Nefarious Tropy

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N. Tropy, vendo que horas são.

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N. Tropy sobre Crash

N. Tropy, ou Dotô Nefasto Trópico como gosta de ser chamado é um personagem secundário da série de jogos Crash Bandicoot. Por ter o nome N. Qualquer Coisa como maioria dos vilões de nome totalmente criativo do jogo, já pode presumir que é um vilão da série.

Tropy, diferentemente de Cortex e Gin, que são viciados em construir máquinas robóticas ou Trance, que é viciado em controle da mente, Tropy é um tempófilo, sendo um viciado por qualquer coisa relacionada ao tempo, além de ter poderes relacionados ao tempo e um bastão prateado que usa para arrumar relógios ou outras funções em horas vagas.


Com seus poderes temporais, Nefarious Tropy poderia até mesmo matar o Crash antes de ter nascido, mas como é um jogo de criança Tropy segue a Lei de Hulk, nem pensou nesta ideia ainda. Embora todos acham que Tropy seja um puxa-saco de Cortex embora o N. Gin cumpra mais esse papel, Tropy apenas "faz" isso para pagar pau do Uka-Uka.


Aparições e históriaEditar

A mãe de N. Tropy não deu a luz na hora do parto e sim um curto circuito, daí nasceu N. Tropy, o relojoeiro (já que a mãe dele era o Big Ben). Ele teve uma infãncia macabra, por ser muito maltratado pela mãe, pelo pai e pelos amigos. Chegando na idade de relógio de parede, N. Tropy saiu de Londres e foi pro Acre, encontrando lá encontrou Borat e se tornou amigo dele. Muitos anos de passaram e N. Tropy saiu do Acre para achar um profissão melhor. Acabou parando em Tangamandápio e lá se tornou aliado de Neo Cortex e Uka-Uka.

Como Nefarious Tropy gostava de trabalhar com o Uka-Uka, então aceitou ser parceiro de Neo Cortex e Nitrus Brio no primeiro jogo, mas só não apareceu por que estava ocupado consertando seus relógios e que apareceria alguns meses depois e Tropy é um dos personagens do jogo que mais odeiam furries no jogo, como viu que Cortex tinha se tornado um ao querer um exército de animais fortes, Tropy logo se separou de trabalhar com o cabeça de martelo e foi trabalhar com Brio no segundo jogo, a qual também deixou de se juntar com ele já que Brio queria saber qual o efeito de suas poções nos animais de Cortex e virou um lobo solitário, trabalhando com qualquer um dos dois apenas a mando de Uka-Uka.

 
Tropy e sua versão do Rule 63. A única pessoa capaz de suportá-lo é ele mesmo.

Sua primeira aparição em jogos é no terceiro jogo da franquia, onde ele aparece como ajudante do Neo Cortex tentando puxar o saco do Uka-Uka o tempo inteiro no jogo e depois como um dos chefões, sendo o chefe mais fodido do jogo, usando ataques totalmente apelões com linhas temporais e relógios que podem te matar em apenas um hit e Chaos Control quando é acertado pelo Crash, porém nerfado no remake do terceiro jogo embora ainda seja uma luta ainda fodida.

Depois de falhar nos planos de Neo Cortex em Warped, Tropy acaba fodendo com seus poderes e faz um Babality nele mesmo quanto Cortex em um dos finais do jogo.

Sua segunda aparição é no jogo Crash Team Racing, onde neste jogo serve para porra nenhuma, a não ser usar atalhos em treinos e lhe frustrar nos Time Trials. Pode ser conseguido com uma trapaça. Como é o personagem menos interessante do jogo até que o Polar e o Pura, tem o final menos interessante para combinar, onde faz nada além de seus serviços temporais. Em Crash Nitro Kart e Crash Team Racing Nitro Fueled é a mesma bosta, só lhe causando mais raiva.

Em Wrath of Cortex, uma aparição que ninguém se importa. Em Twinsanity, N. Tropy vai parar com N. Brio no meio do nada em um iceberg não sabendo o por que ou qual motivo disso, mas acaba encontrando Crash e mais uma vez apanha pro marsupial laranja. Por algum motivo desconhecido nesse jogo, Tropy quer se tornar ricaço e vai parar na décima dimensão também sem motivo e até acha um tesouro na base dos Evil Twins, mas acaba virando churrasquinho do Spyro.

Tropy não se sabe como consegue sair daquele meio do nada e forma uma dupla sertaneja com N. Trance, isso antes de fazer seu plano mais maligno, de usar o próprio Trance para fazer o Crash, a Coco e o Crunch de escravos, mas Trance acaba pegando o Crash paraguaio em vez do original e é o chefão final em Crash Bandicoot 2: N-Tranced e como óbvio, o chefão mais chato do jogo. Depois desta aparição, Tropy fez mais nada em sua vida a não ser ficar vagabundeando vagando pelo tempo e consertar seus queridos relógios.

Nova versãoEditar

Sua aparição principal é no quarto (canônico) jogo da série Crash Bandicoot, o It's About Time que pelo nome já sabia, onde Tropy após ficar muito tempo parado no meio do nada, faz Uka-Uka usar toda sua força para tirá-los dali e cria um plano para dominar o espaço-tempo e até o universo junto com Cortex, mas como Neo era ingênuo demais, Tropy queria mais é dar um pé na bunda dele e depois de Cortex falhar pela quarta vez, é onde Tropy aparece para botar seu plano infalível em prática. O doutor temporal enfim vai a outra dimensão, onde acha uma versão fêmea dele mesmo e os dois trabalham juntos por se entenderem (ah, vá!) e espera a hora certa para roubar a cena. Cortex fica chorando por ser um fracassado, até que o próprio Tropy diz que o Cortex foi trocado, o que o deixa putasso da vida.

Tropy resolve tocar o puteiro no espaço, capturando Oxide até que ele liberasse a senha do wifi em Gasmoxia para que sua máquina ficasse pronta mais rápida e depois disso fica em sua base no espaço. Tawna tenta bancar a heroina, mas apanha muito dos dois Tropys e fica no chão, até a chegada da gangue toda, Crash, Coco, Cortex e Dingodile e em uma luta extensa, porém decepcionante, os dois são derrotados até levarem uma rabada de Dingodile e nunca mais serem vistos por enquanto.

Ver tambémEditar