Privatização no Brasil

Um monte de vagabundo funcionário público protestando contra mais uma privatização, com medo de perder sua boquinha.

Privatização no Brasil é uma técnica de desmantelamento das empresas públicas do Brasil através da privatização, vendendo tudo a preço de banana pra empresários cuzões que assim que assumem saem demitindo tudo que tinha de funcionário, desmontando tudo, fazendo um serviço ainda mais porco que quando era um serviço público e com um preço ainda mais desgraçado do que o original, seja porque continuam sem ter nenhuma concorrência ou porque ela é puramente de fachada, como é o caso das operadoras de telefonia. E, claro, sempre rolando uma graninha por fora pros políticos cuzões que saem vendendo tudo isso só pra se livrar de gastar dinheiro com isso e poder obviamente ganhar sua propina, digo, sua contribuição não-ortodoxa que lhe é de direito.

No Brasil essa paradinha vem desde os anos 1980, mas só na década de 1990 que realmente o desmonte total de empresas públicas começou pra valer, para a alegria dos neoliberais engomadinhos que comem caviar e conseguem fazer gente otária achar que isso é necessário, sendo que né, quando o salário mínimo acaba em menos de uma semana após pagar as contas desses filhos da puta, só sendo um pobre de direita pra achar que tomar no cu é bom. Quer dizer... se for literalmente quem sabe...

O que levou a isso?Editar

Basicamente por décadas um monte de presidentes e até a turma da ditadura militar encheram o país de empresas públicas. Muitas delas eram boas e fodas, como a Petrobras (que ainda é) e a Vale, mas os milicos foram sucateando as melhores que tinham sido criadas por Getúlio e companhia, enquanto criavam umas que era só gasto de grana pra criar, tipo uma só pra fazer a Ponte Rio-Niterói e logo depois fechada. SIM, SÓ PRA ISSO! Se continuasse assim certeza que já já iam fazer uma empresinha pra montar a barraca da tua avó.

As privatizações do BrasilEditar

Os primeiros anosEditar

Após uma organização de uma secretaria de quinta (SEST) sobre empresas que seriam fáceis de vender e lucrar por fora com elas a partir de 1979, já na época de Zé Sarna, que só vendeu empresas de celulose, coisa que ninguém se importa muito. Já Fernandinho Pinto Roxo criou um programinha chamado PND, que visava desestatizar se possível até o Palácio do Planalto. Mas aí veio o impixam dele e aí cagou tudo. Ele, que planejava também vender umas quarenta e dez empresas só conseguiu mesmo vender umas dezoito, já que deu ruim na hora de vender a VASP, porque os empresários tavam achando que era a Vagabundos Anônimos Sustentados pelos Pais. Essa venda atravancada acabou ferrando o calendário da feira de venda de empresas, e o impixam deu um ponto final nas intenções do engomadinho.

Pelo menos seu sucessor Topetinho conseguiu levar adiante esse projeto de terra arrasada no país, ao vender subsidiárias da Preto Brás, além da Companhia Siderúrgica Nacional e outras empresas de metaleiros, maioria delas foi pras mãos do futuro dono da Vale.

A privataria tucanaEditar

Na era FHC começou o esquema de desmantelamento público mais fuderoso do Brasil: a privataria tucana. Diversas empresas foram vendidas, como a RFFSA, a Vale (que muitos consideram a maior cagada de todas, porque a empresa tava lucrando para um caralho e mesmo assim venderam a troco de nada), a Telebras (que deu uma merda gigantesca), além de uma pá de bancos estaduais como Bandepe, Banespa e outros; e empresas elétricas como Celpe e Eletropaulo (essa última revelou dois dos maiores problemas dessas vendas desaceleradas: uso de títulos da dívida pública pra pagar - ou seja, não pagava, era igual cheque sem fundo - e uso de grana do próprio BNDES, o que era uma puta burrice, porque era o governo pagando a si mesmo, mas dando o produto pra outro malandro levar).

No fim, a privataria tucana conseguiu mais de 70 bilhões de reais, mas dessa grana ninguém viu nem um puto até hoje.

A era do e o PT?Editar

Bom, e o PT hein? Em mais de 13 anos de governo, ao invés de vender empresas, Lula e Dilma faziam outra coisinha que era a concessão pública, basicamente um "aluguel" ou quase isso pra outras empresas usarem e abusarem de empresas públicas, algumas hidrelétricas e a tal Ferrovia Norte-Sul que até hoje nenhum brasileiro viu ficar pronta nem no norte nem no sul. Pra não dizer que nada foi privatizado nesse tempo, os bancos estatais do Ceará e do Maranhão foram vendidos em outubro de 2002 porque lá as informações chegavam com atraso demais, por isso que venderam bem depois da privataria tucana ter acabado.

Vampirinho e BozoEditar

O Conde Drácula só fez um programinha pra vender recursos naturais, obras, empresas e até agências reguladoras, mas devido uns probleminhas com um certo dono de açougue ele ficou com dificuldades pra botar a banca no mercado. Já o Já ir já foi dizendo que iam vender a porra toda, como a Embratel (de novo?), a Telebras (de novo também?), a Eletrobras, os Correios aleluia Senhor!, a Casa da Moeda, até a calcinha da tua mãe tá na jogada pra leilão se bem que deve estar fedendo tanto que ninguém vai dar nem um real!.