Super Star Wars: The Empire Strikes Back

Virtualgame.jpg Super Star Wars: The Empire Strikes Back é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Bomberman monta em um Louie.

Super Star Wars: The Empire Strikes Back é o segundo jogo da série de jogos Super Impossíveis de Star Wars, desenvolvida pela LucasArts e lançada para Super Nintendo como forma de fazer as criancinhas donas daquele console chorarem, trata-se de uma sequência direta de Super Impossível Star Wars que traz uma história expandida do filme O Império Contra-Ataca com detalhes não explorados pelo filme.

Super Impossível Star Wars
Super Star Wars The Empire Strikes Back cover.png

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor LucasArts
Publicador AVC, PQP
Ano 1993
Gênero Metal Slug de Star Wars
Plataformas Super Nintendo
Avaliação 2/10
Idade para jogar Livre

JogabilidadeEditar

Trata-se da mesma coisa do jogo anterior, um Contra/Metal Slug com skin de Star Wars. É um jogo que embora nem seja para Arcade, ou seja, nem precisa de ganância por fichas, foca-se em ser desnecessariamente difícil, gratuitamente irritando qualquer um que se atreva jogar esse negócio.

Controlamos Luke Skywalker que agora já começa o jogo com o sabre de luz, que como em todo e qualquer jogo de Star Wars, é transformado num porrete. De todo modo, nesse jogo Luke tem uns movimentos que nunca usou nos filmes apenas por questões de falta de tecnologia, como pulo duplo, pulo girando o sabre de luz (tão apelão que chega uma certa hora que qualquer pulo tem que ser feito assim), habilidade de levitar, habilidade de ficar invisível, habilidade de explodir a tela inteira, habilidade de congelar os outros, habilidade de recuperar HP (essa habilidade foi surgir só no último filme com a Rey) e várias palhaçadas que ajudarão em absolutamente nada em auxiliar o jogador a evitar o Game Over.

Em algumas fases controlamos outros personagens, cada um com suas habilidade, como Han Solo que tem a habilidade de virar uma bola igual a Samus Aran. E Chewbacca que pode soltar um pilão giratório nos inimigos.

EnredoEditar

Como visto no jogo anterior, Super Star Wars, Luke Skywalker é um dedetizador especialista no controle de pragas e matança de pássaros, e no exercício de sua nobre profissão foi chamado para um planeta gelado para exterminar ovelhas, pássaros, bois e morcegos, tudo enquanto precisa se esquivar de bolas de gelo que caem do céu. Para relembrar seus tempos de geólogo (vide os jogos de Star Wars para NES) Luke também passa a visitar umas cavernas desse planeta para estudar suas rochas e no processo exterminar a flora nativa e matar uns chupa-cabra, incluindo o extermínio de um chefão monstro genérico gigante e de drones do Darth Vader.

 
Expandindo a franquia ao trazer conteúdo adicional, esse jogo exibe momentos tais como aquele em que o Chewbacca solta um pilão giratório no IG-88, movimento nunca mostrado nos filmes.

Quando chega na base rebelde, Luke se surpreende com a precariedade do local, porque basta passar por baixo de um lustre que ele cai em sua cabeça, sem contar que o lugar está cheio de robozinhos hostis. É claro que o jogo não perderia a chance d fazer uma fase da moto. E mais claro ainda que a fase do Snowspeeder ir enrolar os cabos nas pernas dos AT-AT também estaria ali, porque se é jogo de Império Contra-Ataca, essa fase AT-AT sempre é obrigatória, e nessa fase há uma liberdade poética de que os Stormtrooper atiram cocô verde em você. Aliás, pela primeira vez nos é mostrado como é o interior de um AT-AT e descobrimos que ele é formado por vários andares idênticos e todos esses andares estão cheio de robozinhos em formato de cuzinho. Logo em seguida controlamos Han Solo pela primeira vez num outro setor da base rebelde onde as luminárias não caem tanto do teto, mas descobrimos que a Princesa Leia (certamente a pessoa que projetou o lugar) era uma fanática em elevadores, porque a cada 2 metros há um elevador diferente, e no final Han Solo ainda briga no braço contra um AT-ST. Outra obrigação nesses jogos de Star Wars é aquela fase da torreta na Millenium Falcon, que também está presente aqui.

O cenário muda para os pântanos de Dagobah onde Luke vai coletar umas amoebas e exterminar mais insetos e bichos peçonhentos foi contratado por um gnomo chamado Yoda que apesar de ser um antigo mestre Jedi não está ali para ensinar nada a Luke, quer apenas que ele extermine uns insetos e vá embora, tanto que ao invés de enfrentar uma ilusão Darth Vader, Luke enfrenta é um um sapo de quatro olhos gigante e que tem u cu no lugar da boca, sem dúvidas um bicho grotesco que Yoda agradece por ter exterminado.

Enquanto isso Han Solo visita o mundo do Megaman, já que Bespin mais parece essas fases genéricas de Megaman. É nessa fase que todos desistem de vez desse jogo quando centenas de robôs e mercenários se acumulam em corredores estreitos e começam a atirar para todo lado. O jogo não explica muito o que Han Solo foi fazer nesse lugar, mas no final ele metralha e destrói uma máquina trituradora de lixo. Outra fase nesse lugar é a do Chewbacca que vai visitar umas caldeiras por acreditar que foram derreter o C3PO ali, o que não faria falta alguma se fosse verdade mesmo, mas o Chewbacca derrota o chefão daquela fase, um anão num FIAT UNO amassado. De novo usando Han Solo, agora ele precisa enfrentar um grill gigante, e apesar de vencer a batalha ele termina congelado na carbonita mesmo assim, porque o roteiro do filme mandou. É nessa hora que vemos que o Boba Fett é realmente um merda, já que ele apanha até para o Chewbacca, algo que o filme não mostrou, e apanha duas vezes, porque sua nave Slave 1 também apanha pro Chewbacca.

Na última fase, Luke é enganado por Darth Vader que o chama para dedetizar a cidade flutuante de Bespin, quando na verdade não havia nenhum inseto por ali, só muita sucata. Irritado com isso, pois ele nunca foi sucateiro, Luke espanca esse viado do Darth Vader, nem mesmo o deixa falar que é seu pai, derrotando-o e zerando o jogo.