Star Wars: The Empire Strikes Back (1992)

Virtualgame.jpg Star Wars: The Empire Strikes Back (1992) é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, alguém está capotando o carro sem amssá-lo nem um pouco

Star Wars: The Empire Strikes Back de 1992 é a continuação que ninguém pediu de Megaman: Star Wars, um jogo terrivelmente tosco e insuportável de jogar, resultado de uma mistura rara e impecável de jogabilidade ruim, dificuldade injusta, enredo nada a ver, gráficos terríveis e glitches em todo canto.

Star Wars: Nada a Ver com o Filme
Star Wars The Empire Strikes Back 1992 cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Empresa Fazedora de Joguinhos de Star Wars
Publicador Tanta empresa e todas desconhecidas
Ano 1992
Gênero Megaman hackeado
Plataformas NES
Avaliação 2/10
Idade para jogar Livre

DesenvolvimentoEditar

O desenvolvimento desse jogo foi apenas um processo natural de clones de Megaman que era algo bem comum no início dos anos 90. Enquanto Megamen: Star Wars 1 era um clone descarado de Megaman 3, Star Wars: The Empire Strikes Back naturalmente era um clone de Megaman 4, dessa vez até com os power ups.

Infelizmente no ano seguinte a Lei do Plágio seria ciada e por isso a LucasArts nunca lançou o jogo do Retorno do Jedi que deveria ser o clone de Megaman 5.

JogabilidadeEditar

Star Wars: The Empire Strikes Back é um jogo de plataforma, mais especificamente do gênero "Megaman 4 piorado". O objetivo central de Luke Skywalker é viajar pela galáxia para destruir drones bugados do Darth Vader que vão ser encontrados nas regiões mais improváveis e inóspitas imagináveis.

Agora além da barrinha de HP do Megamen, há também uma segunda barrinha adicional, a barrinha do Foda-se, representada pela letra F. O poder do Foda-se deve ser utilizado em todo momento que o jogador não aguentar mais passar as fases do modo convencional, podendo ele utilizar poderes de pular alto, levitar pra escapar de abismos, ou usar o sabre de luz.

Acredita-se que Star Wars: The Empire Strikes Back tenha sido o primeiro jogo de plataforma da história que inovou no modo como os chefões devem ser derrotados, pois todos sem exceção são impossíveis de derrotar através de combate tradicional frente a frente, cabendo ao jogador ter a sagacidade de explorar o cenário para criar algum bug que o auxilie vencer esses chefões.

EnredoEditar

 
Obi-Wan dando a porra de uma dica inútil.

Darth Vader, puto da vida com a derrota no jogo anterior, disparou drones por toda galáxia para encontrar Luke. O que Vader não sabia é que haviam instalado Baidu naqueles drones e eles não ajudaram em nada. Enquanto isso, Luke está no Polo Norte montado em um Tauntaun numa caverna de gelo. Como vimos no jogo anterior (Megamen: Star Wars 1) a real profissão de Luke é a de geólogo, então faz todo sentido ele estar do nada dentro de uma caverna, porque de caverna o Luke entende, pelo menos conforme a linha narrativa dessa fanfic. Outro detalhe do enredo que contribui para enriquecer os filmes de Star Wars é que Obi-Wan Kenobi não morreu, ele apenas se tornou um velho senil e foi interditado, embora ainda apareça de vez em quando para dar dicas irritantemente óbvias ou mandar Luke visitar o Yoda.

Como é um jogo de Império Contra-Ataca, é óbvio que também tem a fase do Snowspeeder de ir enrolar um cabo de extensão nas pernas de um AT-AT, quando George Lucas vendeu os direitos de Star Wars para se tornar um jogo de videogame ele estabeleceu uma cláusula de que se o jogo tem qualquer menção a Império Contra-Ataca, então é obrigatório ter essa fase de enrolar os cabos e derrubar os AT-AT. Fora isso, quando Luke chega na base dos Rebeldes ele logo percebe que seus aliados adoram uma escada, na verdade gostam apenas de escadas, porque a base rebelde é só um lugar cheio de escadas.

Após roubar uma X-Wing, Luke voa para os pântanos de Dagobah para encontrar o Mestre Yoda, mas quem ele encontra ali é apenas um Gremlin safado que vai submeter Luke a uma tortura psicológica de ter que passar pelas mesmas fases do Ghouls and Ghosts, indo escalar trepadeiras, matar gosmas, matar slimes, matar aranhas, e ao encontrar o "Yoda", ao invés daquele gnomo pachorrento te ensinar a ser Jedi, ele vai é te mandar passar uma fase do Catmario no meio daquele pântano fedorento.

Após se livrar de Yoda, Luke viaja para o planeta das nuvens, um lugar cheio de R2D2 fetichistas que amam receber uma descarga elétrica. Mesmo sendo um planeta de clima agradável e aparentemente até bem quente, o lugar vai estar cheio de Snowtroopers, cabendo ao Luke punir a estupidez desses inimigos matando-os com o seu sabre de luz.

No final dessa saga maluca, Luke chega num lugar laranja onde eventualmente acaba por enfrentar vários Darth Vader. O Darth Vader verdadeiro, porém, é o Darth Vader do final que é um sucateiro e fica tacando pedaço de cano em cima do Luke, mas após apanhar o vilão cai no abismo, em nenhum momento revela ser o pai de Luke e em nenhum momento se redime de suas maldades. Ao simplesmente matar o próprio pai ali, Luke nos poupa a existência de um terceiro jogo, que ainda bem nunca existiu.