Subdivisões de Portugal

O território português se divide de várias formas, com cada instância sendo cada vez menor, e algumas instâncias que só existem no papel ou na cultura popular, mas ainda são mencionadas pelos portugueses porque o povo português, no geral, é adepto de suas tradições, por mais estúpidas ou antiquadas que elas sejam.

Muito preguiçosos, se dependesse dos portugueses o seu território jamais seria subdividido, viveriam apenas na base do "é perto de Braga", "é perto do Porto", "é perto de Lisboa" ou "é perto do Algarve". Mas a União Europeia acabou com essa palhaçada e colocou o governo português pra trabalhar, obrigando-os criar um sistema de províncias minimamente decente.

O seu território divide-se atualmente em vários níveis denominados "NUTS" (que do inglês significa "testículos", chamado assim por não ter qualquer valor administrativo)

NUTS 1Editar

A subdivisão mais básica de Portugal, consistindo das regiões autónomas da Ilha da Madeira e do arquipélago dos Açores, assim como o resto, devidamente chamado de Portugal Continental. Anteriormente, as colónias africanas e asiáticas pertenceriam a esta categoria se o conceito de NUTS tivesse sido inventado antes da União Europeia.

NUTS 2Editar

Aqui, oficialmente, ficam os atuais distritos de Portugal, que tomam o nome a partir de suas capitais.

NUTS 2,5Editar

Este nível de subdivisão não existe oficialmente, mas sim na cultura popular, onde as antigas províncias portuguesas têm seus nomes utilizados para denominar certos locais ou instituições que não foram criadas na época que Portugal tinha províncias ou por causa de rivalidades regionais. Não, puto, teu Algarve não existe oficialmente.

NUTS 3Editar

Comunidades intermunicipais que não existem na prática, mas servem como uma divisão de áreas onde certas cidades exercem influência. NUTS 3 não precisam ser compostas apenas por cidades de um único distrito, por exemplo, a Área Metropolitana de Lisboa engloba locais dos distritos de Lisboa e Setúbal.

ConcelhosEditar

Os concelhos são os locais que possuem câmara municipal e possibilidade de desperdiçar receber recursos públicos diretamente do governo. São divididos em duas categorias, de acordo com o seu tamanho, não tendo praticamente nenhuma diferença de um para outro.

CidadesEditar

A legislação portuguesa considera como cidades aqueles locais que atendam um certo número de critérios como pelo menos mais de oito mil eleitores vivendo em uma localidade urbanizada e contínua ou significância cultural, arquitectónica ou estratégica, e a presença de infraestruturas básicas como farmácias, bombeiros, biblioteca, casa de alterne, motel, hospital, escolas para os três níveis de ensino obrigatório em Portugal, jardins ou parques públicos e transporte público para caso o azarado que escolheu morar ali sair daquela parvónia. Excepto na Madeira, onde o imperador ad eternum Alberto João Jardim escolhe a dedo quais lugares são cidades e quais não o são. Actualmente Portugal conta com aproximadamente 150 cidades, um grande aumento em relação às menos de 50 que existiam cinquenta anos atrás. Não ganham muita coisa além de um ponto maior no mapa, uma torre a mais na coroa do brasão e algumas centenas de milhares de euros de orçamento, que fatalmente são distribuídos entre os vereadores para comprar carros de luxo particulares.

VilasEditar

Vilas são aqueles locais com certa infraestrutura, mas sem população suficiente para serem cidades. A população mínima para ser uma vila é de três mil eleitores, e os critérios para ascensão a vila incluem um posto de saúde, uma agência bancária, uma agência da CTT, conexão à internet que permita aos moradores criarem o artigo da sua vila na Desciclopédia, lojas, um campo de futebol pros putos e uma equipa de futebol local pra passar vergonha na distrital e aparecer na Liga dos Últimos ocasionalmente. Novamente, as tais significâncias culturais, arquitectónicas e estratégicas podem fazer com que um local passe a ser vila sem apresentar condições para isso. As vilas têm direito a usar quatro torres na coroa do brasão.

Vale notar que há cidades com Vila no nome.

AldeiasEditar

Ao contrário do Brasil, as aldeias em Portugal podem alojar todo tipo de gente, apesar de que o tipo mais visto é o velho.

São consideradas como aldeias os lugares mais afastados das vilas, onde a população se ocupa, na maioria das vezes, com a agricultura, isso quando não trabalha na vila, e não há nenhuma infraestrutura que sustentaria uma eventual existência independente do local, porque tudo está na vila. Não produzem quase nada, e o que é produzido é consumido pelos seus habitantes. As aldeias usam apenas três coroas no seu brasão de armas.

FreguesiasEditar

A menor das divisões de Portugal, só conta com Juntas de Freguesias para lhe representar, e recebe os recursos das mãos das câmaras municipais. Todo município deve ter pelo menos uma. Muitas das freguesias de Portugal foram fundidas na última reforma administrativa do país. As freguesias também tem sua própria heráldica, usando a coroa de três torres no brasão, no entanto, os brasões das freguesias eliminadas continuam em existência, porque as tradições, em Portugal, devem ser mantidas a todo custo.


Portugal
HistóriaPolíticaSubdivisões
GeografiaEconomia
CulturaBandeiraTurismo