Pedaços de fezes que acabam ficando presos nos pelos próximos à região anal de um ser humano após a evacuação

Pedaços de fezes que acabam ficando presos nos pelos próximos à região anal de um ser humano após a evacuação costumam ser um problema comum para indivíduos e "indivíduas" de variados sexos, idades e orifícios que possuem muito mato naquelas partes, principalmente aqueles que são parentes mais próximos do Sr. Cuca Beludo. Esse problema costuma ser pior que o da bosta grudada na bunda, já que os pedaços de fezes não ficam presos na bunda em si, mas sim, literalmente pendurados nela.

Uma alegoria do problema. Aqui, o helicóptero seria o ânus.

Como ocorreEditar

Na preguiça de terminar a obra, a pessoa prestes a ficar nessa suja e difícil situação acaba cagando em prestações e sem juros. Ainda há estudos para definir se a causa disso é meramente econômica, psicológica ou se a causa está na "cauda", ou seja, se as próprias pregas estão cortando demais o que até então era um bloco fedorento completo (e supostamente indivisível) da mais pura bosta. Então, sem ter mais onde se segurar no processo de queda, as parcelas acabam ficando agarradas aos pelos, "obrigando" seu antigo hospedeiro a ter que realizar uma limpeza bem mais ampla (caso este realmente queira ficar limpo). Quando realizada de forma mais agressiva, essa limpeza também pode resultar na remoção de pentelhos menos resistentes. Isso não resulta em grande coisa, já que eles costumam crescer de novo.

Como resolverEditar

É claro que uma das maneiras possíveis de resolver isso é cessar, parcial ou totalmente, o processo digestivo (em outros termos, parar de comer, a fim de parar de defecar também). Mas como quase ninguém sequer se arrisca a chegar a tal ponto, existem outras alternativas, naturalmente, portanto não é preciso entrar em desespero.

Uma delas consiste em um ato simples e delicado que, embora resolva de modo eficaz, muitos podem recusar-se a fazer. Trata-se do famoso verbo raspar. Em outras palavras: depilação do foquito.

Nesse ponto, a pessoa em questão se depara com um perigoso dilema. "Será que é possível fazer isso em casa?", pensa ela, pois ninguém simplesmente entra numa barbearia ou salão de cabeleireiro(a) e pede pra raspar aquele lugar; quem faz isso vira motivo de chacota numa cidade inteira por gerações.

O dilema consiste no seguinte: ou a pessoa fica com a Amazônia guardada e escolhe ser porca, ou ela opta por depilar e ser alvo da clássica piadinha "tá preparando o quintal para receber visita". Este é um dos raros casos no qual deve-se escolher entre paz ou higiene, e nele não é possível ter ambos, infelizmente.