em 2020, Sampaoli assinou com o Atlético Mineiro, que mesmo com apenas 34 reais em caixa, prometeu montar o lendário time competitivo com o qual Sampaoli sonha todas as noites e até tem orgasmos imaginando. Em sua primeira temporada no Galo, Sampaoli venceu o Campeonato Mineiro, derrotando o poderoso América Mineiro na final. No Brasileirão, a expectativa é alta, mas quando o time começou a engrenar, como sempre, Sampaoli começou a armar sua estratégia para ser demitido no final do ano e não cumprir com o contrato, arrumando treta MAIS UMA VEZ com diretoria, algo que é sua especialidade. O motivo é que ele estava esperando que o Atlético Mineiro contratasse o Ronaldinho, e não o Kenaldinho.

Por fim, o careca conseguiu o que queria, sendo demitido no mesmo ano de sua contratação e assim ficando livre para acertar com o próximo bobo no futebol que encontrasse, no caso o Olympique de Marseille.

Olympique de MarseilleEditar

Em fevereiro de 2021, Sampaoli foi anunciado pela equipe francesa, com um contrato que vai até 2023, mas é claro que isso é só ilustrativo mesmo, porque com certeza ele não vai cumprir 100% desse período. O que ninguém esperava é que ele já começaria cavar a sua demissão apenas dois meses após ser contratado, queimando jogador com características mais defensivas que não conseguem se adaptar ao seu estilo de jogo kamikaze (ou seja, 90% do time) e pedindo reforço caro que é óbvio que nunca será contratado. E assim o objetivo de Sampaoli de ser odiado em todos os times que passa continua a mil.

  Este artigo trata de uma personalidade mortalmente,
putaqueparivelmente e filhadaputamente odiada!
Dá nojo só de pensar nele(a)

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  Conheça também a versão oposta de Jorge Sampaoli no Mundo do Contra: