Mortimer Beckett

Virtualgame.jpg Mortimer Beckett é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Jake Peril fura o chão.

Beckett com cara de bocó.

Mortimer Beckett é uma série de jogos de browser que você provavelmente perdeu seu tempo jogando numa das tardes de domingo no Click Jogos. Com a mecânica de point clicker no estilo de Detetive, a série toma rumo de forma que o jogador se torne um gari profissional e encontre tralhas pelos quatro cantos do mundo e até mesmo em outras dimensões.

Visão GeralEditar

O personagem principal é Mortimer Beckett, ele é a 87ª reencarnação de Xeroque Holmes e é doente por aventuras fantasmagóricas e aterrorizantes no seu mundinho inventado. Mortimer é claramente amante de voyeurismo e de outras parafilias questionáveis. Por isso resolve tomar LSD todos os dias para saciar o seu fogo no rabo, acabando por aventurar-se por aí, sempre acordando em valas ou em lixeiras públicas.

Para agregar a trama e não deixa-la mais entediante, o tio de Mortimer é uma das peças importantes desse quebra-cabeça, ele é uma alma penada que vaga nas memórias mais safadas do sobrinho, e assim como qualquer velho gaga, o idoso só fala abobrinhas parecendo mundo como um demoninho que rege a cabeça do jovem.

Todos os jogos (excluindo o de celular) não passam mais do que 10 minutos de jogatina, por isso para encher linguiça, Mortmer sempre se fode e você trouxa tem que desvendar o quera-cabeça no final do jogo para salvar o sujeito aí.

Numa das coisas que a série trás de bom além dos puzzles que até um bebê consegue resolve-los é da música. A música desse jogo é uma mistura de música erudita com música dos infernos. Os principais instrumentos usados é o trombone ou qualquer outro instrumento de sopro metálico, as vezes a trilha sonora passa por um batuque que parece que parece que ritual satânico está sendo feito.

JogosEditar

 
Consoles bons também têm suas porcarias.

Mortimer Beckett and the Secrets of Spooky ManorEditar

O primeiro jogo da série retrata a invasão de Mortimer a uma mansão abandonada, cheia de fantasmas e entulho. A história conta que o tio Jeronimo está perdido em algum lugar do infame ano de 1969, por isso Mortimer deve coletar lixo de uma casa mal assombrada e criar uma gambiarra que o levará para o passado. A casa em si é um terror para qualquer arquiteto, a conservação em tão nem se fala, até o Cascão tomaria banho depois de ver a sujeira desse lar.

Nessa casa há de tudo, desde objetos inúteis como porta retratos de múmias até de espíritos de defuntos, o que não falta nesse jogo é violinos e relógios (objetos em abundância na casa). A medida que você vai desviando dessas porcarias e subindo de andar, você se esquece que está em uma mansão e o seu subconsciente vai começar a achar que está em um museu. Cada quarto é tem sua característica, desde os mais comuns como a sala de estar e a cozinha e até mesmo os mais bizarros como a sala indiana e a sala dos troféus, que está recheada de cabeças de viados.

Os itens que se pode encontrar nesse lixão são dos mais variados, como: uma banana, um disco de vinil, um sabonete com pentelhos, um peixe palhaço, um sutiã e por aí vai... As vezes vultos brotam do cu do personagem apenas para você ter que esperar, como se estivesse na fila do SUS.

Mortimer Beckett and the Time ParadoxEditar

 
Captura de tela mostrando os resultados de Mortimer depois de fazer uma seita.

Depois de roubar a mansão mal assombrada, Mortimer vai em busca do tio que está perdido no tempo. Como o nome do jogo diz, ao ir resgatar o tio lesado, Mortimer acaba por causar um paradoxo no tempo, e para isso, precisa resolver os problemas em todos os tempos para chegar ao purgatório e pedir perdão a algum deus mitológico e assim poder salvar o seu tio. Além de resgatar o tio, Mortimer também deve roubar pedaços de uma bomba para bombardear a cara do seu tio quando o ver, por ter perdido o seu tempo o resgatando-o.

Desta vez o jogo está muito mais intuitivo e conta com puzzles um pouco mais elaborados, sendo que o jogador até pode atirar o pau no gato, subornar o rei da França e fazer a Medusa provar do seu próprio veneno. Ao todo, Mortimer passa por 8 tempos diferentes: Era viking (901), França (1789), velho oeste (1885), Caribe (1617), futuro (2158), Egito (32 a.c), Era Medieval (817) e era dos deuses (1000 a.c). OBS: Todos eles estão historicamente errados.

