The Neverhood


Virtualgame.jpg The Neverhood é um jogo virtual (game).

Enquanto você lê, Joe Mushashi acaba com Zeed.

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The Neverhood é da época da Velha Guarda dos Games

portanto, não é como essas putices que você, teu irmãozinho,
teu priminho e teu sobrinho vivem jogando


Cquote1.svg Você quis dizer: Neverland Cquote2.svg
Google sobre The Neverhood
Cquote1.svg Você quis dizer: Earthworm Jim Cquote2.svg
Google sobre The Neverhood
Cquote1.svg Você quis dizer: Grim Fandango Cquote2.svg
Google sobre The Neverhood

The Neverhood Chronicles (ou simplesmente, The Neverhood)
Neverhood cover.jpg
Informações
Desenvolvedor The Neverhood, Inc.
Publicador DreamWorks Interactive
Ano Projetado em 1995. Mas lançado em outubro de 1996
Gênero Aventura para pessoas inteligentes
Plataformas PC e PlayStation e PlayStation 3
Avaliação Nota 10
Idade para jogar Recomendado para maiores de 13 anos (mas ninguém se importa com essa merda do [email protected]@lho!)

The Neverhood Chronicles (Hã?), ou simplesmente como The Neverhood, é um jogo de aventura de primeira pessoa criado por um tal zé ninguém chamado Doug TenNapel. Apesar de ser feito no velho ano de mil novecentos e noventa e o caralho da porra e sei lá o quê, os gráficos do jogo são de realmente tirar o fôlego, é de tirar a camisa e de fazer os olhos saltarem dos seus lugares. As músicas, nem me fale, são bem melhores do que músicas de alguma banda que você gosta. Mas, infelizmente, é um daqueles jogos que não fizeram sucesso, não se sabe porquê, diz a enciclopédia dos nerds espertalhões que o seu lançamento coincide com o declínio dos jogos desse gênero na década de 90, but, who cares anyway? Você? Não, eu acho que ninguém se importa e vá jogar Super Mario, seu vagabundo.

EnredoEditar

  ATENÇÃO! O texto abaixo pode conter (ou não) um ou mais SPOILERS!

Ou seja, além de deixar o artigo com mais pressão aerodinâmica nas retas e mais estável nas curvas de alta, ele pode revelar, por exemplo, que A Wikipédia é um planeta, ou que Thanos sacrifica Gamora para obter a Joia da Alma.

 

Era uma vez, quando um robô filho da puta fodido e idiota chamado Hoborg foi para um canto do espaço e primeiramente criou um chão, depois criou casinhas e obras, depois disso criou árvores, e por fim criou o primeiro habitante da terra de Neverhood, o infeliz se autodenominou Klogg pois o seu criador, o Hoborg, não deu nomes para as criações e aos seus bois. Klogg tentou roubar a coroa do seu criador, mas ele pegou de volta e disse que precisa da coroa para se manter acordado, porque sem ela, ele iria cair em um sono eterno. Hoborg foi sentar em seu trono, mas finalmente Klogg conseguiu roubar a sua coroa. A coroa fez apenas Klogg mudar de aparência, o mesmo percebeu que a coroa não deu em nada além de mudar a sua bela aparência, então jogou a coroa fora e foi verificar se o Hoborg ainda esteve vivo, mas estava dormindo. A semente que estava na mão de Hoborg caiu, e o sobrinho de Hoborg foi pegar a semente para jogar em um canto. E por fim, o Klaymen nasceu.

PersonagensEditar

  • Klaymen: Um desgraçado que só usa apenas uma sunga e uma camiseta, e deixa as suas pernas branquinhas visíveis, para todo mundo ver, ui!
  • Hoborg: Criador da terra de Neverhood e não é responsável pelas patifarias que aconteceram no lugar.
 
Tio Doug contando dinheiro. Não foi muito dinheiro mas foi possível comprar uma casa, uma mulher, pagar uma prostituta e comprar uma Hyundai.
  • Willie Trombone: Quem é que liga pra ele? Ninguém, né? Mas se você liga, eu te conto: É apenas o primo de Klaymen. Sim, o Hoborg é tio dele, e Klaymen é filho do Hoborg pois veio do seu sêmen da semente que Hoborg criou, e se é que você me entende. Não confunda, Klaymen veio da semente, o Willie não.
  • Klogg: Sim, o vilão da história. Ele é o irmão mais velho de Klaymen, roubou a coroa do seu criador, pai ou sei lá o quê porque pensou que podia ganhar alguns poderes além de reinar.
  • Skullmonkey: É um macaquinho que se bateu em uma espécie de casa de argila que fica se balançando durante o começo do jogo. Ele não tem alguma utilidade conhecida nessa porra além de quê... Nada, oras!
  • Big Robot Gay Bil Gates ou Robot Bil: É o robô gigante que era do mal até o Klaymen ajustar para uma boa opção. Ele não fez quase nada, só foi pegar o seu ursinho, que depois foi destruído por outro robô soltado pelo Klogg, e daí travou uma briga que vai durar uns 356 minutos de sua vida.
  • Outro Weasel, só que roxo: Quem é que liga. Afinal, ele não fez quase nada.
  • Jesus Negão: Isso aí já tá surrado, não tem mais graça alguma.

Legado, se é que deixou algumEditar

 
Sim, gráficos horríveis perfeitos.

Hã, o quê? Deixou, foi? Eu não sabia de nada Deixou alguns pequenos legados que hoje quase não tomam a existência destes, existiu um jogo japonês exclusivo ao CrapStation One, que era de esportes e não foi feito de massinha como os originais, era uma porra de um jogo parecido com pênis tênis, ou seja, não foi nada de mais, foi só uma merda lançada no mundo. Outro legado que deixou foi para o Doug TenNapel se conscientizar por causa dos antigos fãs que queriam uma continuação da série The Neverhood, então o tio Doug está criando um jogo que se parece muito com o The Neverhood, mas que não é uma continuação pois o tio Doug não tem mais direitos da sua própria criação. Mesmo assim, satisfez os fãs e estão esperando por esse jogo, que consideram ser um sucessor espiritual de The Neverhood. Sucessor espiritual, que é tipo uma "continuação" pois pegou todo o estilo do jogo The Neverhood, que é "virtualmente", mas não é realmente o sucessor do jogo mesmo, não confunda, seu imbecil!

Ver tambémEditar