Lista telefônica

Lista telefônica e um de seus usos atuais.

Lista telefônica foi uma espécie de Desciclopédia de números de telefones, só que impressa. Com o advento da internet e com a caça predatória por rasgadores para demonstração de força, as listas telefônicas entraram em extinsão, sendo hoje encontradas apenas em algumas comunidades isoladas no Acre.

UtilidadeEditar

A grande utilidade das listas telefônicas, até meados dos anos 90 era dar suporte a trotes telefônicos. Com a lista telefônica era possível saber o nome completo do dono da linha, e assim passar um trote mais pessoal e específico. As listas telefônicas, assim como a Bíblia eram divididas em duas grandes porções. As páginas brancas e as páginas amarelas.

Páginas brancasEditar

As páginas brancas catalogavam pessoas físicas, e eram a versão impressa do Orkut ou Facebook, só que com menos informações. Não continham fotos, nem lista de amigos, nem interesses, nem idade, nem orientação sexual. Apesar disso, não se deve pensar que havia mais privacidade nas páginas brancas do que nas atuais redes sociais, uma vez que elas continham o mais importante: seu número de telefone e seu endereço.

Assim como as atuais redes sociais, as páginas brancas tinham spam de empresas e propaganda em geral. Na época, cada editora de lista telefônica faturava o seu. Ao contrário de hoje, quando só o Google tem o monopólio do spam em redes sociais.

Páginas amarelasEditar

As páginas amarelas eram o Google, propriamente dito, das listas telefônicas. Empresas não pagantes tinham seus telefones minúsculos em linhas convencionais sufocados por anúncios de vários tamanhos, cores e formas, que se misturavam as "respostas" como o Google AdSense.

Rasgamento de listas telefônicasEditar

 
Lote das primeiras listas telefônicas portuguesas.

Atualmente as listas telefônicas servem para pouca coisa. Porém, práticas muito comuns desde seus tempos áureos como aumentar a altura de cadeiras para crianças, substituir papel higiênico e na prática do mais antigo esporte de brutamontes, ao menos depois da invenção de Graham Bell: o rasgamento de listas telefônicas.

O rasgamento de listas telefônicas foi usado por muitos anos como prova de virilidade e macheza, ao menos até a primeira mulher rasgar uma lista telefônica. Nos Jogos Olímpicos de Verão de 1932, em Los Angeles, Califórnia, o rasgamento de listas foi introduzido ao programa como esporte de demonstração, empolgando a comunidade LGBT local (cerca de 89% da população de Los Angeles).

Apesar disso, não chegou a figurar em Jogos Olímpicos posteriores.

Atualmente, 95% da produção mundial de listas telefônicas abastecem o mercado esportivo. O Brasil conta com cerca de onze atletas dessa modalidade, e é considerado potência no esporte. Em Portugal a lista telefônica foi inventada na semana passada, e já é praticado por dois atletas lusitanos.

O rasgamento de listas telefônicas é algo que qualquer nerd fracote pode fazer, pois, apesar de não parecer, é tudo uma questão de técnica. Como a Desciclopédia não é Mister M, não vai revelar o este segredo. Joga no Google.

Usuários de listas telefônicas consagradosEditar

 
Leon Trótski, entusiasta da lista telefônica

Ver tambémEditar

Outras coisas relacionadas ou falidas com o advento da internet:


Lista telefônica faliu!
  Nem o Seu Sirigueijo quita suas dívidas!

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