Consertando a vida fodida dos seres de todos esses tempos, o jogador é presenteado com bugigangas valiosas daqueles tempos, são inúteis, mas você ganha. No fim dessa bobagem de viajar pelo tempo, Mortimer acaba indo parar no reino dos gigantes, que é um pretexto pra ter mais jogos.

Mortimer Beckett and the Lost KingEditar

 
Típicos personagens feitos nas cochas.

Considerado uns dos melhores jogos da série (ou se não o melhor), The Lost King tem uma história descente (ou pelo menos parece ter), cutsenes 3D e menos galinhagem. A história contada por um ogro, fala que um dia o rei de Zantya ficou preso no vaso sanitário, e seu conselheiro que tinha um grande olho gordo roubou sua coroa, mas pela sorte do rei, na fuga o ladrão se esborrachou no chão e quebrou a coroa, espalhando pequenos pedaços de pedras preciosas por todo o reino. Agora cabe você ter que encontrar migalhas de diamantes e rubis por aí, sem contar que você vai ter ter que resolver os problemas de todos os seus cidadãos.

Dividido em capítulos, o jogo é basicamente uma extensão da era medieval lá do jogo anterior. O primeiro capítulo se passa num vilarejo típico de idade média, como se fosse uma cidade qualquer de The Witcher só que com menos borrachos. O segundo capítulo é subterrâneo, aqui conhecemos um dos anões da Branca de Neve (provavelmente o Dunga), um mago possuído que faz poções e uma fadinha drogada em cogumelos. O terceiro capítulo se passa numa cidade mais importante, mas também o lugar mais entediante, pois ninguém merece ficar dando trela para mágicos de rua o tempo todo. O quarto capítulo se passa numa cidadezinha pacata bem mixuruca, e que falar nela seria perda de tempo. O quinto capítulo é no meio do oceano onde em cada canto tem um quebra-cabeça, que por incrível que pareça vai deixar algumas pessoas irritadinhas. Para encurtar esse parágrafo, o sexto capítulo se passa no amazonas, o sétimo no alto de um planalto e o oitavo no castelo do rei.

O jogo também esbanja criatividade, dando a série um ar de novidade. Uma dessas coisas é a bizarrice de Mortimer ter que pegar um veículo para transporta-lo até um outro lugar, desde os mais comuns como uma jangada de 3 toras até os mais medonhos como um elevador que o leva para o céu. Além disso sua música faz qualquer um dormir assim que ouvir.

Mortimer Beckett and the Crimson ThiefEditar

 
O Brasil aparecer em jogos flash é raro, e quando aparece não impressiona ninguém.

Finalmente um jogo de investigação descente... Enfim, esse jogo se passa no mundo real e não na cabeça fantasiosa de Mortimer, a história aqui conta que um ladrão de velharia está fazendo a geral nos museus do mundo, embora fosse muito mais lucrativo roubar um banco. O jogo é mil vezes mais bonito, criativo e enrolado do que os anteriores, ele é tão complexo que seu tempo de jogatina dobra e sua paciência vai toda pelo ralo.

A maior graça do jogo está nas traquinagens que Mortimer pode fazer pelas cidades mais famosas do mundo como Paris, como por exemplo: andar pelos esgotos, espiar a vizinha pelada, subornar garçons e até mesmo atropelar turistas. Bem como invadir qualquer estabelecimento ou lugar que tenha uma porta.

Mortimer também vai ao Rio de Janeiro, como de praxe, o lugar é todo voltado a esteriótipos típicos de gente que desinformada e burra, logo o cenário do Brasil nesse jogo é só de futebol e carnaval, pelo menos não mostraram nada de favela. Alguns items que dá pra pegar são uma bola de futebol, uma vuvuzela e até mesmo uma ficha de orelhão.

No fim das contas, Mortimer nunca realmente consegue pegar o ladrão, mas consegue recuperar os artefatos roubados, o que faz que ele fosse confundido com o ladrão e preso até o inicio do próximo jogo.

Mortimer Beckett and the Book of GoldEditar

Esse é um jogo de celular [[infinito] que gira em torno de Mortimer ficar tentando arrumar uma rapariga. Só por ser de celular ele já ruim, sendo basicamente uma versão pior do que o primeiro jogo.